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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
UM DIA NO "THE VOICE"
Relato a seguir o duelo fora do comum que tive na data acima por se tratar de um encontro com uma celebridade, pois foi com ninguém menos do que a nossa amada Vanessa da Mata libertina, uma dama estonteante conhecida por nós como Aléxia Almeida. Seus anúncios e principalmente os relatos de suas atuações haviam capturado a minha atenção desde o meio do ano passado e meu interesse pela dama havia aumentado ainda mais quando a vi ao vivo no segundo encontro do Arena onde trocamos rápidas palavras em virtude dos fãs que a rodeavam na ocasião demandarem a sua atenção. Já decidido a virar a cadeira para um ensaio à dois com a Deusa, ainda descobri que ela adora fazer duplas com a minha atual 01, um motivador extra para uma sessão de gala envolvendo a beldade. O agendamento era questão de tempo, mas além de fatores aleatórios que postergaram a minha estreia no seu espetáculo, sabia que precisava estar com o físico e o mental em dia para dar conta dessa apresentação sem atravessar o samba, uma constatação óbvia de quem lê os testemunhos da confraria:
"...trata-se de uma moedora de homens, realmente..." - por Tuaregue, 13/11/22
Com isso em mente e aproveitando tanto a minha boa fase quanto a promoção dela com local, agendei tranquilamente o nosso encontro com uma breve troca de mensagens e no horário marcado a diva passou as coordenadas do estúdio onde rolaria o nosso concerto erótico, uma suíte dentro do Hotel Meu Cantinho, e os trâmites para lidar com o segurança na portaria. Com o ingresso autorizado pelo guarda após lhe entregar o ticket do espetáculo, cheguei na entrada do palco e após tocar a campainha adentrei no mesmo com as luzes apagadas e a silhueta de um mulherão que prontamente devorou a minha boca com fome sem permitir a devida apresentação do parceiro daquele dueto erótico (um TD às cegas, pensei). Após um tempo e já chegando ao vestiário cuja lâmpada revelava parte da gostosura da musa que ali estava, pedi pela ativação da iluminação do ginásio e no primeiro instante que isso ocorreu vi diante de mim o que há tempos desejava presenciar in loco: a beldade despida de suas vestes civis trajando uma lingerie preta sexy que claramente mostrava as suas intenções. Voltamos aos Beijões com B maiúsculo e quando fui tirar a camisa ela aplicou o primeiro direto no meu juízo: virou suas cadeiras e sarrou o rabetão no garotão ainda guardado, porém animado com o que viria a seguir. De bate pronto lhe devolvi o golpe aplicando um beijo grego, boas linguadas no bucetão e os primeiros tapas de muitos naquelas bandas, atendendo o seu devasso desejo. Mergulhar de corpo e alma naquela sinfonia de luxúria era uma vontade mútua cujo banho de lei era a barreira final para o ato, e enquanto eu tirava o restante da roupa ela acariciava o meu corpo com as suas unhas enquanto tecia elogios. Com a vontade de dar pulsando em si, a dama não se conteve e tirou a minha sunga para revelar o pau que logo estaria sob seus cuidados.
Ao voltar da ducha encontrei Aléxia em chamas se tocando e mostrando a mim os acordes para levá-la ao delírio. Fui por cima dela em um novo boca a boca que durou uns bons minutos dada a nossa paixão pela prática. Agarrava a cabeça dela e passava os dedos no bucetão já bastante molhado para intensificar a nossa sincronia de línguas e ela aplicava os seus truques com as unhas nas minhas costas, mordiscadas na região do pescoço e bolinadas na piroca visando o mesmo objetivo. Assumi a frente da batalha oral e caí de boca nos peitões GG da morena delícia, e logo nas primeiras ações vi o tamanho tesão que o estímulo na comissão de frente dava na sua dona. Entre um melão e outro e o bocão da srta. Almeida, seguimos nesse ritmo até a minha visita ao morangão entre os seus coxões e degustei de variadas formas daquele fruto enquanto as minhas duas mãos davam um combo de prazer na gostosona: ora lento, ora acelerado, variando entre a boca inteira e apenas a ponta da língua no botão mágico em movimentos circulares alternados com o vai e vem, enquanto um dos meus dedões fazia o seu jogo dentro da xota da gatona ao mesmo tempo que o da outra mão era chupado com gosto quando não estava agindo nos peitos. Esse encaixe gerou o refrão da dama tão delicioso de ouvir, e depois dos Ahhhs cada vez mais intensos a Deusa liberou o doce néctar em minha boca e a felicidade pelo relaxamento recebido.
"Agora é a minha vez de cuidar de você" - disse Aléxia, no ímpeto de arrancar de mim um refrão similar ao que tirei de sua boca. Entre Beijões, lambidas e mordiscadas no meu ouvido e no meu corpo, a gatona circulou com seu bocão em volta de Rocky dando um afago nas bolas e na virilha até abocanhá-lo com tudo. Nesse momento entrou em cena um personagem famoso nos shows da diva: o plug anal, carinhosamente encaixado por mim no seu cu para que eu tivesse a certeza de que aquele coração rosa na sua rosca era o retrato da paixão com que ela trataria a piroca para que eu devolvesse o gesto com uma boa comida naquele doce. Via e estapeava o rabetão daquela safada D4 enquanto Aléxia cumpria a sua meta de tirar versos de tesão de meus lábios ao enfiar várias vezes a vara dentro de sua boca numa garganta profunda de respeito. Em outro instante de sua exibição oral ela se virou para que eu admirasse a sua performance na mamada vendo o seu belo rosto se deliciando com o chup-chup no picolé, cenas para serem emolduradas no Louvre da putaria. Com a fome saciada, a delícia veio devorar a minha boca novamente antes de agasalhar Rocky, porém ela não contava com a minha astúcia em aproveitar a sua guarda baixa mamando os seus melões enquanto tentava pegar a camisinha, e nesse jogo consegui desestabilizá-la duas vezes forçando-a a adiar a meteção de tanto tesão pelo ataque recebido. Como aqui se paga na mesma moeda, Aléxia me deu a camisinha para abrir e veio num revide à altura na garganta profunda enquanto eu tentava rasgar o pacote e resistir aos seus avanços - ela descobrira o meu ponto fraco e estava disposta a me castigar pela minha ousadia.
A HORA DO SHOW
A dama veio na cavalgada e trocamos novos Beijões enquanto o choque dos nossos sexos soltava a melodia da harmonia dos nossos corpos. Alternando entre as sarradas e as quicadas, ela levantava o quadril até quase desencaixar para então mergulhar de uma vez a xota bem funda no mastro e por vezes rebolava na cabeça do garotão quando estava com o quadril no alto. Sua técnica única digna de aplausos atuou como o segundo diretão no meu juízo e precisei focar nos peitões e no bocão para evitar o KO. A vista de sua beleza colossal por cima de mim era um show à parte e bons minutos se passaram nessa curtição até o próximo passo, um PPMM regado a mais doses de boca a boca e gemidos de satisfação. Dessa vez eu que vim no revide fazendo uma meteção cadenciada onde enfiava ao máximo o garotão dentro daquele bucetão tirando novos versos de prazer daquela musa. Sentindo que esse jogo perigoso estava saindo do controle, soltei no ouvido da gostosona a frase que ela tanto ama ouvir: "eu quero seu cu!" - e ficamos um tempo nessa toada até a nossa preparação para o ápice do espetáculo. Gel e punhetada dela no mastro e remoção do plug feitos, direcionei o pau dentro do seu anel e dei boas estocadas no precioso até trocarmos para uma posição que nos deixaria mais confortáveis.
Com Aléxia posicionada no quatro apoios soquei com gosto na sua rosca enquanto puxava o seu cabelão para nossa alegria, e quando ela inclinou o corpo para trás eu aproveitei e lhe apliquei a gravata. "Issssoooo!" - o feedback imediato de aprovação dado pela safada ao receber esse golpe, e logo o clímax do seu segundo refrão ficava cada vez mais audível para os ouvintes da plateia porta afora da suíte. "Ahh, ahhh, ahhhh" - vendo que a diva da Almeida estava quase no ápice do seu prazer, captei a mensagem dada por ela quando abaixou o seu corpão empinando ainda mais a rabetona e montei nela igual os melhores filmes pornôs. Acelerei as madeiradas no cu da cachorrona enquanto dava tapas alternados nas bandas de sua bunda e nessa harmonia perfeita do dueto erótico que se formou naquele estúdio do Meu Cantinho liberamos em uníssono os versos finais daquele refrão. Ainda dei boas marretadas na rosca com ela de bruços antes do solo de nossa canção proibida para menores composto por nossa respiração ofegante. Fizemos o descarte do litrão de leite contido na borracha para a tristeza da dama - ela ama recebê-lo na boca - e sem pausa voltei ao mar de gostosura que é o corpão da Aléxia para novos Beijões e chupadas nos melões.
Dando as ordens como uma boa rainha da putaria, a gatona mandou que eu voltasse na degustação do seu morangão, e além do arsenal de técnicas que usei no primeiro refrão alternei metidas de três dedos no bucetão com o entra e sai do dedão no anel, e nesse ritmo gostoso obtive o hat-trick com uma nova dose da saborosa essência de Aléxia no meu paladar. Com o estouro do relógio fiz o convite à boazuda para que ela obtivesse a sua recompensa na boquinha, mas apesar de ordenhar o garotão com maestria, tomar pirocadas na cara e me encarar com brilho nos olhos e sede de leite, a fonte ainda estava seca e decidimos interromper o ato para não complicar a agenda de negócios dela minutos depois, privando-a desse prazer e gerando a dívida para o repeteco. Tomei o banho final e na volta vi aquela devassa de lingerie preta transformada na elegante dama de vermelho cujo vestido realçava todos os seus atributos. Deixamos o quarto aos beijos para o deleite do público espiando pelas câmeras os créditos do nosso show e me despedi da nossa Vanessa da Mata libertina com o desejo mútuo de um bis mais do que nunca próximo, pois conforme já anunciado por ela o resultado da reunião com a gravadora que gerencia a carreira de algumas estrelas da região ocorrida após o nosso enrosco foi a assinatura do contrato para ela virar a nova Princesa do Castelo. Mais um gol de placa do furacão Aléxia.
