17 de Agosto de 2018 às 00:00
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

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ANAL

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REPETECO

SIM

Existem mulheres que compõem o gosto pessoal do indivíduo, outras pertencem à preferência universal de homens e mulheres. Talia é uma mulher universal e aqui neste blog decidi dar destaque às colheitas raras do exercício libertino.

Foi no recente reencontro com a Mosaico Night Club que esbarrei com Talia, uma mulher de corpo sarado, pernas bem torneadas e um bumbum esférico que poderia abrigar o mapa mundi. É uma morena bonita, riso fácil, sorriso estonteante e exala uma simpatia extrema, que cria em nós uma conexão irreversível com o seu carisma. Pelo corpo trabalhado em academia, talvez não seja da predileção visual de todos, mas experimente levá-la para a cama: resistir é inútil, já nos alertava um dos episódios de Star Trek.

Na última vez em que fui para a alcova com a menina, me recostei na cama e ela sentou-se sobre o meu colo, envolveu meu tronco com as pernas lançando a boca contra os meus lábios com a língua sedenta de beijos. Ficamos assim, num roçar lascivo, com as bocas grudadas, numa comunhão de saliva e calor que fez minha libido ganhar vida numa ereção inevitável. Eu alisava as suas costas, deslizava as mãos sobre sua bunda, sentia a pele morna e macia enquanto a menina deixava escapar gemidos sussurrados e provocantes. Ela se deita oferecendo seu delicado clitóris ao meu deleite, mergulho com ímpeto de me afogar naquele néctar que consola a nossa luxúria. Os gemidos de Talia se tornam mais fortes, geme como gata no cio, de olhos fechados ela parece febril enquanto a sugo. É uma fêmea que se entrega, sem impor restrições, o que potencializa nossa fome por ela. Mulher metamorfoseada em felina, pela qual nos apaixonamos, mesmo sabendo que o seu amor é miragem, canto de sereia. Sim, Talia se contorce num orgasmo que não é possível descrever, você se torna testemunha do indescritível.

Recupera-se e vem por cima do meu corpo, abocanha meu membro num boquete rapel. Tento não desfalecer e a observo no ato, com a magnífica bunda empinada e a boca me engolindo. Inesquecível... Quase cedendo a sedução do seu sexo oral, a coloco de quatro e tenho a visão de uma Vênus escultural pronta para me receber no seu ponto mais íntimo. Penetro devagar, ela geme; aumento o ritmo, ela se agarra a cama e continua gemendo alto; é uma experiência que se assemelha a um delírio erótico ouvi-la gemer enquanto eu a observava, suas costas se projetando para cima como um tobogã da luxúria, sua bunda colada a minha virilha... De repente, foi como se eu tivesse ejetado a alma do corpo, gozei de despencar no colchão nocauteado.

Há anos não encontrava uma mulher como Talia, alguns podem pensar que é exagero do Dante, não é possível dimensionar o que eu digo sem viver a experiência. Saio da Mosaico e caminho pelas penumbras da Rua Ceará de volta ao Sucatão. É uma semana gelada do inverno carioca, a solidão está sempre de tocaia. Aciono o motor, o carro desperta num ronco libertário. Ligo o rádio, a melodia de “Lady In Red” inunda a cabine do carro. Acelero e tento esquecer que sou um romântico, os pneus deslizam silenciosos sobre o asfalto e me vem a mente uma frase de Schopenhauer: “O amor é uma armadilha da natureza”.