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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Já tive a oportunidade de estar com a Maya algumas vezes, numa das últimas, nos encontramos na rua e a cumprimentei com um beijo no rosto e um abraço. E ela reclamou por não ter dado um beijo na boca, me chamou de marrento por isso, mas a real é que eu não sabia que podia!
Cada encontro a gente vai se conhecendo e se descobrindo. Temos afinidades que não ficam só no sexo, o que facilita a conversa e a aproximação. Mas antes desse encontro tivemos uma briga boba. Talvez não tenha me expressado de uma maneira clara. Por isso, ficamos alguns dias sem nos falar e obviamente sem nos vermos. Decidimos marcar para resolver essa situação. Novamente combinamos de nos encontrar nas imediações do seu local. Quando a vi de longe vindo em minha direção, com roupa de academia, cabelo preso, soada, bebendo água e sem muita produção, fiquei derretido e sorrindo igual um idiota. Ela me retribuiu com sorriso lindo e eu pensei que ela não estivesse tão chateada. "Que bom", supus. Ao chegar perto, ela me deu o troco: me beijou no rosto. Falei que agora a marrenta era ela, mas me falou que ainda estava bolada comigo e tomei uma escovada (aquele esporrinho básico) na rua, até chegar no prédio.
Subimos juntos e ao entrar no seu apartamento, conversamos mais um pouco sobre o que tinha acontecido, me expliquei e ela também. Logo depois, já estava me falando sobre sua vida. Em determinado momento eu já estava surdo, sem meio que entender o que ela falava e querendo beijar aquela boca, e quando ela estava no meio de um assunto, roubei o beijo que queria dar na rua. E foi bom que não rolou em local público! Perdi áudio e vídeo naquela hora, começamos uma franca trocação onde cada um dava um golpe que o outro acusava. Beijos, apertos, pegadas, mordidas e passadas de mão de ambas as partes. Não dá pra saber o que era aquilo, nossos corpos grudados, sem saber onde exatamente começava um e terminava o outro. Talvez tinha um pouco de saudade e raiva dos dois lados. Cada vez foi ficando mais intenso e Maya começa tirando a minha camisa, me puxando contra seu corpo, passando a mão nos meus braços, ombros, nuca, cintura, arranha minhas costas e fala algumas gracinhas no meu ouvido. Chega a falar que eu estava cheiroso e ela soada, perguntou se eu tinha tesão em roupa de academia, mas o meu tesão é nela! A jogo na parede e começo a tirar sua roupa toda, ali eu estava tomado por um instinto animal, é verdade. A "porrada" come, com mais beijos, apertões, pegadas, sarradas e ela me olha sorrindo, dizendo que está molinha. Nesse momento os dois já estavam soados e ofegantes, perdemos alguns minutos ali, na real ganhamos.
Achamos que melhor terminar esse assunto no ar de seu quarto e assim fazemos. Entramos, e a jogo na sua cama. Ficamos um bom tempo de namoro e os beijos ferozes deram lugar para os mais carinhosos possíveis, as pegadas para toques suaves entre nós dois. Minha língua lê o corpo dela em cada detalhe. Chupo sua língua, mordo sua orelha, beijo seu pescoço, seus peitos, barriga, quadril, cintura, mordo as pernas, pés, virilha e finalmente chego em sua buceta. Particularmente, gosto muito dessa parte e me dedico a ela. Assim que coloco minha língua no seu grelo, logo no primeiro toque, ela bota a mão na cara, se contrai, me xinga e recolhe a perna. Aos poucos volta ao normal e a cada movimento Maya se contorce, puxa o lençol, faz carinho na minha cabeça e depois de algum tempo começa a tremer. Me pede um beijo na boca, nos abraçamos muito apertado, e pra falar a verdade fico preocupado, porque sou um cara grande e com receio de estar muito pesado, machucar, por isso não jogo o peso todo em cima dela, mas Maya me puxa contra seu corpo, me olha nos olhos e me beija deliciosamente, molhado e quente, sem pressa. E num papai e mamãe maravilhoso começamos a fuder num ritmo lento, fui empurrando meu pau buceta a dentro, com cuidado, devagar e ele parecia desbravar mais e mais a Gueixa, ela sorri e me beija mais.
Aos poucos o ritmo foi acelerando de novo e ficando mais intenso. Maya queria que eu a comesse beijando sua boca. Joguei as pernas dela no meu ombro e depois de algum tempo assim, mudamos de posição e ela vem por cima, me obrigando a não gozar. Quica, maltrata, me aperta e a todo hora me pede beijo. Dessa vez não quicou com força, foi no amor e isso me arrebentou. Tive a tranquilidade de um monge pra não gozar ali, mas quando ela começa a me chamar pelo meu nome verdadeiro, me olhando no fundo do olho, segurando minha nunca, me apertando no ombro, no peito, no braço e falando mais algumas coisas legais, eu sei que não vou conseguir me segurar muito tempo. Peço arrego e mando ela parar e nada de me obedecer, me xinga, geme, me pede pra aguentar mais, mas a seguro com firmeza, olho no olho dela e digo "precisamos parar". Tiro ela de cima, como numa raspagem do Jiu-Jitsu e damos um tempinho, ficando de love para que eu consiga voltar pro jogo sem queimar a largada. Voltamos a nos beijar, ela por cima, se esfregando em mim, a gente soado, pincelando meu pau na portinha toda molhada, achamos que era a hora de botar de novo. Maya pega meu pau sem cerimônia, sem pedir licença e senta firme, com maestria, rebolando demais. Seguro firme seu quadril, faço fortes movimentos nele puxando pra frente e empurrando pra trás, hora dou tapa na bunda, puxo cabelo, beijo na boca, pescoço e peço pra ela me olhar, ficamos alguns minutos nos encarando e ela começa a revirar aqueles olhos maravilhosos. Ela sai de cima e depois de recuperar o folego, apela: cai de boca no meu pau. Passa a língua, cospe, faz garganta profunda (nesse momento solta muuuuita baba nele me olhando). E assim como ela cospe nele, ele retribui o favor, cuspindo nela, gozei pra caralho. Maya faz sua higiene no banheiro, me cobra que eu a deixei descabelada, se penteia e deita do meu lado me abraçando.
Foi tudo tão intenso que não nos tocamos que fizemos tudo isso no "mudo". Seu iPod estava desligado durante esse tempo todo. Eu e Maya temos um gosto parecido em relação a música também e colocamos as que gostamos quando estamos juntos. Me pede pra colocar uma playlist, tivemos mais uma DR e depois já estávamos bem, rindo e nos beijando. Nos preparamos para os outros rounds que estavam por vir e realmente vieram. Fudemos com agressividade (inclusive, em determinado momento, peguei a perna dela de uma maneira mais forte que chegou a gritar e fiquei preocupado de ter machucado de verdade, mas na mesma hora ela me tranquilizou dizendo que estava bem) e transamos devagarzinho também. Teve mais quicada, de ladinho de frente, de quatro (ela com o rosto no colchão), papai e mamãe, conversas sobre os mais variados temas e rolou até uma aposta que ela perdeu e vai ter que se virar pra cumprir o que está me devendo.
Na hora de ir embora, beijos intermináveis, abraços apertados e muito carinho. Conversamos muito na porta e saio de seu apartamento com saudade e ansioso para o próximo encontro.
A língua portuguesa é extensa, mas limitada ao ponto de não existir elogios aceitáveis que tenho pra ela. Talvez eu tenha que aprender japonês.
