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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Fiquei uns 2 dias conversando e provocando a Mel no WhatsApp. Até que recebo uma mensagem dela me avisando que haviam desistido do primeiro horário no dia seguinte, justo o primeiro horário, meu preferido. Não tive dúvidas: bora conhecer esta mocinha.
Marquei com ela no Magnus, hotel ao lado do Nova América para facilitar seu deslocamento e pela conveniência de ser próximo à minha casa. Marcamos as 10, mas chequei 9:30. Peguei a suite mais simples, com garagem privativa, que saiu por R$130. Assim que subi vi uma mensagem da Melissa, perguntando se tinha sido eu que havia passado de carro. Respondi que sim e ela me falou que já estava na recepção. Passei o quarto e ela subiu. Achei muito positivo ela ter chegado com antecedência. Pontualidade vale ouro.
A Melissa chegou em um vestido vermelho tomara-que-caia colado no corpo e tênis branco. Nos cumprimentamos com um selinho ainda na ante sala. Você é mais bonita que na foto, falei pra ela. Sério?, perguntou. Sério, falei, ainda bem! Tenho dificuldades com mulheres que não são bonitas. Um feio basta na relação. Fomos para o quarto. Ela largou suas coisas na cama, subiu em um degrau que havia no piso e me deu um beijo caloroso e demorado. Foi um cartão de visitas. Ela pegou uma das minhas mãos e me fez apertar sua bunda por sobre o vestido. Depois a conduziu até sua coxa e me fez deslizar por ela levando o vestido junto. Queria me mostrar que estava sem calcinha. Fui para seu pescoço e senti o delicado perfume que usava. Enquanto descia minha boca ela aproveitou para baixar o vestido e me ofereceu os seios, uma obra de arte: bem feitos, macios e bastante protuberantes. Beijei, chupei e mordi levemente. Morde mais forte, ela falou. Obedeci, mas ainda contido, com receio de machucá-la. Pode morder, ela repetiu, faz com forca. Fiz com o máximo de intensidade que julguei possível sem que houvesse risco de machucá-la. Ela ainda me provocou: agora sim você mordeu direito. Na hora eu pensei: caralho, essa mina é doida. E eu me amarro numa maluca. Isso aqui vai dar merda sério. Voltamos a nos beijar e ela procurou minha calça, apertando meu pau. Eu já estava bastante atiçado, mas ela me segurou: eu preciso tomar um banho, você espera?
Retornou com uma lingerie rosa espetacular. Fiquei admirando e pensei: porra, essa mina é foda: gatinha, gostosa, beija que é um absurdo... não é possível, deve ter algum defeito. Tirei a roupa e voltamos a nos pegar. Você * ***inho, sussurrou em meu ouvido com uma voz que dá até arrepios de lembrar. Como não tinha entendido, pedi desculpas. Então ela repetiu olhando nos meus olhos: você é gatinho. Eu ri e voltei a beijá-la.
A lingerie não demorou muito no corpo da Melissa. Eu queria provar novamente aqueles seios sensacionais, mas ela se antecipou. Arrancou minha cueca e foi me beijando, depois emendou um boquete inacreditável, com direito a tudo era possível: olho no olho, língua, boca, bochechas, lábios, garganta, saliva e punheta. A Melissa tem uma habilidade impressionante.
Foi difícil encontrar forças para escapar daquele boquete, mas eu já estava muito curioso para sentir o gostinho da Mel. Fui descendo por seu corpo, parei em seus seios, desci com a língua por uma barriga muito sensual. Depois pulei para suas coxas. O tempo todo ela me pedia para mordê-la. Sou fominha, mastigar é comigo mesmo: mordi até suas panturrilhas. Retornei pelo caminho já percorrido e fui beijar suas partes mais cobiçadas. Cheiro, gosto e anatomia impecáveis. Fiz do jeito que estava acostumado, alternando lambidas, chupadas e carinho com os lábios. Fiz com todo o gosto e desejo que tinha, mas ela exigiu: faz mais forte. Coloquei mais pressão, apertei seus seios enquanto a chupava, mas ela não estava satisfeita: mais forte amor, mais forte. Com dois dedos de uma das mãos ela expôs ainda mais o clitóris com um convite: morde! Obedeci. Morde mais forte, amor. Obedeci novamente. Ela se contorcia, mas cada vez queria mais. Aproveitei a excitação e a penetrei com um dos dedos. Ela passou a gemer mais intensamente, se retorcia. Coloquei mais um dedo e fui massageanfo o interior da sua vagina enquanto a chupava. Esfrega sua barba, vai. Acariciei seu grelinho com a minha barba mas logo retornei minha boca ao local de origem. A Melissa parecia possuída. Ela pedia cada vez mais forte e mais rápido. Pegou minha outra mão e pressionou contra sua bunda. Aproveitei a situação: lambuzei o indicador e penetrei a entrada do seu cuzinho. Continuei chupando e lambendo insistentemente, um dos dedos de uma das mãos em seu ânus e os três dedos da outra em sua vagina. Foi uma ginástica inacreditável. Ela gemia e puxava meus cabelos, forçava minha boca e língua contra seu clitóris, se esfregava e me apertava. Com um dos pés empurrava meu cotovelo, me forçando a ir ainda mais fundo com os dedos. Ela me manipulava como a uma marionete. Cheguei a duvidar que ela fosse gozar, mas finalmente ela cedeu e me mostrou um dos orgasmos mais intensos que eu já pude experimentar. Quando terminamos eu estava exausto. Olhei para o espelho e vi o recorte de um abuso: eu estava suado como se houvesse corrido uma maratona, os cabelos totalmente desalinhados e a barba toda desgrenhada. Confesso: me senti estuprado. E gostei pra caralho. Deitei ao seu lado para descansar, mas logo ela procurou meu pau com uma das mãos. Quando percebi que não ia ter sossego, já estava sendo macerado pela boca da Melissa.
O boquete me causou uma ereção absurda e quase instantânea. Pedi que pegasse logo a camisinha e ela veio por cima. Sentou por cima de mim de frente e eu me limitei a admirar aquele corpo perfeito enquanto ela subia e descia. Me beijava e voltava a se esfregar em meu pau. Sem deixar que ele escapasse de dentro de si, virou de costas e continuou a rebolar. Olhei seu cuzinho vulnerável não resisti penetrar com um dos dedos. Depois de um tempo ela voltou a posição original, deitou em meu peito apoiando a cabeça no ombro e inacreditavelmente quase me fez gozar com movimentos leves e carinhosos. Pedi para trocarmos pro PPMM. Penetrei com toda vontade que eu tinha. Peguei seus pés e coloquei contra meu peito, aumentando ainda mais a compressão que ela fazia em meu pau. Gozei de maneira extraordinária.
Depois de um tempo deitado, avisei que iria tomar um banho para que pudéssemos beber o vinho que eu havia levado. Vou com você, falou e me seguiu.
Abrimos o vinho depois do banho e bebemos em tupilas de chope pois não haviam taças no quarto. Ficamos conversando, mas sequer consegui terminar o primeiro copo. A Melissa logo veio me beijar. Depois repousou o copo sobre a cabeceira da cama e começou a acariciar meu pau. Não demorou muito e começamos o segundo round, de igual intensidade. Com ela de 4, penetrei até esgotar minhas forças. Meu pau foi junto e adormeceu. Comecei a chupá-la, mas depois de um tempo ela me avisou que não iria conseguir gozar novamente. Voltou a me fazer um boquete e me perguntou se eu não queria dar leitinho em sua boca. Aquilo mexeu comigo absurdamentente. Meu pau ficou uma rocha. Hesitei entre gozar em sua boquinha e comê-la novamente. Não resisti, peguei a camisinha e gozei no PPMM. Mais um orgasmo muito intenso. Depois ela ainda reclamou: poxa, não me deu na boquinha. Admito: bateu um certo arrependimento.
Ficamos na cama conversando e enxugando a garrafa de vinho. Fiquei preocupado com a hora e perguntei se não havíamos estourado o tempo. Eu poderia ficar ali o dia inteiro com ela, mas eu infelizmente tinha um compromisso que não podia perder. Ofereci uma carona até o centro da cidade e ela aceitou. Fomos conversando. No caminho me fez elogios, me chamou de gatinho novamente e tentou pegar no meu pau enquanto eu dirigia. Falei pra ela não fazer aquilo senão ia dar merda e eu ia desisti de um compromisso que não podia perder de jeito nenhum. Ainda me provocou, mas eu me esquivei. Me senti um vegano no Corrientes 348.
A Melissa foi uma experiência única, uma das trepadas mais avassaladores que eu já tive. Tudo nela é intenso e superlativo. Fiquei me sentindo um idiota por ter demorado tanto tempo para marcar e agora preciso de um repeteco para ontem. Ela é bonita, charmosa, meiga, moleca, gostosa e adora a brincadeira. Um furacão de um metro e cinquenta com um corpo impecável e habilidade para levar qualquer um ao delírio. Ela exige disposição, mas valeu cada gota de suor que tirou de mim.
