04 de Setembro de 2023 às 00:07
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

NãO

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

TALVEZ

Queridíssimos amigos do GPzismo,

Trago a luz uma vez mais, a esse prestigiado espaço, outra experiência que tive nesse âmbito do prazer. Dessa vez com a dama que se anuncia como May, "uma autêntica garota de programa nissei de beleza exótica, e olhos puxadinhos".

Tal encontro deu-se, aproximadamente, há 60 dias. Eu já vinha namorando seu anúncio, mas como seu atendimento ocorre na Zona Sul, eu só marco sessões para aquelas bandas, quando tenho alguma outra coisa a fazer lá, sendo assim, deixei essa gueixa tropical em stand-by.

Finalmente, a oportunidade aparece, quando uma encomenda que eu havia solicitado na Livraria da Travessa Botafogo chega, e sou avisado para ir lá pegar. No caminho, com certa antecedência, entro em contato com quem é a responsável por marcar os encontros, que finge ser a própria acompanhante, e eu de minha parte, finjo também estar conversando com a própria GP. Horário fechado, lá vamos nós!

A May atende num conhecido edifício residencial nesse bairro, chamado Edifício Coral, que fica na Praia de Botafogo, ao lado do Centro Cultural Itaú. Para quem se preocupa com burocracia de acesso para entrar nos locais, ali o entrave é zero. É subir direto, via elevador, sem nem precisar olhar para a cara do porteiro. Nesse esquema do Coral, os atendimentos ocorrem em dois apartamentos que ficam localizados no mesmo andar. Um deles parece um muquifo, já o outro, é muito bem arrumado, com bom ar-condicionado e vista para o Cristo Redentor (atentai bem para esse detalhe, que voltarei a citá-lo no momento da cópula). Como já sou habitué do local, peço para quem marca, que me aloque no melhor apartamento, pois o considero mais condizente para um cliente da minha idade que não está pagando barato não. Cafezinho e quitutes que geralmente nossas lindas GPs oferecem, não estão a disposição no local. Ao menos, ainda não estão cobrando taxa para banho por ali.

Chegando a porta do encontro, a linda moça me recebe num lindo roupão transparente, que já deixava a mostra sua lingerie vermelha. Pergunto se posso entrar, e ela diz "que sim, por favor". Chego próximo a cama, tiro a mochila e parte da roupa, enquanto aprecio a beleza da moça. Amigos, ela é lindinha. Corpo bem alvo como se fosse uma pérola, cabelos negros, lisos e longos, seios médios para pequenos, bem rijos e nacarados. Corpinho todo no lugar, e uma bundinha média e bem empinadinha. Ela perguntou se quero me banhar. Digo que não gostaria, mas que ela ficasse a vontade para me vistoriar, e se que se houvesse necessidade, eu iria tomar tranquilamente. Ela me cheira, e em seguida me joga na cama. Continua a então a cheirar o meu corpo, enquanto apalpa a minha pica por cima da sunga, que nesse momento começava a dar sinais de vida.

Ela tira a única peça de roupa que ainda estava em corpo (a calcinha), sobe sobre a minha cintura e diz, "só não faço três coisas: Não bebo leitinho, não faço anal, e não deixo que me penetre com os dedos. Tudo ok?". Como se num momento desse, eu tivesse alguma possibilidade de negar tais condições... Eu apenas respondi, gaguejando como um apoplético, "sim, sim, sim, tudo ok...".

Acordo estabelecido, ela sai da minha cintura, e desce com a boquinha rumo a minha pica. Ela mama minha rola como se fosse uma bezerrinha faminta. Ela fica por ali mamando, e me punhetando, acho que por uns 10 minutos. Em seguida, pergunta se não quero fazer um oral nela. Quando digo que sim, ela deita do meu lado e abre bem as perninhas, de modo a ficar bem arreganhada. Minhas mãos ora vão percorrendo suas nádegas, ora alcançam seus seios, enquanto vou chupando sua buceta, que mais parece um moranguinho, de tão macia.

Eis que nesse momento, sou tomado por uma inspiração que entendo vir de um outro plano, pego ela pela mão, e a coloco contra a janela (aquela que dá vista para o Cristo) e que estava aberta. Vou beijando sua nuca, seu pescoço, suas costas, até chegar em suas nádegas, para que minha língua volte a alcançar sua bucetinha suculenta, e o seu botãozinho quente. Gemendo, ela pergunta por qual motivo eu havia colocado ela ali. Eu então respondo, "que era para que o próprio Cristo abençoasse esse nosso tórrido momento de conjunção sexual.". Depois de mais linguadas na sua bucetinha e no seu botãozinho, coloco ela de volta na cama, na beira dela, em posição de frango assado para fazermos um ppmm. Ela pega o preservativo que já estava na cama, encapa meu guerreiro, para começarmos a penetração.

Conforme a pica vai entrando, vou inclinando sua perna em direção a sua cabeça, quando um imprevisto ocorre: Ela tem câimbra, e começa a gritar. Peço para que ela se acalme. Estico e inclino sua perna na posição exata para arrefecer a sua dor. Ela se surpreende com minha perícia, e eu lhe digo que joguei futebol desde novo, e que quem pratica tal esporte, lida com câimbras desde sempre. Acho que o alívio da dor provocou-lhe um entusiasmo tão grande, que ela pede para que eu a penetre de quatro, quando aí ela vira sua linda bunda branca para a minha degustação.

Cuspo na minha pica, cuspo na sua bucetinha, e volto a penetrá-la uma vez mais. Fico ali metendo por mais alguns minutos, quando o prazer de meter a pica naquela xotinha gostosa, somado ao gemidinho suave da May, faz com que eu jorre leite na capa, e desabe na cama quase morto.

Comigo deitado, a May fica ali do meu lado, fazendo cafuné, e beijando meu pescoço. Conversamos sobre alguns assuntos, inclusive sobre a sua "ascendência nipônica".

Assim que me refaço, começo a me arrumar. Ao lado da cama tem um espelho, e a May fica ali me abraçando e me fazendo carícias, nesse momento que antecede a despedida. Quando vejo sua imagem refletida ao meu lado nesse espelho, comento com ela que a formosura e graça da sua juventude (ela tem uns 23 anos), combinam bem com a maturidade dos meus vetustos 45 anos. Ela ri, e pergunta se eu andaria de mãos dadas com ela num shopping, e eu respondo "que com muito orgulho.". Em seguida entrego o envelopinho do amor (que contém o seu cachê), trocamos alguns beijos, e rua. E lá vou eu aliviado, com um sorriso nos lábios, rumo a estação do metrô.

Meu veredito sobre o encontro é que se o GPzista está disposto a pagar 300 Reais numa sessão com uma dama que não vai te oferecer tudo o que a maioria de nós gostamos (anal, gozar na boquinha ou no rostinho), vale muito a pena, pois naquilo que a May se propõem a fazer, ela faz com gosto e dedicação. Mas se você faz questão do famoso "barba, cabelo e bigode", aí vocês podem se decepcionar. Cada qual com suas escolhas e suas sentenças.

Valeu amigos GPzistas, até a um próximo relato! Abraço