25 de Dezembro de 2022 às 18:44
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

NãO SEI

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM


Larissa Ônix – Carménère (tinta)

Reservado. * 83 pontos DB

#246

– Série: Só Larissas (II)

Só mais um dia no Paraíso!



Dando sequência vou conhecer a linda Larissa da Ônix, apesar de frequentar a casa, nunca havia ficado com ela, um erro que acabo de corrigir, muito se deve a indicação do confrade LP, que em nossa última resenha rasgou belos elogios.

Marcação feita pelo confrade MRio, coincidiu de na mesma ocasião ele visitar o Ônix também, após um café seguido de resenha, somos recebidos pela simpática Júlia, cada um foi para sua respectiva suíte aguardar sua menina.

Não demorou muito a Larissa entra, conversamos um pouco, ela sai dizendo que retornaria em alguns minutos enquanto eu tomava meu banho, ainda explicou que o tempo só passaria a contar no seu regresso. Ela usava o mesmo vestido do ensaio da Ônix, apesar de achar que ela dispensa apresentações vou deixar minha impressão. Ela é mais bonita pessoalmente, rosto muito bonito, seios pequenos e uma bunda linda, além de ser muito simpática.



Quando ela volta já estou sentado na cama, conversamos rapidamente e trocamos alguns beijos, bem intensos e gostosos, começa um enrosco gostoso na cama, ela vai tirando o vestido e revelando um corpo lindíssimo.

Mais beijos trocados, continuo no seu pescoço, seios e vou até a ppk, cheirosa e muito gostosa, começo bem devagar e vou saboreando, ela geme baixinho, vou aumentando a pressão e tentando sentir suas reações, já percebo ela se contraindo e vou concentrando, até que ela pede para parar, a essa altura o Bago estava ligado.

Ela então inicia um oral, começo suave, mas logo aumenta a pressão, baba e engole devagar – que oral gostoso – vou deixando acontecer, precisei pedir para parar ou queimava fácil.

Camisinha posta ela começa com uma cavalgada deliciosa, sentava com pressão e quicava, mesmo nessa posição sentia a ppk dela pulsando, mudamos de posição com ela D4, encaixe gostoso e fico cadenciando o movimento para curtir, ela começa a rebolar e mexer os quadris – PQP!

Passamos para um ppmm porque estava ficando com as pernas bambas, corpos bem colados e beijos trocados, sentia ela pulsando, vou acelerando o ritmo até finalizar aos urros.

A Larissa é maravilhosa, aquele oral dela me pegou na curva, segurei bastante, mas já estava no limite.

Espero repetir em breve.


A Larissa é uma deliciosa e intensa Carménère!



Os vinhos de Carménère apresentam uma combinação de aromas de frutas pretas e vermelhas maduras, terra molhada e pimenta preta. Em boca são suaves, com pouco tanino, baixa acidez e muito álcool.

A uva Carménère é outra variedade originária de Bordeaux. No século XVIII era uma casta comum nos vinhedos do Médoc, mas se tornou uma raridade por lá.

Levada para o Chile no século XIX, durante muito tempo a uva Carménère foi confundida com a casta Merlot. Somente em 1994, nos vinhedos da Viña Carmen na região do Chile, ela foi corretamente identificada pelo ampelógrafo Jean-Michel- Boursiquot (profissional que estuda, identifica e classifica os tipos de uva).

Nos últimos anos tem dado origem a vinhos tintos chilenos interessantes, concentrados, cheios de fruta e com mais estrutura e taninos do que a casta Merlot, transformando-se numa uva emblemática nesse país. A uva Carménère também pode ser encontrada em cortes do norte da Itália.

Os vinhos tintos produzidos com a casta Carménère possuem coloração rubi violácea acentuada. A casta Carménère é muito utilizada na elaboração de vinhos varietais de ótima qualidade, extraindo todo sabor e características marcantes da casta em cada detalhe da confecção dos tintos. A escolha do seu nome está associada a cor da sua pele, um rubi tão forte, que lembra o carmim.

Para explorar e exaltar mais o sabor e a potencialidade dos vinhos tintos produzidos com a uva Carménère no paladar, harmonize com carnes vermelhas com pouca gordura e assados no geral. É essencial evitar que o vinho tinto elaborado com a uva Carménère acompanhe pratos que levem molho de tomate.

Cuidado ao comparar a casta Carménère com a uva Merlot, apesar de serem parecidas visualmente, as duas não tem nada a ver. A uva Carménère faz parte da família dos carmenets (hibride de gros cabernet, fer servadou e cabernet franc)

Com vinhos tintos varietais de ótima qualidade, a casta Carménère é utilizada na elaboração do prestigiado “Carmenere 2007 – Magnum” do produtor Tenuta San Leonardo. O vinho é elaborado com uvas Carménère do vinhedo mais antigo da propriedade, sendo um tinto rico, distinto e com notas de frutas selvagens. O “Carmenere 2007 – Magnum” recebeu 17 pontos de um total de 20 de Jancis Robson que classificou o tinto como um livro-texto da casta Carménére originária de Bordeaux.


Até a próxima degustação!!!



"Se te censuram, estás bem,
P’ra que a sorte te perdure;
Mal de ti quando ninguém
Te inveje nem te censure!"

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Há duas coisas que precisam ser degustadas com muita calma e paciência para serem devidamente apreciadas: vinho e mulher.
Santé!