BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Não falhou, Eva estava no mesmo ponto da Praça Tiradentes, com a mesma roupa, o que me fez concluir que aqueles trajes são um tipo de uniforme de trabalho. Ela sorriu ao me ver, me abraçou, me deu um selinho. Estou velho e emotivo, o gesto de afeto me comoveu.
Digo com sinceridade, afeiçoado forista, eu não seria capaz de fazer sexo outra vez sobre o colchão encharcado de ácaros daquele antigo prédio em ruínas. Propus a Eva irmos para um hotel próximo, sugeri o Sevilha. Ela aceitou, mas disse que cobraria um pouquinho mais caro. Tudo bem.
Apesar de ter concordado, avisou que trocaria de roupa, que não iria do jeito que estava no táxi. Concordei, melhor que ela se cobrisse. Pegou minha mão e me puxou novamente para o interior dos escombros, me levou até uma sala e pediu que a esperasse.
Estava escuro, a luz do sol entrava entrecortada pelas frestas de janelas de madeira quebradas. Alguns minutos se passaram e comecei a ouvir uma música, uma batida com toques tropicais...
ME GUSTAS TU
Eva entra na sala escura se movendo como enguia, em um vestido mais indecente do que a roupa que exibe na pista. Aproximou-se rebolando, esfregou-se em mim, perguntou se eu tinha certeza de que queria ir para um hotel e senti a primeira manifestação de existência do castigado Pikachu — o breve.
Mantive-me firme, insisti no hotel. Escutei um ruído vindo do teto e quando olhei para cima tive a nítida impressão de ver um morcego pendurado de cabeça para baixo. Vamos para o hotel — sentenciei. Quando descemos para a rua, me senti fugindo de um castelo medieval na Transilvânia. Aceno e embarcamos em um táxi.
A porra da música que ela colocou no celular, ainda dentro das ruínas em que atende, retumbava na minha cabeça. Aquele chiclete de acordes simulando um clima latino ainda soa com insistência na minha mente
. Chegamos ao Sevilha, um hotel básico, mas funcional localizado entre a Avenida Presidente Vargas e Marechal Floriano............................
Dentro do quarto, Eva se livra em poucos segundos dos trajes rarefeitos que a cobriam. Exclama que adora ficar nua, que se pudesse andaria nua pelas ruas. A conversa me excitou e ela avança para me entregar beijos febris. Muitos beijos, línguas que se cruzavam em direção a traqueia. Eva também me conquistou pelos beijos.
Do nada, me intimou a comer seu cu. Como explicar a ela que há anos a minha ereção não possui mais a pressão hidráulica necessária para cruzar qualquer ânus faminto? Não adiantou explicar, ela teimou na ideia, disse que tinha um segredinho e que eu conseguiria. Moveu as mãos para dentro da bolsa, retirou um frasco, besuntou o dedo com um líquido viscoso, lambuzou a boceta e o meu desconfiado pênis.
Não sei bem como descrever, mas entrei em pânico. Meu piru foi esquentando, como se fosse entrar em combustão a qualquer momento e se transformar na tocha olímpica. Tive vontade de sair do quarto e procurar um extintor de incêndio. Logo após me aplicar aquela pasta que mais parecia ácido clorídrico, Eva abocanhou-me em um boquete. O choque da saliva com as chamas me fez sentir uma onda diferentona. O pânico inicial se desfez, estava gostoso. Quando vi, o pau estava duro como raramente fica.
Eva ficou de quatro e ordenou...
— Mete, seu puto.
Senti novamente os espermatozoides saltando do pinto com a euforia dos cavalos libertários em direção a uma planície selvagem. O resto é silêncio...