BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Antes do anúncio da festa, pretendi fazer esta exposição numa das mesas do Bar do Zezé. Imaginei que a moça de quem eu era próximo me ajudaria na organização e na divulgação desse evento informal, mas, como era de se esperar, ela não demonstrou o menor interesse nisso, nem sequer postou no tópico onde informei a possibilidade desse encontro. O que posso dizer? Há pessoas que preferem lives aos livros, que preferem mentiras à ficção, há quem prefira criar inimizade a pedir desculpas pelas decepções que causa.
Quando foi estipulada a data da festa, o nosso Brand me sugeriu que eu fizesse o relançamento no evento oficial do Arena, um gesto de grande generosidade comigo e que agradeço muito. O Brand é um leitor de bom gosto e aprecia literatura. Acontece que sou péssimo para organizar até pelada de várzea, me falta uma assessoria nisso e tive a sorte de receber a surpreendente consideração da linda Cléoh, que logo se ofereceu para me dar um apoio na ausência do apoio que de quem eu esperava que fosse mais sensível.
Vejam a diferença, a moça que deveria se importar desprezou completamente a possibilidade de promover o meu trabalho e a Cléoh, uma amiga que pouco vejo, estendeu-me a mão para colaborar comigo. Isso conta muito e revela onde reside a verdadeira nobreza.
Cheguei cedo ao evento histórico do fórum, poucos presentes, terminei concluindo que seria um ambiente muito disperso para apresentar os livros e que eu ficaria preso, não aproveitando para conhecer e cumprimentar a galera presente. Enganei-me, pois depois que fui embora soube que muitos quiseram saber sobre o livro, cometi um equívoco de julgamento.
Ao desistir de expor os livros, pedi a Cléoh para permitir que eu largasse a mochila com o peso de dez quilos de livros no apartamento dela. Cléoh, em sua doçura, assentiu imediatamente. Para retribuir ao carinho da menina, decidi fazer um TD, seria uma forma para agradecê-la.
Infelizmente, devido a um problema crônico de saúde, venho me sentindo cada vez mais indisposto para o sexo, as ondas de desejo que me atingem são esparsas e incertas, Pikachu é um apêndice mais morto do que vivo no meu corpo castigado. Atualmente, prefiro me aproximar de meninas com capacidade de compreenderem a minha situação física e investir mais em um momento de carícias do que de sexo. Lamentavelmente, garotas com esse perfil são raras, mas a Cléoh é uma delas.
Ficamos, eu e ela, por um breve período, aos beijos, amassos, linguadas e criando um jogo de provocações eróticas. Cléoh é uma menina muito carinhosa e quem a conhece sabe disso. Arrependo-me de falhar em conviver com ela desde que está aqui, sabendo que eu é que a trouxe para o fórum. Tenho essa vocação infeliz de preferir megeras a princesas.
Ejaculei motivado pela punheta habilidosa que ela me aplicou. Precisava levá-la rápido de volta à festa para que ela não perdesse a oportunidade de desfilar para os olhos que daqueles que ainda a desconheciam. Fez sucesso, ela merece.
E por que fiz comparações neste relato? Alguns poderiam considerar deselegante, mas senti a necessidade realizar um contraste para que todos compreendam que algumas meninas conseguem preservar a humanidade e a sinceridade, mesmo trabalhando em uma profissão desgastante.
Cansado, precisei ir embora mais cedo e ela me propôs fazermos um lanche no McDonalds. Topei. É incrível como algumas meninas nos tratam tão bem e outras tão mal, o mais inacreditável é que muitas vezes insistimos em quem nos serve veneno e deixamos de lado quem deseja nos oferecer mel. No fim, acho que não sou muito inteligente.
Foi uma noite bacana, eu e Cléoh nos despedimos e voltei um pouco mais alegre à bucólica Tijuca.