31 de Outubro de 2023 às 14:26
BRUNINHA
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Bruninha, um potinho de ouro


Conforme contei no meu penúltimo relato, no 4° Encontro Oficial do GP Arena, eu queria muito conhecer duas meninas que já eram meu alvo. Então o meu amigo e confrade Papai Noel me fez as honras e pude conhecer ambas. Falei rapidamente com a Bruninha e meio que me desculpei pela desmarcação do nosso programa horas mais cedo. Pois é, estava tudo certo para que eu conhecesse mais intimamente essa morena no dia do evento, mas fortes dores nas costas me fizeram declinar e adiar o acontecimento.

A Bruninha era meu desejo antigo, inclusive a cito no tópico das 5 GPs que pretendo conhecer ainda esse ano. E como tudo o que é bom tem que acontecer na hora certa, demorou, mas rolou. Passados 2 meses da festa, finalmente nossa agenda bateu. Sabido que teria um compromisso ali perto, resolvi que seria a oportunidade ideal. A agenda da dama é concorrida, por isso marquei com 3 semanas de antecedência. No dia anterior, mandei mensagem pra confirmar e que bom que estava tudo ok. E na manhã do enrosco, a gata foi mais rápida e confirmou mais uma vez a nossa transa.

Adianto que esse relato vai ser um pouco diferente do habitual, porque tenho poucas imagens dessa gostosa pra inserir. Porém uma delas (abaixo) já basta para sintetizar essa maravilha que é a Bruninha. E quem quiser conhecer mais, esse relato do Fatblack também possui fotos sensacionais.



1 METRO E MEIO DE PURA SEDUÇÃO:
Muita gente aqui não conhece a Bruninha, mas deveriam e espero que sanem essa curiosidade com ajuda do meu relato. Pois bem, a garota é bem baixinha, tem por volta dos 30 anos, cabelos castanhos (super cheirosos e bem cuidados) que vão até a bunda, um corpo moreno de pele bronzeada e absolutamente cheiroso e fantástico, é bonita de rosto e simpática à beça, zoeira e de riso fácil, seios de pequenos para medianos e que não sofreram pela lei gravitacional, barriga chapada, coxas durinhas e a bunda merecia um capítulo à parte. Digamos que a Bruninha é um sistema e a bunda dela é o sol, de modo que todos os outros astros a reverenciam e se alimentam do seu calor e da sua formosura.

Não vou me alongar muito (prometo), mas digo que apenas permitam-se ao menos uma vez na vida, apalpar e ver aquela bunda de perto e desnuda.

ENFIM, SÓS:
Chego com bastante antecedência à Cinelândia. Carreguei comigo o caloteiro de 14 meses de aluguel e ainda encontrei mais gente legal lá no Zezé. Bruninha me avisa que vai se atrasar 20 minutos, eu digo a ela que tava tudo bem e aguardo o seu chamado enquanto jogo conversa fora. Recebo a mensagem pontualmente após a nova marcação e adentro no elevador do Castelo das Princesas.

Toco a campainha e imediatamente a porta se abre, a morena fica com metade do corpo atrás do portal e põe o rosto pra fora e me recebe sorridente dizendo “até que enfim”. Bruninha já estava somente de roupa íntima, uma lingerie rosa que eu já queria que caísse do seu corpo. Lembro que nos abraçamos, demos um beijo colante antes mesmo de fechar a porta e por instinto eu já apalpei uma de suas nádegas. Elas são perfeitas!

Já fui logo tirando a roupa pra adiantar os trabalhos e gentilmente recebi uma toalha para ir ao banheiro. Banheiro com água quente, sabonete líquido e varal para pendurarmos nossas roupas. A sala é espaçosa, possui cama de casal com um ótimo colchão, ar condicionado, tv com música ambiente e até câmeras de segurança.

Minutos depois, voltei de banho tomado ao encontro da minha musa eleita pelos próximos 60 minutos.

Bruninha estava de pé já me esperando, brincamos com a questão da altura, ela disse que se sentia em casa e ficou aliviada de não precisar usar salto alto pra beijar. Mas antes, perguntei se poderíamos fazer os paranauês de luz acesa, pois na minha opinião, é um desperdício transar com uma mulher daquelas à meia luz ou no escurinho. Ela fez a minha vontade graciosamente.

Voltamos a nos beijar. Os lábios da Bruninha são de pêssego: carnudos, macios e gostosos. Ela é bem carinhosa e tem um diferencial que poucas meninas vejo fazer: ela não se restringe a beijar somente os lábios, ela beija pescoço, peito, barriga e até nosso pau se deixarmos. Entendo que nem sempre isso pode ser prazeroso para as meninas, afinal depende muito da higiene do cabra e etc. Mas a Bruninha dessa forma consegue envolver o cliente, que tem a sensação de também se sentir desejado... Aliás, ela chama o oral dela de beijo e mais pra frente vocês deverão entender.

Eu como um bom moço decidi retribuir, como se já não estivesse com isso em mente kkk. Joguei ela na cama, ela riu e disse: o bom é que na cama todos tem a mesma altura. Nossa vibe bateu legal, apesar de ter sido um dos enroscos em que menos conversei, pois não deu muito tempo e achei isso ótimo kkkk. Em determinado momento, ela quis ficar por cima e foi a vez dela jogar meu corpo com as costas no colchão e ficamos nos sarrando e a temperatura subiu. Falei que daquela forma era covardia e me pus de joelho, tentando retomar o controle da situação.

Voltei a beijá-la, o soutien já não estava mais lá, brindei seus seios, barriga, coxas e ela doida pra se livrar da calcinha. Eu disse que ainda não era a hora e fazia uma espécie de tortura dupla, pois a minha vontade de chupar e acredito que a dela em ser chupada era grande. Pedi pra ela virar de bruços pra explorar suas costas, nuca, pescoço e orelhas. Mas foi ela virar e me peguei outra vez admirando aquele rabetão. Elogiei seu maior atributo e ela como uma safadinha começou a balançar pra um lado e pro outro. Ela jurou que não estava malhando e eu brinquei dizendo que ela tinha a bunda que as muitas lutam pra ter.

Depois dessa prosa estratégica, virei novamente o corpo dela e sua calcinha saiu de cena. Pude ver a bruninha da Bruninha, vou apelidar sua perseguida assim, pois ela é pequena, lisinha e cheirosa como a sua dona.

Comecei meu trabalho oral e a garota ficou úmida e quentinha. Ela dizia que eu tinha uma boca gostosa e eu acreditava e tomava aquilo como mais incentivo pra fazê-la chegar ao clímax. Ela gemia e pedia pra não parar, seus membros inferiores começaram a ter espasmos, eu não parava de chupar e beijar seu sexo e suas coxas, pq não sou de ferro e elas me atraíam também kkk. Até que intensifiquei as técnicas e após várias visitações da minha língua no clitóris da bruninha, a garota chegou lá, apertando de leve minha cabeça e ficando ofegante. Uma delícia e o pequeno Dig fica duro só em lembrar.

Falei pra ela que ia caçar a camisinha e ela perguntou: e você não vai me deixar beijá-lo? Apontando pra minha pica dura. Eu disse que sim, mas só um pouco, pois a sensibilidade tava grande e eu tinha que ser egoísta nesse ponto.

A fdp então se colocou de bruços e com o rosto pra fora da lateral da cama, pegou no meu membro bem devagar e começou a passar a língua e os lábios também devagar em volta da cabeça. Engolia até a metade e voltava, tudo isso com bastante saliva do jeito que eu curto. Dei uma de João Kléber e disse: para, para, para. Com medo de queimar, revesti minha armadura do egoísmo e fui pegar a proteção. Porém ali já surgiu a ideia para o fim do encontro, pois vi que a menina tinha um potencial para executar a tal ideia.

ESCAVANDO A BRUNINHA:
Vesti meu amiguinho com uma retardante da Prudence e assim ganhei mais 2 minutos, dos quais eu não tive dúvida de como queria aproveitá-los: fui chupar mais um pouco a bruninha. Ela me chamou de safado e disse que eu tinha vários truques kkkk.

Passado esse tempo, a mina foi logo ficando de quatro. Brinquei dizendo que preferia começar de frente e ela novamente riu e falou dos truques. Eu espertamente disse que gostava de iniciar a penetração beijando, como se isso fosse algum impeditivo pra Bruninha, beijar dando de 4. Vocês verão que não é!

Enfim, comecei pincelando seu grelinho e adentrei naquela buceta úmida e quentinha de forma lenta. Depois comecei a acelerar e ela até brincou falando que já ia mandar eu ir mais rápido kkkk. Falei pra ela não reparar, pois no começo eu queria dar uma de socafofo. Bem acomodado como estava, lembrei que a gostosa queria ficar de quatro na beira da cama e assim foi feita a vontade dela, não sem antes eu chupar mais da sua bruninha naquela posição e ainda aquele cuzinho, pois ainda não tinha feito isso.

A buceta que já tava apertada no PPMM, parece ter se contraído ainda mais nessa posição e as paredes do seu órgão faziam pressão e mastigavam meu amiguinho. Muito bom. A safada ainda rebolava aquela bunda e os espelhos do seu quarto davam o plus naquela cena. Ela conseguia ainda apalpar meus ovos (ela descobriu outra coisa que adoro) no ato, falava putaria e pedia mais. E assim eu fui, fui, fui... até cansar.

Bruninha percebeu e quis iniciar sua montaria e veio por cima de mim cavalgar. Ela fez com muita disposição. Sentou e espremeu meu pau naquela xana apertada. Eu aproveitava pra pegar nos seus seios e beijá-la quando ela inclinava o corpo pra frente. Foi aí que falei baixinho, mas ela escutou: vou querer comer seu cuzinho.

Parecia que eu havia apertado um botão de start. Bruninha imediatamente se desaclopou de mim, levou dois dedos a língua e passou saliva (e apenas isso) na porta de trás para me oferecer. Foi como ver um gol do seu time em uma final. Perguntei de que forma ela queria começar e a deixei bem a vontade. Ela optou por vir por cima, até ficar confortável, pois segundo ela “ainda não tinha namorado daquela forma no tal dia". Deixei ela fazer o serviço e senti o pequeno Dig entrando no seu cuzinho. Bruninha começou a sentar, de vez em quando eu travava os quadris dela e metia de baixo pra cima. Depois ela se colocou de ladinho, em seguida de frente com ela já por baixo de mim. Mas eu queria socar mesmo era aquele rabo com ela sobre quatro apoios. Pra Bruninha não tem tempo ruim, parecia que ela já esperava e ali ela demonstrou que “me amava" (imagem meramente ilustrativa):



LITTLE BRUNA, A RAINHA DO ANAL:
Conforme a ilustração acima, Bruninha se empinou toda pra levar vara na beirada da cama. Nunca fiquei tanto tempo num anal. Pincelei aquele cuzinho e apontei na direção da felicidade. Como vi que a menina estava curtindo e não sentia incômodo, fui metendo cada vez mais forte e rápido, até as minhas pequenas pernas cansarem, porém eu não queria sair dali e apenas continuei engatado nela já com ambos em cima da cama. Se eu diminuía o ritmo, ela rebolava aquela gostosura com marquinha de biquini pra aumentar meu tesão.

E bem ali, aconteceu outra cena em que ela demonstrou ser fora de série. Enquanto estava sendo penetrada freneticamente, ela virou o pescoço de ladinho como se dissesse: fdp, parou de me beijar e só quer focar no meu cu? Kkkk. Nos beijamos, eu já estava pra lá de satisfeito e voltei pro vaginal, após trocar de camisinha.

Já estávamos há uns 40 minutos nessa onda, deixei ela novamente de frente, e fomos no frango assado e no PPMM aos urros pra finalizar. Parei com meus truques e deixei meus herdeiros serem libertos. O resultado foi uma quantidade enorme de porra. Cheguei a duvidar que pudesse dar outra e assim executar minha ideia (conforme descrita acima).

FINALIZAÇÃO “INÉDITA”:
No início do nosso enrosco, percebi que a Bruninha tinha potencial ou sabia fazer o bola gato do jeito que eu mais curtia e me deixava fraco kkk. Tomei um banho rápido após o primeiro coito e a morena também foi fazer sua higiene. Ela voltou e pediu pra brincar com o pequeno Dig, que apesar de se encontrar já num estado de leve adormecida, foi logo reanimado por aquela safada. Por sorte, ainda tínhamos 15 minutos e eu queria sentir a bruninha envolve-lo outra vez.

O segundo round (já com camisinha tradicional) não teve muito kama sutra. Basicamente peguei a Bruninha no bom e velho PPMM e de bruços, que após certa dificuldade de encaixe por causa do tamanho daquela bunda + curvatura do meu pau, fluiu de forma gostosa. Comecei a suar e lembrei do meu planejamento:

- Bruninha, quer voltar a beijá-lo? (apontando pro meu pau)
- Pensei que você não ia deixar mais. Me dá ele aqui.

Tirei a capa e aquele chaveirinho moreno se ajoelhou e começou a me ordenhar. Já falei que ela é diferenciada, né? Pois bem, pra não despentear as meninas eu evito ao máximo mexer ou pegar no cabelo delas. Vai saber se elas curtem, né? Bruninha falou: “amor pega no meu cabelo que eu gosto". E assim eu envolvi seus lindos cabelos negros em minhas mãos e puxava a sua cabeça pra cima e pra baixo orquestrando-a naquele boquete espetacular: babado, na pressão correta, punhetando devagar e com direito novamente a mexida nas minhas bolas. Usei os espelhos para melhorar ainda mais a visão e senti que para a minha surpresa, o caldo iria entornar. Fui levado naquela viagem maravilhosa, da qual ela embarcou comigo e só sairíamos depois de chegarmos ao nosso destino.

Mais alguns minutos de prazer, anunciei que gozaria e ela continuava olhando em meus olhos esperando aquele momento. Larguei forte naquela boca gostosa. A danada deixou o sêmen escorrer pelo rosto e seios, não antes de me torturar e continuar chupando meu pau até ele dar choque e eu pedir pra ela cessar. E esse foi o primeiro relato em que fui finalizado no oral, por isso o ineditismo.

Dei um passo pra trás e vi uma cena digna de filme pornô, com a Bruninha rindo de mim toda lambuzada.

O tempo restante foi pra nos ajudarmos na limpeza. Outro banho rápido, ordenado mais que merecido na conta da gostosa. Um beijo de despedida e rua, ou melhor, bar do Zezé.

Esse encontro foi foda. Repito o que escrevi acima, quem ainda não foi na Bruninha, não sabe o que está perdendo: uma bela e gostosíssima GP raiz que nos deixa encantado do primeiro ao último segundo.



Desculpem por não ter cumprido (novamente) a promessa de ser breve, mas é que quando o enrosco é bom eu acabo me empolgando kkk.

Deixar aqui meus agradecimentos mais uma vez ao Papai Noel por ter nos apresentado e principalmente me incentivado a conhecer essa gata. E também o meu muito obrigado ao confrade Oscar, The Shy, que sempre me perturbou (no bom sentido da palavra) e foi outro grande entusiasta para que eu visitasse essa pequena grande mulher.

Até a próxima DigAventura!