BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM

Conheci Cléoh em uma boate, vagando em um passeio noturno pelo Centro. Eu havia me afastado da última criatura com quem me mantinha um imaginário romance, estava triste, o primeiro bloco de mentiras emergiu como merda em privada entupida, essa primeira onda de decepção me arrasou. Cléoh foi uma dádiva do destino para cicatrizar as feridas do meu infeliz relacionamento, poderia ter sido a minha redenção.
Este relato é antigo, trata da última vez que estive com Cléoh, uma tarde inteira, logo após trazê-la para o fórum, ser seu padrinho, ajudá-la a superar os problemas pelos quais passava. No entanto, cometi um erro, decidi reatar com a mulher de quem me afastei um pouco antes, renunciei aos encontros com a doce Cléoh em respeito a essa outra mulher, me submeti novamente às pequenas maldades, voltei a ser o “cachorrinho” (apelido que ganhei de um patrocinador dela). Porém, o que significa cachorrinho além de um ser fiel, leal e amigo? Não me ofendeu.
Soube somente hoje de um detalhe interessante, muitos perguntava para ela sobre mim, sobre o relacionamento que vivenciei, alguns espantavam-se por eu continuar sobrevivendo.
Agora, após de ter sido devastado implacavelmente por uma segunda onda de decepções, me sinto no dever cívico e moral de colocar este Tedê atrasado com a Cléoh, com quem me desculpei pelo súbito abandono que cometi, ela não conhecia nada sobre fórum e a joguei aqui sem apoiá-la como deveria. Esta semana, expliquei um pouco da minha história recente sem citar nomes, nunca cito nomes. Ela, absolutamente generosa, quis se desculpar por não ter percebido o meu infortúnio. Não, Cléoh, quem se desculpa sou eu.
Não exporei aqui detalhamentos sexuais, muitos outros Tedês já nos contam sobre a entrega de Cléoh na cama, sobre a sua vontade de agradar. Falarei sobre aspectos mais abstratos. Cléoh é uma mineira simples, carinhosa por natureza, de boa conversa, nunca me faltou com a verdade sobre a sua vida, sobre as suas dificuldades, isso me tocou, me fez querer resgatá-la. De certa forma, fui seu padrinho aqui no fórum, um padrinho que a abandonou logo após o batizado. Fui um mau padrinho.
As primeiras qualidades que me encantaram em Cléoh passaram pela meiguice, pelos seus beijos, por sua boa vontade, pela atenção que me dedicou. O destino trouxe um presente que eu recusei para prosseguir no flagelo. Ficar com Cléoh uma tarde inteira, como fiquei meses atrás, me deu a experiência plena de estar com uma namorada, foi um momento de serenidade depois de passar por infernos quase diários no meu último bad romance. Cléoh, quando diz que gosta de você, acredite que ela gosta mesmo, ela demonstra. E não é porque faz programa que seja incapaz de gostar, Cléoh ainda possui um bonito coração. É madura, quando existe tanta gente madura imatura por aí.
É possível contar com a sua companhia sem que a ganância esteja envolvida. É óbvio que ela precisa do dinheiro, mas também valoriza o ato de nos conhecer, de agradar, de nos ouvir (gesto tão raro). A última tarde que passei com ela há tantos meses, na sala que ajudei a conseguir, saboreei a sensação de estar em uma ilha paradisíaca, na melhor companhia que eu poderia ter. Cléoh não é somente uma acompanhante, é um presente.
Não termino este Tedê com um orgasmo, termino com um obrigado.