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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Venho, uma vez mais, trazer nesse relato mais uma das boas experiências que tive em tão excitante universo. Hoje vou por ao lume para os ilustrados confrades, os momentos de proximidade íntima que tive com outra cheirosa: A abundante e inestimável DANI ALVES.
De antemão, esclareço que nosso encontro não foi recente. Tive a oportunidade de conferenciar com essa dama há uns 3 ou 4 meses. Portanto, os valores citados são os de tal época, e não sei se houve alguma alteração em sua tabela. Agora vamos ao que interessa, que foi como se deu o encontro com essa formosíssima mulher.
Numa quente e sufocante tarde de sábado, estava eu sofrendo com um tipo de impaciência luxuriosa. Isso levou-me a meditar sobre essa condição, e constatei que estava algumas semanas sem dar uma boa foda. Objetivando dar fim a esse meu estado de agonia, resolvi procurar alguma acompanhante, para ajudar-me na busca de meu pleno restabelecimento emocional. Após análise criteriosa, resolvi buscar os préstimos da bela Dani Alves.
Após um rápido contato pelo Zap, Dani mostrou-se uma profissional simpática e receptiva. Ela me passou as informações básicas de seu atendimento, marcamos um horário, e pronto. O local de seu atendimento é (ou era) no 117 da SD. Seu apartamento, muito bem estruturado, com sala com sofá para recepção, banheiro, e um quarto logo após a sala, cuja janela tem como vista a sede da Petrobras. Cama do quarto macia, ar-condicionado disponível, enfim, tudo o que um GPzista de respeito necessita.
A Dani, ao atender-me, me recebe com um sorriso franco e gentil. Conversamos um pouco para quebrar o gelo, eu sentado no sofá de seu apartamento, e ela de pé, bem diante de mim. A conversa girou sobre frivolidades, e eu aproveitei tais momentos, para avaliar o tipo físico dessa princesa, pois sabemos bem que fotos de anúncios nunca são muito confiáveis. A Dani é branquinha, com cabelos castanhos e compridos. Ela tem um tipo robusto, que na falta de adjetivo melhor, chamarei de "falsa gorda", ou seja, parrudinha. Sim, porque apesar da fartura, ela não tem o abdômen saliente, seus seios são volumosos e arredondados, e a sua bunda rija e de grande beleza. Seu rostinho é meigo, e ela usa óculos redondos que lhe conferem um ar meio sapeca. Na ocasião, a Dani usava um baby doll revelador, que só fazia arder ainda mais o fogo que queimava dentro de mim. Ao fim dessa conversação amistosa, ela pergunta se quero me banhar, digo que não havia necessidade, mas que ela me inspecionasse antes de irmos para leito das delícias. Inspeção feita, e após a constatação de meu asseamento, a Dani me pega por uma das mãos e me conduz até o quarto.
O tesão em mim era tanto que a partir desse instante, passamos a não mais nos comunicar por palavras, mas apenas por urros e gemidos. A danada me joga na cama, tira minha calça, minha sunga, e passar a mamar minha piroca com um deleite que vi poucas vezes na vida. Depois que a minha rola já estava latejando e envernizada, pego-a pela nuca, coloco-a encostada na cabeceira da cama, e passo a penetrar sua boca com minha pica com intensidade. A putinha acompanhava o vai e vem da minha pica na sua boquinha com intensidade igual, e nas poucas vezes em que segurou meu pau, foi para babar em cima dele, e depois pedir para socar ainda mais. Com receio de gozar antes da hora, paro de foder sua boca com a rola, coloco-a de quatro na cama, para poder trabalhar ela com a língua. Senhores ao levantar seu baby doll, pude contemplar uma das imagens mais excitantes que meus olhos viram na vida, pois a lingerie que a Dani usava resumia-se a um minúsculo fio de cor preta, que se perdia naquela imensidão de bunda e buceta que a Dani possui. Um verdadeiro céu de culminâncias ... Tirei aquela calcinha com os dentes!
Depois de muito lamber aquela xota depilada e macia, e penetrar muito aquele cuzinho apertado com a língua, solicito a Dani o preservativo, pois estava ávido por comê-la. Camisinha posta, começo a perfurar aquela bucetinha gostosa com a pica, ao mesmo tempo em que invadia seu cuzinho com um dos meus dedos. E a Dani, gemia como uma cabritinha no cio. Depois de alguns minutos assim, jorro leite na capa, e caio exausto na cama.
A Dani muito atenciosa que é, pergunta se quero um copo d'água. Declino da oferta, e digo apenas que necessitava dela ao meu lado. Ela atende meu pedido.
Ficamos ali, nus, conversando sobre coisas de nossas vidas. Quando o tempo da sessão estava prestes a expirar, meu membro começou a dar sinal de vida outra vez. Coloco a mão macia e delicada dela sobre o meu pau duro, e pergunto se haveria a possibilidade de dobrarmos a sessão. Ela mostra sua concordância indo com boca em direção ao pau para voltar a mamá-lo. Nisso, ela de lado, ofereceu seu buceta carnuda para eu degustá-la também, o que levou a que ficássemos numa espécie de 69 lateral. Depois de muito lamber aquela buceta e aquele cuzinho, e ser mamado em posição tão prazerosa, coloco a Dani em posição de frango assado na beira da cama. Sugo seus seios, percorro seu abdômen com a minha boca, e passo a sorver o melzinho da sua buceta, para prepará-la para outra penetração. Começo a estocar sua bucetinha num ppmm maravilhoso, falando umas obscenidades em seu ouvido. Ela respondia me chamado de "seu puto", "safado", "gostoso"... Elogios que o modestíssimo autor desse relato ficou constrangido em receber.
A coisa estava gostosa, mas atentei-me para o detalhe que a Dani ainda não havia gozado. Perguntei se ela gostaria que eu fizesse algo para que ela também atingisse esse intento. Ela me pegou por uma das mãos, me levou para sala de seu apartamento e ficou de joelhos no sofá, com o seu rabão branco empinado para mim, e me disse: "Aqui, não sei porque, tenho mais facilidade para gozar". Lambo aquela buceta e aquele cu gostoso uma vez mais, e passo a brocar gostoso sua buceta mais uma vez. Enquanto eu metia a pica na sua xota, ela também se masturbava por baixo. Um cheiro de sexo tomou conta da sala, de modo que fiquei narcotizado. Depois de alguns minutos mais, a Dani começa a ter espasmos, um indesmentível sinal de que ela havia chegado ao orgasmo.
Eu tiro a camisinha, sento-me no sofá ao seu lado, e passo a tocar punheta para gozar mais uma vez. Enquanto isso a Dani ficava beijando meu pescoço e mordiscando meu ouvido. Minutos depois dou outra gozada, e encerro a sessão.
Após breve descanso vou tomar um rápido banho. Enquanto coloco minha roupa e organizo minha mochila, vou batendo papo com a Dani. Ao fim, me despeço dela reverencialmente, e rua.
A Dani é uma mulher muito gentil, doce, humilde e solícita em seu atendimento. Enquanto escrevia esse relato, maldizia mil vezes o meu nascimento, por nunca mais ter tido contato com essa gostosa. Um flashback com essa cheirosa é necessário.
É isso meu caros. Um abraço cordial a todos, e até a um próximo relato!