BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
TALVEZ

Bordeis da categoria Trash são para homens que mijam em pé. Não aconselho para aqueles que apreciam lençóis de cetim e travesseiro de pena de ganso, é preciso fibra e um sistema imunológico forte para encarar um trash.
O maior problema do trash é que você transa com a mulher e com os ácaros. Não se surpreenda se os ácaros gozarem antes.
Noite de segunda-feira, mihnas botas pisavam as calçadas noturnas, penumbrosas e, em alguns trechos, mergulhadas na mais profunda escuridão. A libido havia me atacado subitamente no fim da tarde, despertou-me a necessidade de tocar a textura aveludada do corpo de alguma mulher, de sentir uma boca na minha boca. A vida exige coragem — escreveu Guimarães Rosa.
Enquanto eu caminhava a esmo, aquele fluxo de pensamento desordenado que atinge pessoas na terceira idade trafegava em minha mente. Só se alcança o sucesso quando conquistamos inimigos, eles são os maiores publicitários do nosso marketing pessoal; só se chancela a própria inteligência quando as nossas opiniões despertam a ira da massa ignara. Acredite, forista sem fé, você é um vencedor quando os fracassados tentam sufocá-lo e capitulam diante do seu poder de projeção.
Entrei no Bombeirinho (Rua da Conceição, 116) e me surpreendi com a casa lotada, botando gente pelo ladrão, em plena segunda-feira despovoada do Centro da Cidade. Infelizmente, o caos e os quartos extremamente precários (apesar de possuírem chuveiro), não me convenceram a ficar. Retornei às ruas e migrei para a 210 na Rua Uruguaiana.
Noite amena de outono, escalo as incontáveis escadas do velho sobrado e alcanço a pista da boate. Ao contrário da muvuca presente no Bombeirinho, a 210 encontrava-se mais tranquila, com um fluxo menor de clientes, mas com presença de fêmeas que me despertaram o interesse imediato.
Avistei uma morena de corpo irretocável, longos cabelos negros, olhos reluzentes, coxas grossas e uma bunda que poderia ser capa das melhores revistas de nu feminino. Linda. Avancei para abordá-la.
Manu não faz anal, apesar da bunda de curvas incontidas, mas beija na boca com dedicação, chupa e não demonstrou restrições inconvenientes quando a entrevistei. Seus 21 anos de idade refletem-se nos seios pequenos, empinados e firmes. Recheei a menina com boas doses de uísque antes de reservá-la e então pedi uma alcova.
Quarto espaçoso, cama de casal e milhões de ácaros acomodados no colchão para participarem do ato em um ménage digno de ficção científica. Manu me inaugurou com um beijo de fazer defunto cremado ressuscitar, Pikachu — o breve — manifestou ereção imediata.
Pedi para que se deitasse e lambi aquela vagina jovem, quente e úmida como quem sorve um gomo de laranja doce. Manu apertava a minha cabeça entre as pernas, gemia baixinho, se contorcia, até que seu corpo todo estremeceu e ela gritou que estava gozando.
Inverteu a posição, empinou a bunda de frente para os meus olhos incrédulos com a perfeição daquele par de nádegas emoldurado por marquinha de biquini, formando esferas perfeitas. Abocanhou meu combalido pênis com a fome das piranhas do Rio São Francisco. A menina chupa muito, incansavelmente. Ao mesmo tempo que lambia meu pau de cima abaixo e o enfiava inteiro na boca, também me punhetava com as mãos hábeis de quem conhece o ofício. Já não tenho muita resistência, não houve concentração que impedisse o inevitável, gozei em um jato tão intenso que devo ter dizimado milhares de ácaros que flutuavam em torno da cena.
Manu teve o carinho de limpar com lenços umedecidos o banho de sêmen que me inundou, tascou-me mais alguns beijos e nos despedimos.
Retorno às ruas, o Centro vazio, submerso em um silêncio digno dos mais respeitáveis sepulcros. Entro no metrô ansioso por rever a minha bucólica Tijuca.
A aventura continua...