01 de Março de 2023 às 14:01
ALICE MARTINS (DUPLA)
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GABY FURTADO
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ALICE MARTINS (DUPLA)
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

GABY FURTADO
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Tem quem vá para o bar e fique a noite inteira na mesma cerveja. Tem quem goste de variar e curta a experimentação. Me enquadro em ambos os casos, mas tendo ao segundo, estou sempre atrás de novidades. Não posso ver uma cerva nova no cardápio ou no mercado que esta vai, automaticamente, para o carrinho (ou para o copo). Quando dá pra harmonizar com petiscos, pratos diferentes ou mesmo com outras bebidas, a experiência fica completa.

Com a mulherada, não é diferente. Tenho minhas preferidas, recorro a elas com alguma frequência, mas o que me anima mesmo são as novidades. Em um curso de mixologia, aprendi um pouco sobre a mistura de bebidas, o que despertou minha curiosidade e me estimulou a criatividade para misturar os diferentes aromas, paladares e sensações. Há cervejas espetaculares e clássicas que são combinações de receitas individuais. Entre bebidas e experimentações, pensei: essa porra deve também deve funcionar no mundo da putaria.

Sempre quis fazer uma dupla, mas queria que fosse com meninas que já tivessem uma dinâmica entre si para que a interação entre o trio fosse natural e interessante para todos, apesar do foco da brincadeira ser eu, claro :). A harmonização tem que ser precisa pra receita dar certo.

Comentei então com a Gaby minha vontade de fazer uma dupla.

Sozinha, a Gaby é uma Tripel: intensa e traiçoeira (no bom sentido). Qual seria a melhor pedida para harmonizar com ela? Ela me sugeriu uma amiga, uma morena de tons medianos e belos olhos verdes. Perguntei se já haviam ficados juntas e ela me respondeu que se pegavam direto. Imaginei a combinação, uma bela Tripel e uma... qual cerveje seria a amiga?

Quis o destino que a amiga cancelasse o encontro no dia combinado. A Gaby me avisou e sugeriu alguns nomes. Um deles me chamou a atenção de imediato, mas eu recusei, dizendo à Gaby que precisava pensar um pouco mais de tempo para pensar, que combinaríamos mais pra frente.

Fiquei com o nome da segunda menina na cabeça. Já nos conhecíamos de outro encontro. Fiquei pensando: se a Gaby era uma Tripel bem encorpada, frutada e de alto teor alcoólico, o que seria a Alice Martins? E mais, combinariam em uma degustação harmonizada?

Recordei que a Alice, uma loiraça intensa, volumosa e de paladar marcante, tinha um aspecto doce, de menina meiga. "Tão fofa que nem parece que trepa", uma amiga dela comentou. E é exatamente isso. A Alice é tenra, parece até um pouco tímida, tem um sorriso simpático e acolhedor e um olhar contrastante, um pouco melancólico e enigmático, mas na cama ela se revela, se entrega, mostra um lado fera. É isso, se a Gaby é um Tripel, a Alice é uma Stronge Golden Ale de alto teor alcoólico, uma cerveja ardilosa, que te atrai com um aspecto inofensivo, de cervejas mais leves, mas que esconde um ABV elevado e um paladar intenso, que posse inebrirar os incautos logo na primeira taça. Uma cerveja dos diabos, diz a tradição histórica. Era isso, eu ia ter a ousadia de misturar uma Tripel e uma Strong Golden em uma degustação guiada por muita putaria.

Fui recepcionado pelas duas quando a porta se abriu. Os olhares que me lançaram, meus amigos, difícil até descrever. Ficou claro que eu era a presa e eu ia gostar do abate.

Fui ao banho e quando voltei, não demoraram a me atacar. Enquanto uma beijava a minha boca, a outra beija minhas costas, minha nuca, minha bunda. Eu tentava coordenar minhas mãos, distribuir atenção igual às duas, mas as mãos se encontravam, uma deus indiana de muitos braços, uma criatura alienígena com muitas línguas. Os olhares famintos eram trocados o tempo todo. Foi tudo intenso. Enquanto beijava uma e tentava masturbá-la com meus dedos, outra abocanhava meu pau. Elas trocavam de posição, se beijavam tambem. Uma batia na bunda da outra enquanto era penetrada por mim. Já não sabia quem era quem. Beijava a Gaby Furtado, chupava a Alice Martins, era chupado pela Gaby Martins, comia a Alice Furtado, as duas me chupavam. Foi um caos delicioso. Importante ressaltar que elas interagiam entre si, o que aumentava o tesão. Faziam comentários, riam, davam sugestões do que fazer, comandavam, eram comandadas. Foi uma transa muito intensa e, sobretudo, divertida pra kct porque as duas são muito animadas, brincalhonas e adoram uma sacanagem.

Não quero entrar tanto em detalhes, mas sei que é importante pros confrades aqui. Posso dizer que rolou de tudo. Anal na Gaby, vaginal na Alice, oral da Gaby, Anal na Alice, oral em uma enquanto a outra quicava no meu pau, boquete duplo, masturbação dupla, tripla. Alguns momentos foram momentos foram marcantes, como quando a Gaby tentava me finalizar no oral enquanto eu masturbava e chupava a Alice. Depois trocamos. A Gaby subiu em cima de mim e fiquei chupando enquanto a Alice me fazia um boquete destruidor. Quando gozei, nem consegui ver o que tinha acontecido, pois a Gaby bloqueava minha visão. Ouvi apenas ela dizer: xiiiii, fez uma bagunça da porra e depois riu. Quando ela saiu de cima de mim puder ver a Alice toda gozada. Na boca, nos cabelos, no rosto. É, amiga, ele fez uma bagunça. Olha que sujeira. Ela riu e foi se limpar.

No fim ainda ganhei um brinde. Não posso dizer o que é, pois a Alice me proibiu de contar.

Recomendo fortemente o atendimento em dupla. Foi minha primeira vez e fiquei muito satisfeito. Foram 2 horas intensas, ininterruptas de muita pegação simultânea. Quem nunca fez, sugiro estrear com essas duas diabas. Foi foda pra caralho.

No fim, a harmonização deu muito certo. Alice e Gaby harmonizam por semelhança, por mais que tenham suas particularidades. Essas doses duplas de Tripel com Strong Golden estão na minha imaginação até hoje.