18 de Abril de 2023 às 01:39
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

NãO

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

TALVEZ

- O homem é livre para fazer o que quer, mas não para querer o que quer. - Arthur Schopenhauer

Segunda-feira, por volta das 21:00, tempo quase se esgotando para iniciar a cerimônia diária de repouso. Afinal, poucos podem-se dar ao luxo de ceder aos desejos da carne nessas condições.

Por circunstâncias do acaso e do jeitinho, tenho tempo e dinheiro de sobre pra gastar com um jantar saboroso. Desembarco no deposito da Lapa, ao lado do Hotel Selina, compra uma cerva Pilsen e abro o Photoacompanhates. - Vamos ver o que tem pra hoje - penso.

Não sei se os confrades vão concordar, mas existe uma certa impessoalidade em marcar uma transa com uma desconhecida por fotos de um site, onde ao mandar mensagem, ela responde quase que roboticamente. Não tem muito como saber o cheiro, como medir a simpatia, a pessoalidade, a vibe, a troca. É por isso que eu amo uma puteiro! Luz piscando, musiquinha, bebidas alcólicas variadas, mesa de sinuca, outros confrades e o melhor de tudo, a opção de se entrosar como uma e outra e que vença a melhor! Ou aquele que fizer o cobra subir com mais facilidade.

Bem, nesse clima de reflexão, sigo para a 502, caso em que entrei nesse dia pela segunda vez, mas sem consumo do produto ainda.

Outra vez, em clima mais de noitada ao aguardar meus camaradas de uma terra distante chamada Realengo, lar das Flores (onde tenho carteirinha), passo em frente ao 502 e pergunto "- A casa ta boa hoje?" Meu querido e simpático guardião da putaria me responde "- Tem 25 mulheres!" Peguei minha comanda e subi convicto! Ao adentrar a recepção, uma loira magnífica já me fita o olhar. Rosto bonito, angelical, voz mansa e terna e uma poupança que renda mais que a taxa Selic. Já chegou acariciando, não queria deixar nem eu passar pela porta para o salão. Justo, a concorrência era grande! Quase pegando o primeiro pedaço do bolo, me esquivei e cai pra dentro do salão. O guardião não mentiu, a safra era boa! Uma outra gostosa conversando com um camarada me olhou, deu aquele encarada. Era meu número, mas ainda não.

Fui até o bar, peguei minha cerva e fui para o outro ambiente da sinuca. Tinha uns 4 ou 5 camaradas ali, todos juntos e o cabaré todo em volta. Pensei - pelo naipe, são frequentadores assíduos, talvez até confrades. Retornei para o outro salão e sentei. Sou abordado por outra beldade, negra, sorriso bonito, corpo padrão e simpática. Conversamos por um tempo, Mas fui interrompido por uma mensagem que me convocou ao destino original. Tempo esgotado.

Na minha mente ficou aquela bela imagem daquele dia e eu voltaria.

Segunda-feira, dia 18/04/2023 com muito oportunidade e sem nada a perder, após desinteresse e pela roleta russa que é o Photoacompanhantes, partiu 502.

A casa estava com menos da metade do elenco anterior, apenas 11 bonecas. Não desse tipo que você pensou. Hoje não era o dia. Mas o elenco ainda assim era interessante, mas lá estava ela, Melissa, a loira da poupança rentável. Porque minha gente, aquela raba intimida. Sorri pra ela, ela sorriu pra mim e não perdi muito tempo. Eu sabia o que queria naquele momento e ela também. Conversa breve pra quebrar o gelo e subimos para o quarto. (Confesso ser o melhor quarto que já fui. Parece suíte de motel, mesmo o mais simples.) Banho tomado, deitado na cama como vim ao mundo e lá vem ela também já despida. Beijo de língua quente, carícias, membro irrigado e ela lambeu, chupou, fez com vontade. Precisava me aproximar mais daquela bunda colossal e fomos pro 69. Depois, a fiz virar e executei meu melhor movimento, o beijo na perseguida. Ela me abusou ali até eu cansar. Camisinha no boneco, e parti, então para a visão privilegiada da menina de quatro. Tentei uma, tentei duas, tentei quinze... O membro já não respondia. Tenho sérios problemas com camisinha... Triste por perceber que não iria funcionar, tento o tradicional frango assado. Com persistência obstinada, eu consigo. Me dedico por ali, novamente até cansar, porque a camisinha fez o que faz de melhor além de prevenção contra sérias consequências, que é broxar o sujeito.

Me dei por satisfeito, deito, conversamos bastante, rimos, rola umas caricias e uns beijos, Melissa o tempo todo pareceu gostar da minha presença ali até que, "- porrada na porta". Era hora de partir. Prometi retorno, amor eterno e me despedi sem gozar.

Na saída encontro dois sujeitos que entram na casa, desistem e resolvem ir para outro cabaré. Pensei em ir junto, mas já era segunda-feira, 22:00 e o despertador não perdoa. A voz da sensatez falou mais alto, segui em frente.