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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Finalmente nos encontramos e pude ver que tudo que disseram sobre ela era verdade. Além daqueles olhos verdes fulminantes, a Gaby tem muitos outros predicados. Ela tem uma mistura muito peculiar em seus modos: ora parece uma menina, uma inocência que só é traída pelo fogo que dá pra ler do fundo dos olhos; ora é um furacão, que te ataca sem perdão e sem pudor.
E foi justamente o que aconteceu: eu fui atacado, lambido, cuspido, engolido, mastigado, chupado, espremido, esmagado, encharcado... principalmente encharcado. Mas estou me adiantando, pera lá.
Combinamos uma hora de duelo e não desgrudamos em nenhum momento depois que saí do banho. Foi uma trepada intensa, sem pausas e com muitas nuances. Eu não marquei a hora, A Gaby também não regulou nada, mas tenho quase certeza de que chegamos a mais de uma hora de sexo ininterrupto, apenas com variação de velocidade pra tomar fôlego. Foi suor pra caralho, sussurro, gemido, palavrão, espasmos e tudo mais que é preciso numa putaria matadora. Eu tenho uma tendência a prolongar a foda quando tá muito bom, sei que é meio que o contrário da maioria, mas prefiro intensidade e prolongar o coito do que gozar uma, duas, três vezes. Com a Gaby foi exatamente isso. Tava tão foda e intenso que eu simplesmente não queria parar. Já tive muita trepada mais ou menos que eu apresso a gozada só porque quero cumprir o contrato e dar no pé logo. Com a Gaby foi o contrário e ela acompanhou bonito (na verdade, ela é que comandou a maior parte da brincadeira, eu tava ali só deixando aquela montanha russa brincar com as leis da física).
Dá pra destacar coisa pra kct, mas vou tentar ser sucinto: o oral foi devastador, com muita garganta profunda, baba, chupação de saco, pressão nas bolas e etc. Até meu cu essa diaba chupou, mas eu fugi logo. Confesso que fiquei com medo de tomar uma dedada (vai que eu gosto). O Anal também foi um espetáculo, com ela tomando a iniciativa: de quatro, de frente, com ela por cima, invertido e etc. A trepada foi tão longa que eu só pensava em continuar metendo, não conseguia decidir como gozar. Até que numa dessas alternâncias, a Gaby ficou de frango assado depois do décimo segundo squirt (eu não contei, tô chutando e talvez esteja exagerando um pouco) e eu vi seu cuzinho piscando. A gente tá tinha feito anal, já tinha trocado pro vaginal, já tinha feito de novo de outro jeito, mas aquilo me deu uma nova injeção de tesão. Coloquei o indicador devagar e ela curtiu. Fiquei dedando por um tempo. Peguei o lubrificante, passei no pau e fomos de cuzinho novamente. Comecei a bombar forte e senti que ela estava incomodada. Perguntei se tava tudo bem, se tava machucando e ela queria trocar. A danada me respondeu que nunca iria recuar, que tava incomodando um pouco, mas que eu poderia continuar. Aí perdi o controle da razão e fui naquele ritmo frenetico até gozar. Ela não refugou nada e no final ainda sorriu, ofegante e com essas esmeraldas me fitando como se quisesse mais.
E ainda tem o squirt, né? Um presentinho da Gaby para seus fãs. Talvez tenham sido uns 22 ao todo (ok, agora eu estou exagerando) que deixaram a cama completamente encharcada. Sempre que acontecida eu sentia aquele calor no meu pau, na virilha, nas pernas e via a Gaby se debater em espasmos e se tomada por uma sensibilidade deliciosa.
A Gaby é um fodão de respeito, intenso, de sair com as pernas bambas e suado, desidratado, desnorteado, querendo regressar logo. Além de tudo, ela é gente fina pra kct, simpática, atrevida, docinha, meiga, putona, gentil. É predicado pra kct nessa mulher.
Vá preparado. Se isso tudo aconteceu comigo em um atendimento às 20h da noite, imagine o que acontece com a primeira vítima do dia. Por sorte, eu estava num dia bom.
