BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Quando chego em frente à entrada do sobrado, escuto uma zoeira do outro lado da rua, a gritaria vinha de um boteco na esquina da Teófilo Otoni...
“AHÁ! UHU! Ô DAMIÃO, EU VOU COMER SEU BOOOLO.”
Quando olhei, vi um grupo estranho de sujeitos na faixa dos 50 anos acompanhados de um mascote mais jovem, todos sem camisa e pagando peitinho, na ilusão trágica de estarem em forma. Entrei no sobrado para fugir daquela triste visão.
O Clube Afrodite quase deserto. Fui informado de que Rubi estava atendendo, eu precisaria esperar olhando para o teto e contando os minutos. Depois de uns 20 minutos, o colosso de mulher entra no salão, me vê e corre para me dar um abraço eufórico. A euforia, provavelmente, nascia da última caixinha que dei a ela no nosso último embate. Sem muita conversa, pedi uma alcova.
Registro o aviso, os aposentos do Clube Afrodite não agradariam ao
FLorista de Sapatilha
, que é aquele personagem que gosta de conforto nababesco, lençóis de cetim, travesseiros de pena de ganso e vasos sanitários perfumados com incenso indiano. Definitivamente, não. Os aposentos do Afrodite são para homens que mijam em pé. Rubi me agradou por um detalhe impublicável. É uma mulher fogosa, beijoqueira, bonita, bunduda, peituda e coxuda. Pedação de fêmea. Este segundo encontro não foi tão diferente do primeiro, foi melhor. Beijação intensa, roça-roça que só acontece em forró, boquete transcendental. No fim, assumi a minha preguiça, a moça veio por cima, cavalgou com vontade e gozei todos os capítulos de uma novela inteira de Janet Clair.
Deixei nova caixinha, a menina sorriu de orelha a orelha e já estou planejando um novo retorno. Rubi é sexo para deixar de herança. Ganhei as ruas, peguei um táxi e retornei à bucólica Tijuca, que naquela noite estava literalmente em chamas.
A saga continua...