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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
O relato de hoje, é sobre um reencontro que tive com uma cheirosa na terça (31/10), e por quem possuo elevada estima: A charmosíssima e adorável ANNA TRINITY.
Estava eu semana passada dando uma rápida olhada nas atualizações dos stories em meu Zap, quando reparo mais detidamente no que a Anna havia postado. Não era nada demais, pois se tratava sobre o quanto ela aprecia tomar café em seu estado natural, sem nada que modifique o seu sabor. Essa postagem me levou a interagir com ela, dizendo que a humanidade havia desenvolvido a ciência, justamente, para atenuar ao máximo as coisas desagradáveis da vida, e no bojo dessa situação, haviam desenvolvido uma coisa chamada ADOÇANTE. Ela então expôs alguns argumentos para defender o enorme prazer que existe em consumir café em seu estado natural amargo, e assim ficamos tendo essa conversa um tanto prosaica. Só que no meio de tal diálogo, comecei a rememorar os momentos que tive com essa beldade, e Deus sabe como tais momentos foram prazerosos. Então no meio dessa nossa despretensiosa conversação, resolvi encetar a proposta que levou ao nosso novo encontro da seguinte maneira:
"Minha princesa, mudando a conversa de pato para ganso, mas sem muito mudar, pois estamos mesmo falando de prazer, eu gostaria de perguntar se haveria a possibilidade de marcamos uma sessãozinha para daqui uns dias... É possível?". Eis que a amorosa Anna concorda, e passamos para rápidas tratativas necessárias, para que nossa sessão ocorresse.
Na hora marcada, chego pontualmente ao local. No vou descrevê-lo aqui, pois já o fiz no relato sobre nosso primeiro encontro. Mas tem algo que acho interessante ser citado: Como é sobejamente sabido, seu atendimento é feito no 47 da 13/05. E esse edifício acabou de implantar um esquema de cadastramento facial/digital, onde os porteiros estão sendo rigorosos na solicitação dos dados dos transeuntes que buscam acessar o prédio. Não sendo casado, pouco me importei, mas estou aqui avisando os casados, para que esses não sejam pegos de surpresa.
Passemos ao encontro.
Ao chegar na porta do local, Anna me recebe usando um lindo e justo vestidinho negro, que realçava a formosura do seu corpo. Ela sorridente, me dá um selinho e me pega por uma das mãos, para me conduzir até o leito das delícias. Quando chegamos ao quarto, ela pergunta se estou bem, pois estava um tanto silente. Ela não percebeu, mas na verdade, meu encantamento por conta de sua beleza, me fez ficar como um parvo diante dela.
Ela inicia a conversa perguntando se eu não havia gostado de algo em nosso primeiro encontro, dado que não tinha ilhe procurado mais. Expliquei que tamanho hiato não havia sido intencional, que foi pura falta de atenção de minha parte, e que havia maldito mil vezes o meu nascimento por tamanha gafe. Para compensar um pouco essa minha falta de sensibilidade, havia lhe trazido algumas singelas lembrancinhas, que tratei logo de entregar junto do envelope que continha o seu cachê. Dentre tais lembranças, uma rosa, para simbolizar que ela era única dentre todas as lindas rosas que compõem o belo jardim do Arena GP.
Sento-me no colchão para me despir, enquanto isso vamos conversando sobre frivolidades, como por exemplo, a semelhança de nosso gosto musical. Até que Anna resolve sentar em meu colo, para ajudar-me a tirar a camisa que eu estava usando. Com isso, ela já começou a me beijar com certa intensidade, em minha boca e em meu pescoço. Tal situação me leva a ficar de pau durasso, e resolvo colocar ambas às mãos por baixo de seu vestido, para apertar sua gostosa bundinha branca. E aí me deparo com situação curiosa, que leva ao seguinte diálogo:
"Anna, é impressão minha, ou você já está sem calcinha?" - Ela diz: "Não gosto de usar calcinha. Quando estou de roupa, estou sem calcinha, e quando estou de calcinha, estou sem roupa.".
Ela então me deita em seu colchão, e passa a me olhar muito compenetrada, enquanto massageia meu torso hirsuto. Daí ela se inclina, para beijar meu pescoço, e ficar sarrando meu pau com sua bucetinha, enquanto aperto suas nádegas, e começo a sentir o melado da sua bucetinha escorrer entre meus dedos.
Nesse ritmo, ela termina de me despir por inteiro. Detalhe importante, quando eu estava apenas de meias, ela lança uma sentença energicamente sobre minha pessoa: "Não Grisalho, mas nem pensar que você vai transar usando meias. Isso é ridiculamente broxante!". Não ousei protestar.
Ambos nus, como Adão e Eva antes que essa comesse o fruto proibido da Árvore do conhecimento do bem e do mal, Anna vai descendo rumo a minha rola para poder mamá-la. É admirável o esmero com que ela mamou a minha pica, pois ela sugava, engolia, chupava, e o principal, babava muito em cima dela. Da minha parte, eu não sabia se me concentrava na carinha de safada que ela fazia enquanto me boqueteava, ou se eu ficava contemplando o lindo reflexo da sua bundinha branca, empinada que essa estava perante um espelho. A bundinha da Anna parecia dois travesseirinhos brancos, e a sua bucetinha parecia um apetitoso salmãozinho. Confesso que fiz um imensurável esforço para não queimar a largada em tal situação.
Depois de muito mamar, Anna volta a correr meu corpo com sua boca, para voltar a me beijar. O tesão em mim era tanto, que minha pele chegava a arder onde ela tocava com seus lábios. Eu então pego ela pelos braços e faço menção de que ela se deitasse para minha degustação. Quando ela pergunta como em que posição eu gostaria que ela ficasse, eu abro sua bunda com as mãos e invado seu cuzinho apertado com a minha língua, e ela reage com um "FILHO DA PUTA, GOSTOSO DO CARALHO!".
Boas linguadas depois, deito-a de frente, abro suas pernas, e volto a lamber só seu grelinho. Ela fica em quietude, controlando a direção da minha cabeça com uma das mãos, e ditando com que intensidade gostaria de levar as linguadas. Minutos depois, ela da uma gozada, e volta a me homenagear com adjetivos poucos lisonjeiros: "Porra, filho da puta, safado do caralho!". Eu aproveito seu momento de êxtase, e faço ela engolir minha piroca mais uma vez, e faço ela mamar enquanto aperto sua bunda branca com uma das mãos. Assim que ela se restabelece, solicito que ela pegue a camisinha, pois queria fodê-la.
Após tirar o preservativo da embalagem, Anna mostra muita habilidade e arte em como colocar a camisinha numa rola usando a própria boca. Ela então inclina bem o rabão para o alto, e com o rosto enterrado no lençol do colchão, suplica para que comesse a sua xotinha. Diante de imagem tão linda, só consegui pensar que aquele era o mais belo ninho que meu pau poderia poderia ter para se aconchegar na vida. Coloco a vara gentilmente na sua bucetinha, e começo a macetar com determinação. Conforme o tesão ia aumentando em mim, eu me inclinava mais sobre a rabeta da Anna, de modo que a pica entrasse até o talo. Enquanto eu metia, e suava como um porco em cima dela, Anna fazia movimentos rotatórios com seu quadril, fazendo eu sentir meu pau latejar dentro daquela bucetinha apertada. Passado bons minutos nessa meteção, a Anna num rompante, diz algo que me surpreendeu, mas que obedeci institivamente, confiando no feeling dela:
"Grisalho, tira o pau da minha bucetinha, anda porra, tira pelo amor de Deus!".
Assim que eu tiro a pica, Anna me brinda com um lindo gozo em forma de jato. Aproveitando esse frenesi, volto a cair de boca na sua bucetinha, para sorver todo o néctar do seu gozo gostoso. Assim, ambos suados, caímos desfalecidos um do lado outro. Uns 5 minutos depois, Anna diz que quer me fazer gozar. Eu disse que ia gozar na punheta, e que ela me auxiliasse nessa empreitada.
Tiro o preservativo do pau, e deitado, começo a me punhetar. Anna, ao meu lado, coloca um dos seus seios em minha boca para que eu o sugasse, e ordena que eu introduzisse um dedo no seu botãozinho, e deixasse ele ali imóvel. Ela então começa a massagear meu dedo com seu cuzinho quente, apertando e soltando com uma pressão muito gostosa. Três minutos depois, a garrafa de Champagne estoura, e a sessão está encerrada.
Daí então, Anna foi tomar uma ducha, enquanto eu colocava minhas vestes. Conversamos um pouquinho mais, até que peço para que ela me leve até a porta para eu ir embora. Trocamos mais uns quatro ou cinco beijos, nos despedimos, e vou pra rua.
Prezados, o que posso dizer sobre a Anna? Ela é belíssima, delicada, meiga, e é muito atenciosa em seu atendimento. Amei cada minutinho ao lado dessa cheirosa. Quando preenchemos o formulário dos relatos, no campo em que declaramos nossos anseios sobre possíveis repetecos ou não, em relação a Anna eu colocaria "SEMPRE", se tal opção existisse.
É isso meu amigos. Encerro esse relato por aqui. Abraços cordiais para todos!