15 de Março de 2023 às 20:17
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

NãO

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

ALICE DURANT - CHARDONNAY

Reserva * 93 pontos DB - Dionízio Bacco


Só mais um dia no paraíso!


Conheci a Alicinha, como ela é chamada pelo amigo MRio, na festa do Arena, no pouco tempo que fiquei fizemos uma breve resenha, eu claro, sentei ao lado dela, conversamos um pouco, tentação de chutar o balde e fazer um pernoite com ela – infelizmente tenho limitações.

Fiquei encantado com ela, usava um vestido rosa colado, cheirosa, uma voz deliciosa e linda demais, não resisti e deixei marcado nosso encontro.

Em conversa ela confidenciou que não tem o hábito de beber vinho, então optei por um Aquarela Casa Perini – ela gostou, esse nunca desagrada.

No dia marcado confirmo pela manhã, no horário ela me recebe pontualmente, a porta se abre, ela sai de trás, me abraça apertado e me tasca um beijo intenso, daqueles bem pegados – eu não estava preparado – fico inebriado por alguns segundos, ela usava a lingerie vermelha da foto – PQP, QUE VISÃO!



Eu inebriado, Bago impaciente, respirei fundo, pedi para ela colocar o espumante na geladeira, ela me deu uma toalha e fui tomar banho ainda sob o efeito do seu beijo, estava preparado para Alicinha – um docinho segundo MRio e fui recepcionado por uma leoa.

Na volta do banho não teve conversa, beijos pegados e suculentos, enrosco de pé, encaixamos como duas peças de lego na pressão, a parte de cima da lingerie é de uma praticidade, sentia seus biquinhos duros, cheguei para o lado e como me deliciei, segue o enrosco com o Bago prensado naquelas coxas, ela se vira, rebola – PQP!

BLACK

A parte de cima já foi, ela se vira, mais beijos, vou descendo e tirando sua calcinha – PQP, QUE GRELINHO LINDO! Abocanhei e chupei como um delicado morango, doce e cheirosa.



Fiquei literalmente de joelhos, com ela apoiada em mim com uma das pernas levantada, gemia e se tremia, a intensidade aumentou, ela me puxa, nos beijamos e fomos para a cama, corpos enroscados, muitos beijos e pegação, ela segura o Bago e começa um oral delicioso, pressão na medida, engolidas precisas, fiquei passando a mão na ppk dela, molhadinha – me deu muito tesão, foi preciso parar ou queimava.

Mais beijos, com ela deitada volto para devorar aquele doce moranguinho, fico no grelinho, ela se contorce, me aperta com as pernas, geme alto, lá vem mosto – um néctar.

Bago latejava, camisinha posta começamos com ela vindo por cima, sentando-se devagar, sentindo o Bago entrar lentamente e se acomodar – PQP – QUE SENSAÇÃO, ela rebola lentamente, se abaixa e me beija – sua ppk pulsava com o Bago todo dentro.

COME UNDONE

Depois de alguns minutos ela começa a acelerar e quicar – que cavalgada gostosa, ela se inclina toda, rebola com mais força, eu me inclino e nos beijamos, seguro sua deliciosa bunda e também ajudo no movimento – QUE PELE DELICIOSA DE TOCAR ELA TEM!

A vontade de finalizar era imensa, mas a vontade de continuar e saborear era maior, mudamos de posição, ppmm encaixou bem demais, estava tão molhada, mas ao mesmo tempo tão apertada, o Bago entra na pressão – fico socando lentamente e fundo, beijando sua boca, pescoço seios, ela me abraça com as pernas, o Bago pulsava, tentava abstrair para não finalizar – deu certo – sobrevida.

Agora ela fica D4 – PQP 1.000X! – Com poucos minutos estava com as pernas bambas, Bago parecia uma garrafa de champagne com a rolha emperrada – a pressão era grande – mais sobrevida, ficamos de ladinho sem tirar, começo socando devagar – ela rebola e joga a raba na minha direção com pressão, se vira e me beija mordendo minha boca – finalizo aos urros – PQP – saiu do Bago um pedaço da minha alma junto.



Ela me abraça, me beija, respiro, ela me ajuda a me limpar, depois foi buscar o espumante, bebemos e brindamos nosso primeiro encontro – nem preciso dizer que vai ter repeteco.

As horas passaram voando – PQP (acho que bati o recorde de pqp hoje) – fui para ficar uma hora, estouramos duas, conversamos um pouco, novo banho e rua, fui correndo trabalhar – já estava atrasado.


A Alice é uma deliciosa e intensa Chardonnay!



Os franceses das regiões da Borgonha e Champagne se autoproclamam descobridores da uva branca Chardonnay. Ampelografi stas (cientistas especializados no estudo das vinhas e uvas) divergem, contudo, desta visão, por conta de pesquisas que apontam que a casta teria surgido no Líbano e na Síria, para apenas depois ser levada à Europa por soldados das Cruzadas.

A Chardonnay é a uva branca de maior sucesso em todo o mundo e está para os brancos assim como a Cabernet Sauvignon para os tintos. A casta criou fama na Borgonha, onde há vinhos maravilhosos, incrivelmente elegantes e complexos. No Novo Mundo, consagrou-se na Califórnia, Austrália, Chile, Argentina, África do Sul, Nova Zelândia, Brasil e muitos outros locais.

Certamente a mais famosa e popular das uvas brancas, a Chardonnay é uma casta que pode assumir diversas personalidades, dependendo de onde é cultivada e como é vinificada.

Considerada a rainha das uvas brancas, é a matéria-prima dos grandes vinhos brancos franceses da Borgonha – os mais caros e disputados vinhos brancos do planeta. É uma uva neutra e de fácil cultivo, sendo encontrada em praticamente todas as regiões produtoras de vinho ao redor do mundo.

A Chardonnay é fruto de um cruzamento natural entre a uva Pinot Noir e a casta Gouais Blanc, e seu nome é o mesmo que o de um vilarejo perto de Uchizy, na região de Mâcon, no sul da Borgonha. A uva é reconhecida desde o século XVI, quando era plantada do extremo sul da Borgonha até Champagne. Os vinhos elaborados com a uva Chardonnay podem ter os mais variados estilos que caracterizam um branco: desde leve e neutro aos mais encorpados e longevos, passando pelos espumantes e até os vinhos de sobremesa.

Os aromas dos vinhos Chardonnay podem variar bastante de acordo com a região e o estilo desejado pelo vinicultor, apresentando toques de maçãs verdes, melão, abacaxi e limão. Na boca, desperta a sensação de maciez quando cultivada em lugares mais frios; e untuosidade (sensação amanteigada), oleosidade e baunilha, em locais mais quentes.

Os vinhos mais simples, como alguns da América do Sul e sul da França, podem ser servidos mais gelados e devem ser consumidos ainda jovens, enquanto os melhores vinhos podem durar décadas e necessitam de uma temperatura mais alta, em torno de 12o C, para mostrarem todas as suas qualidades. O maior exemplo de todos é o grandioso Montrachet, que pode evoluir por décadas... E custar pequenas fortunas!



Alice minha linda, obrigado pelo encontro e até a próxima degustação!!!



"Se te censuram, estás bem,
P’ra que a sorte te perdure;
Mal de ti quando ninguém
Te inveje nem te censure!"
_________________________________________
Há duas coisas que precisam ser degustadas com muita calma e paciência para serem devidamente apreciadas: vinho e mulher.
Santé!





#280