03 de Março de 2023 às 16:01
JULYA SANCHES
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

NãO SEI

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Após o sabático período pandêmico finalmente rumei ao sevilhano hotel para uma epopeia homérica. Como um virginal neófito permanecia com a incógnita quanto à escolha previamente agendada no dia anterior. O primeiro encontro é sempre um salto no escuro, sobretudo, ante a ausência de referências sobre a escolhida. Enredado destas dúvidas, bato à porta do quarto e sou recepcionado por uma musa de biquini verde neon que reluzia na penumbra do quarto. Perguntou se deveria tirar o batom. Como estava embevecido, resolvi experimentar o sabor dos lábios molhados e então sucedeu o inesperado. Uma correspondência de línguas, lábios, movimentos, abraços e acolhidas. Parecia estar vivendo um quadrinho do Milo Manara roteirizando um conto do Appolinaire ou do Pierre Louys. Foi um momento de enlevo onde cessou tudo que a musa antiga cantava. Um momento eterno em si mesmo culminando com a musa se ajoelhando e abocanhando a criança sem as mãos. Vou dispensar delongas sobre a qualidade da felação resumindo apenas que me obrigou a retribuir na mesma altura. Comecei de forma trôpega ainda ao sabor da dúvida sobre o sucesso da operação. Ela compreensível começou a enviar aqueles pequenos sinais de acolhida que intensificam a operação. Assim coordenados e imbuídos em alcançar o nirvana, atingimos o clímax com ela se contorcendo. Em seguida, namoramos mais um pouco até ela voltar a me excitar com a boca e sem as mãos com uma perícia tal que não me restou tempo de concluir o projeto inicial. Ainda namoramos um pouco mais, ela ainda tentando me reanimar. Mas esta fase outonal da minha existência impediu a repetição. Sou forçado a concluir que uma hora com essa musa é insuficiente e que a minha precipitação e ansiedade não podia dar outro resultado que não seja: continua no próximo encontro,