10 de Junho de 2023 às 19:29
BEIJO

SIM - NãO GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

NãO

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

NãO

MINISSÉRIE: QUEM É DO MÉIER NÃO É BOBÉIER

Penúltimo episódio


[3] Meia maratona

Salve salve!

CONTEXTO

Tava tudo certo na minha saga exploratória ao charmoso bairro do Méier. No último episódio da série eu tive com a Tah Bianca.

O Dionizio esteve com a Alice numa ocasião do Baco in Méier e fez a recomendação.

Mas nem sempre o trem sai bunitin.

CONTATO




LOCAL

Prédio empresarial. Perto do viaduto. Tranquilo de acessar. Sala limpa e organizada. Tem uma antessala de espera banheiro comum. Cabines com divisórias que quase chegam até o teto. Dá pra ouvir tudo das atividades na cabine ao lado como se fosse um surubão. A cabine tem maca e colchonete (ou tatame) no chão. Uma luz rosada é o que livra a gente das trevas profundas.

ALICE

Novinha. Deve ter vintão. Deve ter uns 1,60 m tem pele morena clara e cabelos pretos. Seios grandes, com areolas grandes. São flácidos, mas pra mim isso não desabona em absolutamente nada. Tem bunda 3D, durinha que harmoniza com as coxonas, de mesma dureza. Tem pepeca apertada. Achei o rosto (sem nenhuma produção) bonito.





MARATONA

Ela estava de jaleco branco e abaixou para fazer um oral em mim. Uai, mas já? Nem teve amassos! Nem sequer tirou o jaleco. Perguntei se beijava e ela respondeu que sim. Me tascou um desentupidor de pia. Lábios bonitos e gostosos. Mas foi breve. Desceu e recomeçou. Parecia estar obstinada a fazer o oral em mim.

“Ai ai, diacho, devagar. Devagar com a pressão!”

Tive que pedir para ela regular aquela chupada que pareceu uma “bomba de vácuo”. Com a pressão regulada ficou gostoso. Estava molhadin o suficiente.

Eu mesmo peguei uma das camisinhas de posto que estavam sobre a maca. Encapei a vara e ela disse:

“Quer como? Melhor: deita aí que eu vou sentar!”

Fiz cara de quem tava tentando entender a dinâmica da coisa ainda, mas cooperei.

Ela passou fel e fez uma cavalgada reversa muito boa. Subia e descia controlando, sem deixar escapar. Depois de algum tempo assim, pedi pra ela cavalgar virada pra mim. Ela topou. Começou, mas não deu muito certo. Ela meio que deitava sobre mim, mas não conseguíamos engatar uma sequência de estocadas. Falta de experiência ou de paciência.

Aí fomos pra o tradicional PPMM. Ela é gostosa, mas sua entrega não foi boa. Ficava meio estirada. Começou a virar o rosto. Aí começou a meia maratona. A meteção foi se estendendo. Tava gostoso. Com a persistência ela começou a gemer como quem estivesse gostando. Mas não fiquei convencido. Não curto muito o estilo “se serve aí”.

Depois tentei inovar pra ver se algo melhor acontecia. Mudamos para de quatro (antes ela passou mais gel). A posição é boa, a bunda durinha ajuda a dar aqueles estalos. Mas tava difícil de gozar ainda. Pedi para meter com ela em cima da maca e eu em pé no chão. Altura boa. Primeiro ela ficou de costas. Depois de um tempo, pedi pra ela ficar de frente. Nóóo, tem buceta bonita. Legal ver o pistoneio. Também foi bão. Mas tava difícil do trem embalar. Disgrama de trem parador.

Pra terminar pedi pra voltarmos para o solo novamente para o PPMM. Mais um cadin de gel. Tava com medo de acabar o produto kkk Mas aí forcei, acelerei, concentrei, me empenhei (que já tava faltando 5 min para a linha de chegada) e... PÁÁÁÁÁÁÁ fooooi! Ufa, suei. Urrei e desabei.

FINZIN

Bem, a danada se sentou do meu lado, e removeu a camisinha com um lenço. Em seguida pegou o celular, mandou texto e até áudio! Novo recorde de falta de entrosamento. E na sala ficou um bom silêncio enquanto eu me recuperava da meia maratona. Prosa zero.

Não tem como ser diferente. A falta de química durante o sexo me impede de dar positivo e de tentar repetir a dose. Porém minha sensação foi de que ela é beeem inexperiente. Não negou nada, nem apressou nada. Então, meus critérios me impedem de dar um negativo. Sobrou a coluna do meio.


O sol se prepara para se pôr, no Méier

“Baseado em fatos reais”. No