21 de Agosto de 2018 às 00:00
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Aciono o motor do Sucatão e deslizamos pelo asfalto da bucólica Tijuca rumo aos imprevisíveis impulsos da luxúria. Estamos num inverno de noites frias, nubladas, mas a lua insistia em desafiar as nuvens com sua meia luz. As vias estão semidesertas, há um silêncio em tudo. Atravesso uma blitz habitual na agulha da Praça da Bandeira que dá acesso a Rua Ceará, estaciono o carro, caminho alguns metros e sinto os paralelepípedos que dão introdução a todas as aventuras que se pode viver na Vila Mimosa. Meu destino era a Mosaico.

Foristas em peso confraternizavam na varanda da boate, sou recebido com alguns gritos desabonadores (nunca entendi essa mania de homem saudar homem com gritos de “viado”). Sigo firme. O relógio marcava 22h e a casa estava num clima lounge e aconchegante. Cumprimento os amigos e dou um alô ao companheiro Hugo Boss, que sempre me recebe com o maior carinho. Logo, esbarro com a musa Talia, que me conta estar acompanhada de uma amiga tão sexy como ela. De repente, a vejo, uma falsa magra de rosto lindo, alta e dona desses sorrisos que fazem o chão sob os nossos pés tremer: Esther, a amiga da Talia.

Sem pestanejar, a pego pelo braço e subimos à alcova...

Esther tira o vestidinho sexy e revela belos seios que começo a explorar sem pressa e com a fome de um recém-nascido. Ela geme baixinho, cerra os olhos, mostra que sente prazer. Que delícia, é bom encontrar mulheres da vida que ainda estão vivas. Fogosa, ela me posiciona ao pé da cama e investe num boquete suave, de quem quer extrair nossa seiva. Resisti e a coloquei de quatro. Esther de quatro é um tobogã erótico, suas ancas trazem finas marquinhas de biquíni, ela se empina para me receber...Que visão magnífica. Não quero Torre Eiffel, não quero Big Ben, eu quero a bunda da Esther de quatro, apontando suas cavidades aos meus caprichos. Penetro devagar e vou aumentando o ritmo, que delírio, é como uma febre que se apossa de mim. Nocaute. Gozo litros e despenco na cama ao lado da beldade.

Simpática, boa conversa, belíssima mulher. É quando me ocorre Vinícius de Moraes:

Se todas fossem
Iguais a você
Que maravilha viver
Uma canção pelo ar
Uma mulher a cantar
Uma cidade a cantar, a sorrir, a cantar, a pedir
A beleza de amar...