15 de Agosto de 2023 às 21:38
MARCELA LEAL
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

DISSE QUE FAZ

ANAL

NãO

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

O banquete loiro


Relato um pouquinho atrasado, mas a sonegação dele seria injusta e quase um pecado.

Marcela foi talvez a menina que eu tenha ficado interessado e que mais tempo levei para encontrar. Desde o ano passado, quando eu ainda frequentava o chat regularmente e rolou uma brincadeira nele sobre se eu aguentaria tamanha gostosura dessa loira, que aquilo ficou na minha mente.



ENCONTROS E DESENCONTROS:
Não conhecia Marcela até então. Sei que ela esteve no 2° Encontro Oficial, em Setembro do ano passado, mas não fomos apresentados. Vi Marcela de fato, a ponto de ter uma dimensão dos seus atributos, certa vez quando estava na Álvaro Alvim após um atendimento, quando de repente, uma loira toda gostosa saiu do Edifício 37 com um macacão de couro todo preto colado e em rápidos passos pegou um carro e se foi, deixando a rua toda de queixo caído e babando diante do seu charme.

A panicat do Arena como é conhecida ou a Capitã Marvel para outros, até estava naquela minha lista das 5 GPs que pretendíamos conhecer até o final de 2022, mas eu acabava protelando. Medo, insegurança, destino? Pode ter sido.

Próximo ao último Carnaval, até agendamos. E aqui vai um elogio, o primeiro de muitos que virão nas linhas abaixo: Marcela sabe ser atenciosa e simpática, sem parecer forçada em seu pré atendimento. E todo ele é feito de forma leve e objetiva. Procurei esse mulherão com uma semana de antecedência e deixamos um enrosco marcado. Ela adicionou meu contato e passei a ter acesso aos seus fogosos status do Whatsapp.

Infelizmente, na manhã do dia do nosso encontro, Marcela entrou em contato e disse que não poderia me atender porque teve um imprevisto e teria de ficar off. Nosso encontro seria à noite e aceitei numa boa, afinal essas coisas acontecem. Ela lamentou o ocorrido e outra vez o contato se deu de forma muito simpática e profissional. O tempo passou, passou e passou. A cada status dela eu ficava novamente tentado a marcar, mas minha intuição dizia para aguardar. E assim foi feito.



OS ASTROS SE ALINHARAM:
Até que dias atrás, fiquei sabendo que precisaria ir ao Centro no período matutino. Sabendo desse compromisso, vi a oportunidade ideal para sanar essa pendência e mandei mensagem dois dias antes buscando o primeiro horário da Leal. A mensagem não chegou, mas como havia tempo, aguardei e no dia seguinte concluímos o agendamento.



FACE A FACE COM MARCELA:
Acostumado a fazer TDs na parte da tarde ou da noite, ter a certeza de pegar o primeiro horário da menina me trouxe visões e expectativas diferentes. Eu precisava que tudo saísse como o planejado no meu afazer anterior ao atendimento e também no atendimento em si. O intervalo de tempo era curto e eu precisaria atravessar a cidade novamente para dar continuidade aos deveres restantes do meu dia. Mandei mensagem cedo pra Marcela na intenção de confirmar e fui respondido positivamente. Com isso a tensão inicial passou, resolvi o que tinha que resolver e parti pro Castelo das Princesas.

Chego ao Zezé, mas sem Zezé kkk. Digo pra gostosa que estou por lá. Ela me pede alguns minutinhos e me passa sua sala. Toco a campainha e Marcela abre a porta. Ela estava num vestido preto ou azul marinho(?l sou cego e a sala ainda estava com pouca luz kkk. Só sei que a peça de roupa era curtinha e não escondia as curvas de quem a vestia.

Ao fundo, eu escutava a playlist do celular dela que tocava as mais belas canções dos anos 70 e 80, aqueles flash backs pique JBFM. É um dos tipo de música que mais curto e adorei aquele clima. Nos cumprimentamos, a simpatia vista no telefone pareceu ser a mesma do contato físico. O apartamento da Marcela é bem espaçoso e arrumado. Dirigi-me ao banheiro para tomar meu banho. Peguei uma toalha ensacada e no box havia chuveiro quente e sabonete líquido à disposição.

Voltei do banho e após me secar, rolou aquela resenha rápida. Brinquei dizendo que estávamos enfim a sós e que o encontro tinha demorado a acontecer. Ela disse que o meu rosto não lhe era estranho e que já tinha me visto em algum lugar. Zoei ela, respondendo que era verdade e que ninguém tinha nos apresentado ainda e que no início do ano a gente teve que desmarcar. Foi aí que a Capitã Marvel lembrou da brincadeira do chat de que havia um forista que tinha dito que era bem pequeno e que tinha receio de que ela fosse derrubá-lo facilmente e tudo mais, porém não lembrava do nick. Apresentei-me e ela ficou nuazinha. Foi a senha pra eu me aproximar, mas antes pedi gentilmente por mais luminosidade naquele quarto, afinal, uma mulher como a Marcela não é pra ser vista à meia luz. As cortinas de suas janelas foram abertas e a mágica começou a acontecer.



DESEJUANDO A LEAL:
Que mulher gostosona e imponente. Marcela é daquelas mulheres que com certeza eu não teria a menor chance ou a ousadia de tentar algo no mundo civil. Uma loirona boazuda de corpo escultural toda trabalhada na academia, que é areia demais pro meu velocípede. Mas como no sexo pago, temos essa oportunidade, fui agarrá-la com unhas e dentes. E dá vontade de morder ela mesmo. No meio da nossa atracação, me veio a palavra que deu inspiração ao título desse relato: banquete. O camarada se sente perdido no bom sentido. A Marcela pelada é uma verdadeiro manjar dos deuses. Eu fiquei sem saber se a beijava, se pegava e chupava seus seios siliconados e perfeitos, se alisava suas coxas grossas, se apertava aquela bunda ou degustava aquela buceta. Ok que eu fiquei mais tempo naquela delícia que fica entre as suas pernas, mas a loira é realmente uma máquina.

Nos beijamos e a boca dela é viciante. Lábios carnudos e macios. O meu medo inicial de broxar já tinha caído por terra. Contei esse receio e ela olhou pro meu pau e disse que tava vendo bem a minha broxada. Falei que se eu falhasse com uma mulher daquela que era caso de me jogar em frente ao metrô, pois o VLT anda devagar e o atropelamento poderia não adiantar.

Vencido esse primeiro obstáculo, Marcela abocanhou o pequeno Dig. Ela boqueta com gosto, passa a língua de forma envolvente na base, cabeça, engole e faz esse procedimento repetidas vezes olhando as nossas reações. Se eu deixasse mais tempo, poderia perder a batalha. Usei a desculpa de que o volume das músicas poderia aumentar e foi a senha pra que ela parasse e fosse me servir de outra forma.

Disse a ela que agora era a minha vez e cai de boca na sua racha. Já sabia que a Marcela era do time das peludinhas, mas quando eu vi com meus próprios olhos, fiquei alucinado. Que buceta gostosa e cheirosa de provar. Cai de boca de cima a baixo por toda a extensão daquele sexo, beijava aqueles dois coxões e a virilha dela com um belíssimo gramado foi muito excitante. Passaria tranquilamente um dia inteiro só chupando ela e nem de água precisaria. Beberia do néctar da Marcela pra saciar meu corpo e minha alma. Destaque para o grelo dela que dobra de tamanho ao ser estimulado.

E eu ficava justamente meio perdido, até que nós meio que imploramos pela camisinha. Corri e coloquei. Marcela ficou de quatro, mas eu judiei mais um pouco dela. Lambi cu e buceta, pois a visão daquela bunda de quatro (com direito a marquinha de biquini) era irresistível, passei a mão pelo seu sexo quente e ensopado até finalmente penetrá-la pela primeira vez.

O encaixe foi maravilhoso, imprimi um ritmo forte de início, mas não tinha jeito, é tanta coisa tesuda pra se ater que eu parava pra beijar aquela bocona, cheirar seu pescoço, chupar seus melões durinhos e rosados, acariciar sua barriga e descer até seu grelo, enquanto isso ela apertava a minha pica com pompoarismo e falava sacanagens. Ela ficou de quatro e a visão é matadora com aquela abundância pro alto e o cabelão loiro nas suas costas batendo naquela mesma bunda durinha. Beijei suas costas e nuca enquanto ela rebolava e tentava me finalizar. Mas naquela manhã, eu estava particularmente mais resistente. Foi aí que tive a ideia com um quê de desafio se aguentaria ela vindo por cima. Duvidamos num primeiro instante, mas rolou!

Fiquei sentado de costas pra parede, mas logo fui sendo deliciosamente dominado por aquela amazona loira que sentou na minha pica e jogou os peitos na minha cara enquanto quicava com disposição e muita pressão, fazendo aqueles barulhos gostosos de bate coxa. Como o impacto fez a gente mexer bastante os corpos e os lençóis, trocamos de posição, fui pra cabeceira e Marcela sentou de frente, ela sempre buscando o contato dos nossos lábios. Depois ela foi numa cavalgada invertida deliciosa, mas eu prefiro e gosto de comandar.

Pedi pra irmos no ppmm, minha posição preferida. Leal disse que também ama essa mais tradicional, pq dá pra beijar e meter ao mesmo tempo. Com meu pau super firme, eu alternava as velocidades. Por vezes ia mais lento com algumas doses de empurradas mais fundas e seguia acelerando as estocadas. Marcela falou pra não parar que ela iria gozar. De repente ela soltou uns gemidos mais intensos, mexeu o quadril e disse que tinha gozado no meu pau. A salientar, a cara de puta safada involuntária que ela faz ao ser comida e nos dá maior tesão.
Eu queria gozar também e não quis mais segurar, meu pau cuspiu e ficou pulsando dentro dela com tudo. Foi muita porra no preservativo. Já tinha se passado mais de meia hora, porém queríamos e poderíamos mais.



O ORGASMO FINAL:
Após nos lavarmos, Marcela caiu outra vez de boca em mim e eu nela. Acho que fizemos mais umas quatro posições, pude ver aquele rabo de quatro e aquela buceta linda novamente pedindo pirocada, Marcela cavalgou invertido outra vez. Ela se dedicou e eu apertava seus quadris aproveitando pra socar de baixo pra cima. Teve uma hora que a quicada foi tão intensa que meu pau saiu e só não tivemos um acidente porque ele se encontrava muito duro kkk. A gente riu e eu a tranquilizei que não tinha doído. Trocamos de camisinha pela última vez (ela colocou com aquela boca gostosa). E variamos de posição, passando para um breve frango assado, me amarro nessa, pois dá pra meter bem fundo. Logo após, pedi pra gostosa ficar de frente na beira da cama pra poder meter e mexer no seu grelo ao mesmo tempo. Eu acreditava que não conseguiria mais gozar e pra mim já estava ótimo.

Porém a loira tinha uma carta na manga e foi me xingando de safado e falando pra comer aquela puta enquanto me beijava e usava aquela língua pra desferir golpes sobre a minha e isso pra mim foi muito orgasmático, eu senti um prazer absurdo mesmo antes de gozar. Sem precisar falar mais nada, fui metendo até ficar ofegante e com as últimas forças, outra vez latejei com tudo naquela buceta sensacional.

Que mulher! Que foda, meus senhores! Digna de ficar eternizada na memória. Sai de dentro dela e disse que a espera tinha sido finalmente recompensada.



A SAÍDA SATISFEITA:
Olhamos pro relógio, brinquei que ela tinha dado o golpe final bem na hora. Fui tomar a última ducha, me arrumei e esperei ela voltar do seu banho. Paguei a conta e beijei aquela boca carnuda pela última vez antes de partir.

A Marcela realmente me impressionou pela beleza, simplicidade, papo agradável, entrega e por seu atendimento e sexo de excelência. Não refugou em nada e fez tudo pra me agradar.



Mesmo na correria, me senti leve e completamente satisfeito por aquela manhã maravilhosa. Ganhei as ruas e passei pelo VLT da Praça Floriano e não quis me jogar na frente dele e nem do metrô, pois a vida é boa e quero comer essa loiraça novamente.

Até a próxima DigAventura!