25 de Agosto de 2023 às 14:10
CARLA FERRAZ
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$50.00

REPETECO

SIM

Certa vez eu li uma frase do Confrade Capitão Pátria que dizia o seguinte: “Acredito que comer um bom ‘precioso’, provavelmente, seja a cura da depressão”.

Vivendo dias não muito bons, eu me dirigia ao meu local de trabalho e li as palavras do sábio confrade. Será que esse axioma do confrade é verdadeiro? Resolvi testá-lo. Restava saber quem escolheria. Decidi então revisitar uma lista bastante antiga e vi que a Carla Ferraz estava pendente. Já havia entrado em contato com ela num passado pandêmico, mas por incompatibilidade de agendas, o encontro nunca se concretizou.

Entrei em contato com a dama que foi muito receptiva e bem-humorada. Agendei o horário para o mesmo dia. Horas depois, ela pergunta se eu gostaria de adiantar o encontro, pois vagou um horário. Rumei ao Centro. Cheguei antes do horário, passei pelo famoso Bar do Zezé. Lá havia somente dois pinguços desanimados. Decidi esperar na praça em meio aos moradores de rua e alguns trabalhadores que cochilavam nos bancos.

A dama autoriza a minha subida. Perco-me pelos corredores do andar do AA37. Toco a campainha. A porta se abre e atrás dela estava a Carla que me recebeu com um lindo sorriso. O aparelho em seus dentes conferia muito charme ao seu sorriso. Olhar sedutor de quem está prestes a fazer algo proibido. Fechou a porta e beijou-me. A Carla deve ter em torno de (1,68+-0,02) m. Toda sarada, mas muito feminina. Tudo ão: bundão, peitão, bocão etc. Trajava uma lingerie que não sei como se chama – parecia um maiô, mas com bem menos tecido. Perdoem-me, sou um completo ignorante em relação aos trajes femininos. Ela pega em minha mão e me conduz ao seu matadouro. Entramos num ambiente com uma maca. Achei que fosse ali, mas não. Havia um outro quarto com uma música agradável. Não lembro o que tocava. Minha atenção estava totalmente voltada para aquela mulher seminua com uma marquinha de biquíni indecente. Conversamos antes do início dos trabalhos. Papo muito agradável. Ela diz que está montando seu ambiente de trabalho. Pergunto se ela participa ativamente do carnaval. Ela puxa o celular e mostra inúmeras fotos e vídeos em que mostrava um rebolado e gingado que fizeram eu ter a certeza de que a foda seria baita foda.

Parte de mim a iniciativa de adiantar o pagamento. Confirmo os valores que são R$200,00 mais R$50,00 se eu quisesse batucar naquele pandeiro. Faço cara de que estou com dúvidas e inclino meu corpo fingindo tentar ver aquela abundância para ver se valia a pena. Ela entra na brincadeira, vira de costas, rebola por alguns segundos, fica de frente para mim e pergunta: “Já decidiu?” Nem precisava perguntar. Neste momento, eu percebi que seria difícil o embate. Como as coisas mudam. Há poucos anos, eu precisei tomar um antidepressivo e uma das reações era o retardamento da ejaculação. Hoje não faço mais uso e, como consequência, se eu bobear, tenho o controle (ou falta dele) de um adolescente punheteiro – perdoem-me pelo pleonasmo.

Começamos a nos pegar ali mesmo, segundos após o pagamento. Beijos gostosos. Faltavam mãos para tanto conteúdo. Foi difícil concentrar em um só lugar. Sorvi aqueles seios gostosos, ia para o pescoço, para a boca e era correspondido da mesma forma. Ela me puxou para cima do colchão. Fiquei de pé e ela se ajoelhou e mamou com gosto, como se não houvesse amanhã. Fez garganta profunda. Bem, pela “anatomia” do meu amiguinho, suponho não ser nada difícil. Quase queimei a largada ali mesmo. Para ganhar uma sobrevida, pedi para retribuir e fiquei alguns minutos degustando sua xota. Ela elogiava e soltava baixos gemidos. Em determinado momento, ela ergue seus quadris e tem algo como espasmos. Pergunto se ela gozou e ela diz que sim. Aceito o fato como verdadeiro e encapo meu amiguinho. Que mulher gostosa, confrades!

Após colocar a capa, ela pergunta: “Quer começar comendo meu cuzinho?”. Digo a ela que nunca iniciei comendo um cuzinho. Ela diz: “Sempre há uma primeira vez”. Concordei com ela. Encaixo meu amigo até acomodá-lo e aí fodeu! Visão do paraíso essa mulher de quatro toda esculpida com aquela marquinha de biquini linda. Ela joga o cabelo para o lado e olha para trás me encarando, mordendo os lábios e falando putarias nunca antes ouvidas na história desse país. Para não ser derrotado no 1° minuto, penso em meu trabalho, no soco que o Pedro levou do ex-preparador físico do Flamengo, em alguns investimentos na Bolsa. Soco com vontade e a dama aguenta e gosta. Ela empurrava a bunda contra mim. Pqp! Quando comecei a reparar no conjunto da obra, após poucos minutos, disse a ela que duvidava que ela cumpriria a promessa de tomar todo o leitinho diretamente na fonte. Ela indignou-se com meu desafio e incredulidade, jogou-me no colchão e de quatro mamava até sugar todos meus herdeiros. Meu pau ficou como que envernizado.

Pequena pausa para descanso e conversamos sobre nossas vidas. Ela tem uma vida muito corrida como um confrade citou no TD anterior. Como ela havia me mostrado vídeos e fotos como passista. Pedi para ver fotos dela como “civil”. Ela achou graça e quis saber o que esse termo significava. Disse que nunca tinha ouvido. Ela achou muito divertido esse termo e se era um termo usual. Eu disse que era um termo muito usado pelos foristas. Ela gostou tanto que horas após, mandou uma mensagem para dar mais exemplos e postou o novo aprendizado no status do WhatsApp. Foi minha vez de achar graça. Curioso que essa não é a primeira vez que isso acontece. Uma vez disse a uma menina no RB156 que o oral dela quase me fez “queimar a largada”. Ela também achou engraçado e pediu explicações. A dama era bem-conceituada aqui no Arena. Saiu dessa vida e acho que foi em definitivo.

Bem, voltando à Carla. Disse a ela que estava tudo maravilhoso, mais ainda queria provar sua xoxota. A partir daí foram as posições clássicas com destaque para as montadas da dama que mostraram que ela possui um preparo físico invejável. Enquanto ela quica de frente para mim, aperto sua bunda e a elogio. Ela perguntou: “Quer ver minha bunda, safado? Abra essas pernas que eu farei uma posição que eu gosto”. Deitei-me meio inclinado pra frente e para que aquele grande traseiro coubesse entre minhas pernas, tive que fazer praticamente um espacate. Minhas juntas quase se desmancharam , mas a visão daquela bunda com aquela marquinha indecente compensava tudo. Quicou com louvor! Após alguns minutos, disse a ela que iria gozar. Ela perguntou onde eu gostaria de gozar. Fiquei na dúvida. Ela pergunta se eu queria gozar de novo em sua boquinha. Eu disse que só queira se ela tomasse todo o leitinho novamente. Ela diz: “Claro, amor. Será um prazer!”. A Carla saiu de cima de mim e mamou de tal forma que não deixou nenhum herdeiro para contar história. Conversamos mais um pouco, tomo banho, beijão de despedida e rua.

Valeu pela reflexão Capitão Pátria! Você tem razão. Naquele dia a depressão passou longe. Obrigado!