BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
DISSE QUE FAZ
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Reservado. * 80 pontos DB
Só mais um dia no Paraíso!
Missão Copa!
A semana foi extremamente corrida, ainda fui convocado para uma missão em Copacabana com o amigo MRio, apesar do território ser complicado, não sou de fugir dos desafios, cheguei próximo ao local, em menos de dez minutos já havia sido assediado (restante do texto censurado pelo Natalino) e recebido alguns cartões, portanto acabo entrando no café mais próximo para aguardar.
Em alguns minutos o amigo chega e partimos para missão, pelo que entendi se trata de uma casa dividida em duas salas, andares diferentes, a menina que me atendeu fica no terceiro andar, estrutura bem interessante, quartos amplos, apesar dos banheiros ficarem do lado de fora, são ótimos.
No andar superior cheguei acompanhando o confrade e teve apresentação, algumas meninas bem interessantes, devo voltar para conferir. Após apresentação, nos dividimos e sou conduzido até a outra sala.
A recepcionista muito atenciosa, confere meu agendamento e chama a Julie, aliás bela indicação do amigo, uma mineira morena, magra, rosto bonito, cabelos longos, seios pequenos (pontiagudos – isso mesmo), toda natural e uma cara de safada que PQP!
Foto de autoria do confrade MRio.
Me recebeu apenas com um robe transparente, Bago reagiu na hora, ela me cumprimenta com um selinho, falamos rapidamente, toalha e sou levado ao banheiro, na saída ela já me esperava.
No quarto ainda ao lado da cama nos beijamos, nada de selinho, beijos intensos e deliciosos, ela parece que ligou o modo turbo, na cama um enrosco delicioso, beijos seus seios que estavam com os bicos bem duros e já vou até a ppk, carnudinha e deliciosa de chupar, cheirosa e bem molhada, ela se abre bem, geme alto, solta uns gritinhos e se contrai bastante.
Vou alternando e colocando mais pressão, ela se treme e coloca a mão por baixo, pede para não parar, mantenho até ela gemer alto e gozar – que mosto delicioso!
Começo a me posicionar na cama, mas ela já abocanha o Bago que estava latejando, eu ajoelhado na cama, ela dava cada engolida que – PQP!
Ela pega minha mão e conduz meu dedo até seu precioso, lá ficando enquanto ela continua aquele oral intenso, deixei rolar, pensei em finalizar assim, estava muito bom, mas peguei a camisinha e partimos para o fight.
Começa com uma cavalgada deliciosa, intensa, ela quica muito enquanto seguro sua bunda, mudamos de posição ou eu queimava, no ppmm encaixou bem demais. Assim ficamos um bom tempo com os corpos colados, muitos beijos ela buscava meu pescoço e orelha, mas me inclino e soco mais fundo, ela geme alto e começa a se tocar, diz que estava gozando, como geme gostoso – PQP!
Mudamos de posição com ela D4 na beira da cama, estava absurdamente molhada, soco bastante com ela bem empinada, me olhava pelos espelhos enquanto apertando os lençóis – QUE VISÃO!
Nova posição, ela me pede para sentar na beira da cama e de costas para mim, segura o Bago e conduz ele ao seu precioso – PQP 1.000 X!
Ela vai se sentando devagar até estar todo dentro, como estava apertado, começa a rebolar e mexer devagar, vai acelerando e começa a quicar bastante enquanto estou com as mãos em sua cintura conduzindo, o visual pelo espelho deu muito tesão, ficamos assim um tempo, mas logo escuto uma batida na porta.
O tempo havia passado e bastante, avisaram antes e nem escutamos, a Julie ainda me fez um pouco de oral, mas não daria mais tempo, com ela uma hora é pouco, vou voltar para pelo menos duas horas.
Novo banho, nos despedimos e encontro o confrade para irmos a Resenha do Arena.
A Julie é uma deliciosa e intensa Castelão!
Uma das formadoras da identidade dos vinhos portugueses, a uva Castelão é de suma importância para a vinicultura de Portugal.
Esta cepa está entres as variedades mais amplamente cultivadas, estando entre as 250 uvas nativas do nosso país-irmão.
O mundo do vinho é repleto de confusões de ordem taxonômicas. Uma uva tem nomes diferentes dependendo da época ou localidade, mas no caso da uva Castelão, o fato é ainda mais curioso.
Esta confusão acontece na relação entre Castelão e Periquita: muitas fontes (incluindo a Wikipédia) parecem pensar que Periquita é simplesmente um sinônimo de Castelão, mas isso está errado.
Periquita é um nome do produto (ou marca, se assim você preferir), propriedade da vinícola José Maria da Fonseca.
As misturas de Periquita sempre contiveram a uva Castelão, mas a maioria também contém quantidades variadas de outras uvas (aparentemente, apenas o vinho da Vinícola Fonseca chamada Periquita Clássica é 100% Castelão).
A Castelão também já foi amplamente conhecida como Castelão Francês, mas quando Portugal reforçou suas leis do vinho, o nome oficial tornou-se simplesmente Castelão.
Os melhores vinhos feitos com uva Castelão são oriundos da região de Setúbal, ao sul de Lisboa. Lá, especificamente, existe um terroir excelente para a produção de vinhos mais concentrados.
É no sul de Portugal, abarcando também o Alentejo, aonde a maior parte da produção da uva Castelão é feita. Apesar disso, uma pequena parcela é plantada na parte central, na região do Douro, e estas são utilizadas no vinho do Porto.
Nos vinhedos onde nascem as uvas Castelão, encontram-se cachos pequenos com bagos escuros, e com a casca grossa e em grande quantidade, principalmente se comparada à polpa.
É sabido que em Portugal os vinhos varietais são raros. Então é mais comum serem encontrados cortes de Castelão misturados com Aragonês e Trincadeira, os quais permitem que o vinho resultante seja mais acessível e suave.
Falando dos vinhos, na costa sul de Portugal, onde os terrenos são consideravelmente mais arenosos, as vinhas de baixo rendimento da uva Castelão resultam em vinhos tânicos, encorpados e bem rústicos. Eles também apresentam um toque de sabor frutado que se assemelha a frutos silvestres.
Envelhecidos em carvalho por um período de 5 a 10 anos, estes vinhos possuem um encantador aroma de madeira e tons levemente esfumaçados.Já com as uvas feitas na parte central do país, com solo mais cheio de calcário, produzem-se vinhos mais leves e frutados, que não precisam ser envelhecidos, já que são suficientemente equilibrados.
Para os vinhos mais clássicos que usam a uva Castelão, a cor e estrutura são excelentes e o corte leva outras uvas, que acabam por deixar a bebida mais suave. Esses vinhos têm uma coloração puxada para o rubi no núcleo, ficando mais carmesim nas bordas.
Quando chega à boca, as sensações de frutas vermelhas, como framboesa e cereja, são percebidas. Os vinhos são encorpados, equilibrado nos seus sabores, agradáveis, com final prolongado e com certo amargor no final.
Até a próxima degustação!!!
"Se te censuram, estás bem,
P’ra que a sorte te perdure;
Mal de ti quando ninguém
Te inveje nem te censure!"
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A alma de uma mulher é antiga, infinita e cheia de segredos. Sorva-a aos poucos, como o vinho. E não queira decifrá-la toda, em todos os seus gostos e sensações. Deixe um pouco para amanhã. E surpreenda-se, sempre. Santé!
