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Como é sabido, o famoso detetive londrino Sherlock Holmes desvendou mais de uma centena de casos, superando, em muito, a maior corporação policial da sua época, a Scotland Yard. Pois desta feita, ele e seu inseparável amigo Watson, foram superados por uma pequenina espiã especialmente treinada pelo terrível Professor Moriarty para liquidá-los, o que de fato acabou acontecendo.
Professor Moriarty nascido em 25 de agosto de 1850, é um personagem de ficção, representando o maior inimigo do detetive Sherlock Holmes. Moriarty é um gênio do crime, descrito por Holmes como o "Napoleão do Crime". Nunca se soube o primeiro nome do Prof. Moriarty. Vamos ao caso, que ocorreu hoje.
Ele se desenrola o tempo todo em um amplo e super agradável ambiente equipado com todas as facilidades requeridas para se travar um enrosco de qualidade. Nome do local: O Ninho dos Espelhos
Protagonistas: a pequenina espiã de codinome Luna Small Key Chain (ou Chaveirinho, no idioma local), Holmes, e, discretamente escondido, seu inseparável companheiro Watson.
O roteiro: adentrando no O Ninho dos Espelhos, Holmes se depara pela primeira vez com a pequena espiã. Ela vestia algo bem pequenino, bem menor do que ela mesma, mas o suficiente para esconder armas letais que consigo carregava. O que ela não escondia a ninguém eram suas curvas absurdamente sensuais que, de cara, hipnotizaram o famoso detetive.
Cuidadoso, Holmes aborda delicadamente Luna, examinando-a em seus mínimos detalhes. Para isso, emprega todos os seus cinco sentidos: olfato, paladar, visão, audição e tato. Assim, a pequena espiã começa aos poucos a relaxar, se entregando a todas as demais curiosidades manifestadas por Holmes ao longo das riquíssimas curvas e reentrâncias que enfeitam sua paisagem. No transcorrer desse relaxamento, em meio a sons e contrações, o corpo de Luna começa a produzir fluidos que Holmes, o incauto, sorve. O caso começava a ficar muito interessante.
A essa altura Watson, impaciente como sempre, pede licença para entrar em ação, a qual lhe é concedida. Após ser vestido adequadamente, o inseparável companheiro inicia buscas mais aprofundadas. Transcorridos pouco mais de cinco minuto, Watson, o incauto, é atingido por uma das muitas armas letais de Luna, e cai mortinho sobre o tentador dorso da pequena sereia.
Vendo que atingira Watson, e não Holmes, seu alvo prioritário, Luna emprega técnicas budistas para recuperá-lo. Após algum tempo de assistência especializada, Watson é novamente trazido à vida. A essa altura Holmes volta a empregar mais uma vez seus cinco sentidos para aumentar a produção dos fluidos que tanto o encantaram, o que de fato ocorre.
Mas, apressadinho como sempre, Watson insiste em explorar outros domínios, e aceita a montada matadora, outra arma que a pequena espiã até então não havia empregado. Dito e feito; Watson é mais uma vez abatido, dessa vez cai imobilizado sob uma Luna vitoriosa.
Finalmente, durante a nova operação de salvamento que se inicia, Holmes se distrai (talvez já inebriado pelo que sorveu) e pede um copo d’água a Luna. Esta, simulando atende-lo, rapidamente executa um duplo carpado invertido, imobilizando o famoso detetive que, num beco sem saída, se entrega à terceira arma mortal empregada por Luna. Após ter espalhado ectoplasma por todo lado, Holmes agoniza e por fim morre, encerrando-se assim uma das mais produtivas carreiras investigativas do mundo.
Nota: Luna não é mole não. Gostosa pra caralho, brincalhona, zero mi-mi-mi, atenciosa, organizada, super agradável. Quem viver, verá
