28 de Outubro de 2023 às 08:26
LUNA SOARES
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

DISSE QUE FAZ

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

MELHOR DO QUE O FILME DO PELÉ.


Sinopse.

Rio de Janeiro, Outubro de 2023. O catálogo do Arena está cada dia mais florido. Meninas afastadas das telas retornando ao ofício, lançamentos que aguçam desejos e despertam curiosidade, somado às artistas que acenam com a possibilidade de parar, deixam a confraria meio zonza no processo de seleção. Madruguinha, humilde senhor devedor de 14 meses de aluguel, entusiasta do uso da força dos mais jovens no Mercado de trabalho e acometido por uma fobia que o impede de procurar algum serviço sob o terrível medo de achar, precisa de um generoso auxílio para escolher sua parceira de sexo pago. Justamente por isso, seus fiéis confrades Digboy, Papai Noel e Oscar The Shy decidem prestar uma assessoria de graça e com graça, regada a água, refrigerante zero e Ice, na mesa do famoso Bar do Zezé, point e patrimônio vivo da putaria carioca.


PRÉ PRODUÇÃO.

A escolha do elenco.

Já devidamente arrumado e apto para pegar os trilhos em uma longa estrada até a Praça Floriano, recebo uma desmarcação estranha de uma outra gp vip, com potencial absurdo para uma Pisada de bola. A piroca outrora apontada pro céu, agora se encolhe apontada para o inferno. Uma nova e rápida garimpada se faz necessária. Teria essa moça arrumado um programa mais vantajoso? Bem provável. Qual a chance da desculpa bastante manjada ser verdadeira? Creio que mínima! Mas há males na vida que vem para o bem e esse foi mais um. Como eu não tinha mais tanto tempo, decido não ficar remoendo aquilo e abandono logo de cara o personagem de tapado com T de tonto. Navego pelas águas do Arena Social onde encontro Luna e o seu notório esplendor. Envio mensagem esperando que a sorte estivesse a meu favor e, para a minha sorte, ela estava.





Assinatura de contrato.

Há aproximadamente um mês, pouco antes de uma outra sessão que ainda não foi relatada aqui (mas será!), estava eu pelo Zezé com alguns confrades, quando avisto uma mulher com uma beleza de inquietar. Sabem aquelas que tiram nosso fôlego, nos entorpecem e levantam nossa fé? Pois bem. Ainda sem saber quem era e tão pouco se atuava, comento: "Caralho, que mulher é essa!?" e recebo como resposta dos confrades: nome, profissão e endereço. Luna passou por nós, mas havia ficado dentro de mim. Sua luz natural colocava qualquer projeção artificial da Álvaro Alvim no chinelo. A moça era um verdadeiro milagre, uma noite com sol em participação especial naquelas ruas e vielas. Um número que conseguiu deixar-me ainda menor. Tornava-me ali um simples súdito; servo; subalterno da dama. Totalmente fissurado naquele brilho, calor e realeza, soube naquele instante que, a depender da sua bondade e disponibilidade, futuramente contracenaria uns enroscos com ela. Só não sabia que para a minha felicidade, uma "obra do acaso" ou uma quase crocodilagem me proporcionaria esse papel tão cedo.

Crítica.

Caros confrades, sem dúvida alguma, nossos gostos são a nossa maior expressão de identidade, liberdade e individualidade. Há quem goste de um prato enquanto o outro sente asco; há quem se identifica com um estilo musical quando o outro se irrita com o mesmo; hão os que amam uma estação do ano, na mesma força que outros a odeiam... enfim, são N coisas que eu poderia usar como exemplo e me extender, irritando ainda mais os que leem o relato desse pobre coitado. Todavia, concluindo o raciocínio iniciado e fazendo uso da temática do TD, no tocante a filmes, sempre tive uma maior preferência àqueles baseados em fatos reais ou que retratam situações mais comuns ao cotidiano do ser humano médio. Não que a ficção, a fantasia e os efeitos especiais não possuam seus valores, claro que sim, porém, a meu ver, antes um documentário, um drama, uma comédia romântica ou um suspense, ao terror, ao mitológico, aos HQs e à realidade virtual. Trazendo isso para esse nosso pequeno universo, onde cobrar total veracidade dos fatos e dos participantes é querer acreditar em conto de fadas, busco me comportar nesse metiê sempre conforme manda o "bom senso". É possível? Acredito que basta querer. Não que eu seja dono da razão ou um alguém que não comete erros. Quem mira isso acaba se tornando refém do seu pior senhor, e isso eu dispenso. Entretanto, é importante destacar que vez ou outra topamos com aqueles que até têm o conhecimento do que é certo e errado, mas que por culpa do apreço pela escrotidão e da paixão pela mentira, escolhem sempre beneficiar-se das situações, sem se importar se elas estarão fudendo os outros no sentido ruim da palavra. Esses devemos aprender a identificar e, se possível, manter o máximo de distância. Mas, também é satisfatório frisar que, quando chega o dia da nossa estrela brilhar, não tem "filha da putagem" alguma capaz de impedir que isso ocorra. Depois desse longo e chato desabafo que mais parece um cansativo filler, vamos ao que interessa: o filme.


"LUNA, UM ECLIPSE EM FORMA DE GLÓRIA."

PRODUÇÃO.

A comunicação foi rápida e objetiva. Em poucos minutos já estava tudo alinhado quanto a horário, tempo, tipo, preço, meios e endereço. Percebendo que estava bem adiantado, paro em uma loja e cato um mimo para a moça. Tomo o trem na estação e a viagem pelos trilhos acontece na preciosa paz. Não é diferente no metrô, onde por acaso encontro o confrade Digboy indo para a mesma direção. O famigerado bar do Zezé com alguns amigos nos aguardava. Era hora de "fazer hora" colocando o papo em dia. Dig, Noel, Ninho e eu compartilhávamos algumas das nossas experiências na vida putal em plena luz da tarde enquanto os melhores momentos do dia de cada um se aproximavam.

– Já estou pela área, meu bem.
– Estou lanchando, em dez minutos você pode subir.
– Maravilha!

Era chegada a minha vez de pegar um táxi para a estação lunar.

O cenário

O local é no mais que conhecido Castelo das Princesas na AA37, sem necessidade de identificação e elevadores em bom funcionamento. O AP possui pequenas acomodações que Luna divide com outras meninas. O banheiro é limpo, com água quente, papel higiênico e sabonete líquido, e a cabine em que me atende possui cama de casal, roupas de cama também limpinhas, som ambiente e privacidade. Quando fui convidado a subir, para minha sorte, parecíamos estar a sós, pois não ouvia movimento algum além do nosso.

A atriz

Luna me recebe lindíssima como o esperado; ela cultiva o charmoso penteado black e veste uma lingerie preta que realça suas belas curvas. Uma imagem que pira e endurece meu cabeção. A menina esbanja simpatia, oferece-me água e em seguida uma toalha limpa para a higiene. A poprósito, só pra lembrar do chamado "bom senso", tá aí uma coisa que no meu entender todo confrade tem por obrigação fazer: encaminho-me para o chuveiro e faço a higiene enquanto a dama me aguarda na cabine com ar de protagonismo.





Tomada 1: "Luna, cama e ação".

A cena se desenrola em meia luz. Tão pouco adentro a cabine e sou agarrado ainda de pé. Nesse instante, comprovo bem de perto que Luna não somente abusa do brilho e beleza que vi desfilar pelas ruas, mas também de um delicioso cheiro, toque e gosto. Sua pele é quente e exala um perfume viciante. O beijo não tem nada de técnico e nossas bocas se encaixam com perfeição. É molhado, intenso e carinhoso, bem no estilo namoradinha. Nossos lábios não se desgrudam até seu corpo repousar sobre o meu na cama, protagonizando um total eclipse dos meus problemas.

Tomada 2: "O Lançamento".

A gostosa se despe exibindo seu corpo tatuado e permitindo que eu contemple a verdadeira cor e sabor do melhor pecado. De joelhos, tira o madruguinha da armadura e faz ele de pirulito. A língua vai da base até a cabeça em alta velocidade e admirável pressão. Curto bastante o boquete, mas não posso permiti-lo por muito tempo. Pressinto o perigo e, para não queimar o filme, sugiro um novo take. Deito-a na cama e avanço pelo seu corpo distribuindo beijos, carinhos e chupadas nas regiões da nuca, queixo, pescoço, braços e seios. Luna parece gostar e geme de um jeito fofo e não muito alto. Vez ou outra interrompe as carícias me puxando para beija-la ou para me apertar em abraços onde roça suas belas e fortes pernas no meu pau bastante teso. No desenrolar da cena, desço beijando e mordendo barriga, coxas, virilha e bumbum, até finalmente pousar na "lua" de Luna.

Tomada 3: "O Reconhecimento".

A bucetinha dela é úmida e quente como toda a pele. Cheirosa e bem esculpida, saboreio seu sexo por bons minutos e de incontáveis formas. É tão saboroso que senti pena ao tirá-lo da minha boca após o enrosco. Enquanto aplico o oral nela, aproveito pra alisar aquele corpo macio que parece estar pegando fogo. Depois de muito degustar aquela xotinha, viro a princesa de lado para focar a atuação em seu impressionante popô. A poprósito, a bunda dessa mulher é de deixar gente sã lunática, com o perdão do trocadilho. Diria ser um espetáculo digno de indicação e estatueta. Vidrado, começo massageando o cuzinho dela com o polegar, levo o dedo na boca para provar e, com confiança e alegria, encaixo minha face entre aquelas duas grandes bandas, aplicando um beijo grego que faz volta-la a gemer baixinho e gostoso como anteriormente. Percebo o tesão da gata aumentando, o que faz aumentar não só meu tesão, mas também a necessidade de iniciar a caça ao látex escondido. Borracha encontrada e posta, Luna faz um breve boquete pra peteca não cair e acaba salvando a cena. Em seguida faz uma montada por cima toda apertadinha que me leva ao céu e quase também à lona em poucos galopes. Executo uma manobra evasiva, lhe faço alguns chamegos que são bem retribuídos, para, em seguida, já recomposto, pedir para comê-la de quatro. A gata abre um sorriso e topa. Por que será?





Tomada 4: "Explorando".

Provavelmente essa seja a posição preferida de Luna. Sem medo, me arrisco a dizer que também seja a posição mais desejada por quem a contrata. Não é todo dia que se tem uma bunda como aquela à nossa disposição. Bonita, grande, firme, lisa e gostosa de bater. O tesão vai nas alturas olhando aquele formato. Se você chega no programa sem pensar em pedir o anal, logo muda de ideia quando vê a dama nessa situação. Perguntei se ela estava disposta no dia, recebo um sim e o valor da taxa como resposta. Fico animado, mas não como seu cu de imediato. Ainda queria continuar degustando a bucetinha e assim o fiz. Com uma perna dobrada para trás e outra para frente (não sei se a explicação ficou boa aqui kkk), conectei o madruguinha perfeitamente na moça de quatro e comecei a estocar. Pensei que não duraria muito ali, visto que o tesão estava deveras nas alturas, mas não. Luna aguentava firme e pedia mais, rebolando a raba na minha rola nos primeiros sinais de cansaço. Quando precisava buscar fôlego, inclinava-me para beijar suas costas com o pau ainda lá dentro. Pensando também no lado da moça que já estava muito tempo ali naquela posição, sugiro uma nova. Luna me agarra e me puxa aos beijos pra pegar ela no ppmm.

Tomada 5: "The End, A Conquista do Espaço".

Com nossos corpos colados, a Luna inteira agora era um manto de luxúria.
Era a minha primeira vez naquele nível de gravidade e a respiração já começava a ficar ofegante. Quanto tempo nos restava era difícil saber. Dizem que tudo que é bom passa voando, e eu, que me encontrava no espaço, não ousaria me desconcentrar pra calcular isso. Na mais tradicional posição de todas, eu bombava, beijava e acariciava o rosto de Luna enquanto nossos suores se misturavam e elogios ao pé do ouvido surgiam. Naquela temperatura não tinha mais como segurar. Ela, percebendo que meu clímax está próximo, cola ainda mais nossos corpos, usufruindo da força de suas pernas pra me prender na altura das costas e receber meu gozo farto, fruto de um namoro apoteótico.


PÓS PRODUÇÃO.

Making off

Depois do coito, olhei o relógio e não havia mais muito o que fazer. Muito em cima da marca, o anal teria que ficar para uma próxima, mas nada que me deixasse frustrado. Durante os processos de limpeza, arrumação e pagamento, uma conversa maravilhosa aconteceu. Ela, além de muito gata, possui um papo agradabilíssimo e um astral fora de série que contribuiu para a despedida tornar-se dolorida. Infelizmente era necessário voltar à Terra. Ganho a rua depois de um monte de beijos e uma promessa certa de retorno.

Créditos e agradecimentos.

Luna, meu bem, foi um prazer imenso estar com você. No dia que a vi caminhar pela Cinelândia, foi paixão à primeira vista, no dia que estive com você, foi conexão no primeiro sorriso. Se houvesse uma opção acima do positivo para classificar esse TD, com certeza eu a usaria. Desejo-te toda a sorte do universo. Obrigado pelos momentos e pelo tratamento, me perdoe qualquer coisa. Cuide-se. Beijos e a gente se vê!

Obrigado Digboy, Papai Noel e Oscar The Shy, legal receber o vosso apoio e resenhar com vocês mais uma vez. Ninho, Irmãs Juh, Geek, Alexia e Não é o Antony, obrigado pela companhia no antes e depois. Obrigado a quem leu até aqui. Abraço e até o próximo!

Sou pobre, porém honrado!