03 de Junho de 2023 às 10:09
YASMIM GêMEA
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM



Salve, meninos e meninas…

A vida nos leva a encontros e reencontros que por vezes confundem nossa memória.

Quem nunca viveu algo novo com a estranha sensação de já ter estado naquela cena?

Quem nunca se deparou com outro alguém com a nítida sensação de de já estado com o desconhecido?

Pois a vida no sexo furtivo não é diferente e também nos repõe em capítulos arquivados no imaginário.

Foi assim com a Yasmim, a gêmea, com que estive por estes dias em seu “cantinho” na 13M47.

Tempos atrás, quando ela surgiu em labuta no Largo do Machado, fiz de sua imagem um alvo.

Menos pelo fetiche do atendimento ao lado irmã, temporariamente fora de combate, mais por sua silhueta.

Me excitava vê-la de costas, toda composta, pelo longo, escovado, bunda redonda e pernas torneadas.

Fantasiei cenas e criei momentos tão cheio de detalhes que jamais consegui protagonizar.

Coisas da vida…

Até que este espaço me reconectou com a personagem e o acaso me fez prisioneiro do imaginário.

De novo!

Uma desmarcou porque acordou com dor de cabeça, a outra levou tempo para responder e… pronto!

Em minutos lá estava Yasmim a me receber em lingerie rosa, espartilho, salto alto e jeitinho de menina fatal.

Uma doce.



Corpo bem feito, bunda redonda, peitos pequenos, pernas torneadas, traços bem feitos, rosto exótico…

Yasmim beijou minha boca e acho que fez bem ao regular a entrega de sua língua à minha sede…

No entanto, o freio travou as asas do morcego que voa de acordo com a sedução e lascívia feminina.

E isso não é uma crítica a Yasmim ou algo que desabone a qualidade do serviço prestado - não é isso!

Ela explicou estar incomodada com os dias frios e o que parece ser uma alergia lhe traz certa falta de ar.

E por isso seus beijos têm sido mais comedidos - sem frescuras, mas também o doce veneno da luxúria.

Ainda assim, queria devora-la por inteiro, beijando-lhe as entranhas e me escondendo nas grutas daquele corpo moreno.

Que menina boa de cortejar… de dizer aos ouvidos que ela é gostosa, de acarinhar peitos, barriga, virilha, vagina e anus - minutos deliciosos numa bela manhã de outono.

Deitei-a de bruços na cama de solteiro encostada à janela e enquanto os raios de sol e a brisa da manhã rasgavam a cortina eu passeava pelas corpo da Yasmin.

Ela, já sem a conjunto rosa, se abriu para meu deleite. Ensandecido, chupei-lhe a vagina, o precioso, e depois de mordiscar-lhe as popas pedi a capa para penetra-la.



Acreditem: Yasmim interpreta o papel da tímida sedutora e faceira. E quando ela sr sentou sobre meu pênis ereto, e começou o rebolado lamentei ter visto Neil Armstrong pisar a lua e Pelé ser coroado Rei.

Antes de explodir de prazer, pedi o precioso, e fui atendido. De pé, empinada na beira da cama, ela prepara pênis e anus com lubrificante e diz, candidamente: vem.

Agora, juntou-se a Neil Armstrong e Pelé a porra do “Capitão Aza”. Se eu tivesse nascido uma década mais tarde, não teria sido telespectador do apresentador dos desenhos animados em preto e branco da extinta TV Tupi…



Logo, teria conseguido irrigar o corpo cavernoso do meu pênis com a pressão suficiente para penetrar o cuzinho lindo da Yasmim. Fracassei!

E ela, percebendo a frustração, tirou a proteção, levou o membro à boca e o recalibrou. “Vem, mete na frente de novo… depois você volta!”

Enrijecido, voltei à vagina aquecida e lubrificada, socando com aquele sentimento de macho alfa com o orgulho ferido. Yasmim esboçou um gemido de menina e enquanto empurrava o corpo para trás eu liberava espermatozóides carentes.

Pela primeira vez senti o choque de realidade provocado pela PIA (Porra da Idade Avançada). Yasmim, porém, me acolheu com palavras animadoras e encerramos a sessão com um papo ameno, relaxado.

O apartamento é claro, arejado e com uma energia boa. O banheiro é ótimo, espaçoso, com água quente. São dois quartos - o outro ocupado pela Helô. A recepção da Yasmim me deixou à vontade. A ponto de eu deixar o lugar com a sensação de já ter vivido com ela tudo aquilo. Fui despachado com um beijo mais convidativo do que o da chegada. E ele veio acompanhado de olhar singelo e uma pergunta de resposta fácil: “Você volta?”

Não se esqueçam: sexo é poesia…