24 de Julho de 2023 às 07:15
IZA PAULISTA
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Esse relato aconteceu no dia 18/7

No dia seguinte ao nosso último encontro, minha mente ainda estava repleta das lembranças da despedida com a Iza Paulista. Seu olhar provocante e os toques sutis ainda ecoavam em minha memória.
Ela fez questão de me deixar ainda mais excitado do que eu estava quando eu cheguei manhã de segunda, porém, haviam compromissos inadiáveis para aquela tarde.

Ansioso por mais momentos ao lado da Iza, retornei ao seu apartamento no dia seguinte.

Ao entrar no apartamento da Iza, senti uma eletricidade no ar, uma energia que transcendia as palavras. Nossos olhares se encontraram e um sorriso cúmplice iluminou nossos rostos. Sem precisar de muitas palavras, nos aproximamos e nos beijamos com paixão, como se cada toque revelasse o quanto estávamos ansiosos para estar juntos novamente. E nem parecia que há menos de 24 horas atrás, estávamos ali mesmo, trocando carícias e prazeres.

Enquanto nossos lábios se fundiam em um beijo apaixonado, as roupas pareciam perder o significado. Lentamente, como em um ritual de intimidade, íamos nos despindo no caminho, como se nossos corpos anseiassem por se conectarem de forma completa e intensa. Cada peça de roupa que caía ao chão era como uma barreira sendo rompida, permitindo que nos entregássemos de corpo e alma.

Deitei ela na cama e nossas mãos exploravam cada centímetro da pele do outro, num toque suave e carregado de emoção. Era como se nos conhecêssemos profundamente, mesmo que a ausência de um dia parecesse ter sido uma eternidade.

Beijei todo o seu corpo e quando cheguei à sua bucetinha encostei a minha língua, e pude senti que ela já estava muito excitada. Então fiquei ali, beijando, sugando, chupando sua linda e saborosa buceta, entanto uma das minhas mãos apertavam um dos seios e a outra mão estava com os dedos entrelaçados aos dedos da mão dela, sentia através dos apertos esmagadores que ela estava se aproximando do clímax.

Afundei tanto a minha cara chupando aquela buceta que eu estava com a cara toda babada. Sentindo a respiração dela mais ofegante, e os apertos na mão mais fortes, derrepente ela gritando que iria gozar, eu vi e senti ela explodindo de prazer na minha boca.

Ela me olha e diz que quer me chupar, se levanta e vem em minha direção. Senti sua boca quente e macia abocanhando o meu pau, engolindo ele aos poucos, até chegar nas bolas. Fez isso durante algum tempo, depois me chupou como se meu pau tivesse sabor, e toda a experiência do mundo quase não foram suficientes para evitar que eu gozasse ali naquele instante. Eu precisei de muita concentração para não gozar.
Ela chupava com tanta vontade, que mais parecia que estava fudendo o meu pau com a boca. Em um instante ela soltou o meu pau, se deitou novamente e disse “te quero”.

Peguei uma das camisinhas que estavam soltas na mesinha e me encapei.

Entre sussurros doces e beijos suaves, eu ia penetrando suavemente a bucetinha da Iza. Eu sentia ela escorrendo no meu pau. Nem lubrificante usamos, ela se excita muito comigo. Juntos exploramos uma dose de prazer com uma profundidade indescritível. Era como se nossas almas se encontrassem e se fundissem, criando um vínculo íntimo e eterno.

Quanto mais eu metia naquela buceta, ela pedia mais e mais forte. Nos beijávamos intensamente. Sentia ela se arrepiando durante as estocadas. Como eu sinto prazer em dar prazer, é a melhor sensação.

Naquele momento, sabíamos que não éramos apenas amantes, mas almas que se entrelaçavam em uma dança de paixão e conexão única, tornando aquele encontro mais um capítulo especial em nossa história.

Eu acelero as estocadas e sinto que estamos chegando ao orgasmo. Ela vai primeiro, me abraça apertado enquanto goza, e eu metendo intensamente anuncio que vou gozar, e ela me beija mais e mais e gozo ao ponto de perder as forças por um instante, soltando todo o peso do meu corpo por sobre o corpo delgado da Iza. Abraçados sentindo a bucetinha dela vibrando no meu pau, e ela sentindo o meu pau latejando dentro dela.

Com a respiração ofegante e sem fôlego para dizer algo, só nos abraçamos e nos beijamos por um instante.

Ela pede para eu comer ela de bruços, e como eu sei que ela adora essa posição, levantei e dei espaço para ela se virar. Ela virou, abriu o bumbum para mostrar com mais evidência a sua linda bucetinha, e eu obediente fui metendo o meu pau, mas dessa vez, meti tudo de uma vez, fazendo ela se estremecer na cama. Ela apontando com o dedo, “me morde” e eu mordia, chupava e beijava, enquanto o meu pau deslisava intensamente dentro dela.

Meti muito nela nessa posição. A buceta da Iza estava tão encharcada que molhou até o lençol. Vimos isso depois quando levantamos.

Senti que eu estava perto de gozar novamente e meti com mais força, enterrando todo o meu pau dentro dela. A Iza se contorcia toda, e eu continuava metendo e metendo, cada vez mais rápido, cada vez mais forte, até que não consigo mais segurar e gozo novamente.

Enquanto me recuperava ofereci-lhe uma massagem relaxante, aproveitando cada momento para fazer com que ela se sentisse amada e cuidada. Cada toque era carregado de carinho, e suas reações de prazer e gratidão me preenchiam de felicidade.

Com ela mais relaxada e eu novamente de pau duro, pedi para comer o seu cuzinho.

Ela pega o gel que estava na mesinha, eu troco o preservativo, ela passou nela primeiro, eu deixo ela passar também em mim o gel e com ela de quatro vou metendo gostoso naquele cuzinho.

Como é prazeroso fazer um bom sexo anal com uma mulher como a Iza. Porque ela gosta, pelo menos comigo eu sinto que ela gosta, e muito.

Com ela de quatro, eu me deslizo totalmente pra dentro dela, sentindo o cuzinho dela se acostumando com o meu pau dentro dele. E então eu inicio a movimentação. Eu vou me movendo aos poucos, até pegar ritmo, depois, mais forte e mais rápido, até que o ritmo fique intenso e ela sinta tanto prazer ao ponto de gritar e se movimentar de forma que ela que estava me fudendo com o cu, ela vinha com tanta força que mais tarde eu até senti a cabeça do meu pau doer um pouco, mas naquele instante eu só queria mais.

Ela desce da cama, comigo ainda dentro do cuzinho, e fica em pé para eu ir metendo com mais intensidade. Seguro ela pelos cabelos, como se fosse um cabresto e aumento o ritmo, parecendo que estou cavalgando, e literalmente eu estava.
Eu meti tanto naquela bundinha da Iza, que por instante eu tive a sensação que ela ia gozar. E continuei metendo tudo dentro dela, e eu estava simplesmente certo, ela disse que estava quase gozando e que era pra eu meter mais forte, “mete tudo amor, mais forte, mais forte, mais f… vou gozar… estou gozando amor… estou gozando…” aquela cena me enlouqueceu de prazer e eu aumento ainda mais o ritmo, mesmo mal sentindo as minhas pernas eu continuo e alguns segundos depois eu gozo horrores dentro do cuzinho dela, que a essa altura piscava e me apertava tanto que se eu tivesse forças e tempo (já estávamos ali há mais de 2 horas) eu iria continuar comendo aquele cu até gozar de novo.

Nos momentos finais daquele encontro mágico, nossos corpos estavam saciados, mas a nossa troca de olhares dizia que ainda ansiávamos por mais. Como em uma melodia suave, nos envolvemos em abraços calorosos, sentindo a intimidade e a intensidade da nossa conexão. Cada gesto e olhar traduziam o carinho e a gratidão por termos compartilhado momentos tão especiais.

A despedida chegou, e o sabor doce daquele encontro ficou em nossos lábios. Nos beijamos uma última vez, e cada toque era como se quiséssemos guardar aquela sensação para sempre em nossas memórias. Prometemos nos encontrar novamente, sabendo que aquele vínculo único e mágico jamais se dissiparia.

Ao sair do apartamento da Iza, minha mente estava repleta de lembranças e emoções. A cada passo, sentia a saudade já tomando conta de mim. Sabia que aquele encontro tinha sido uma experiência transformadora, e que a conexão que compartilhávamos era uma dádiva rara e preciosa. Naquele momento de despedida, eu sabia que nosso caminho ainda se cruzaria muitas vezes, pois aquela ligação transcendental e mágica era eterna.