12 de Outubro de 2023 às 18:47
LOREN ANDRADE
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Quatorze dias sem Loren, meu recorde

Não sei porque cargas d’água, acabei passando quatorze dias sem rever Loren. Acredito que tenham sido as tentações que meus amigos vêm me apresentando, assim como a nostalgia de rever mulheres que já haviam me tratado tão bem.

Mas acho que não suporto mais uma abstenção tão longa. Isso ficou claro no reencontro que tivemos hoje em sua toca no Largo do Machado. Lá cheguei cheio de planos, com um roteiro montado para as nossas duas horas e meia agendadas.

Logo ao revê-la à porta, meus planos começam a ruir. Ela vestia um mini mini vestidinho de bolinhas, que, caso saísse à rua com ele, certamente um séquito de homens de todos os tipos, de escrivães a párocos, se acumularia em sua esteira. A mim, me despertou uma vontade irresistível de, permanecendo de pé, abraça-la, acariciá-la, apertá-la e outros “las”, indefinidamente. E isso foi feito, por quase meia hora, com Loren derretendo, derretendo, derretendo, que nem sorvete no verão. Muito sensual. Muito bonitinha. Nossas roupas também, aos poucos, foram indo ao chão.

A essa altura, imaginando que pudesse ainda retomar meu “roteiro”, coloco Loren de bruços, música zen, óleos às mãos, e inicio uma sensitive, resistindo bravamente à vontade animal (de montá-la) que me perseguia. Acabei me concentrando na massagem, chegando, após meia hora, às partes mais sensíveis. Percebendo as respostas de seu corpo a essa altura bem evidentes, fujo do roteiro e já parto para os finalmentes só na base de massagem, sem oral. Suas contrações involuntárias, e seu semblante denunciam então um provável gozo longo.

Com o roteiro original já devidamente jogado no lixo, a retribuição é rápida como The Flash. Sem me dar qualquer chance de defesa, Loren monta em mim, e, literalmente, me curra, com aquela expressão de tarada que só ela sabe fazer, beijando tudo que estivesse ao seu alcance. Se durei três minutos, foi muito.

Pausa para o lanchinho, e para botar as histórias em dia.

Passado um tempo, baterias recarregadas, descubro o botãozinho “liga – desliga” da Loren, e partimos para novo enrosco. Novamente, muitos carinhos de parte a parte, evoluindo para um oral impetuoso e nova montada, que, em não mais do que cinco minutinhos, esgota os poucos vestígios de fluidos que me restavam. Ainda tive tempo para comentar a ausência do desfibrilador que já havia solicitado em relato anterior.

Tivemos um tempinho para um agarra agarra final e um namorico gostoso, a tempo hábil para deixar a toca de Loren pronta para atendimento subsequente que ocorreria.

Repetecoterecoteco em breve