08 de Novembro de 2023 às 13:31
MONIQUE MOURA
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

NãO

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Talento inútil

Todo mundo tem, pelo menos, um talento especial. O meu é tomar esporro. E eu sou muito bom nisso. A pessoa reclama, briga, esbraveja e eu simplesmente fico calado ouvindo. No fim, estando errado não, ainda peço desculpas. Já tomei esporro de namoradas, de esposas, de amantes, dos pais, irmão, amigos, professores, colegas de trabalho e até dos meus próprios funcionários. Às vezes meu cachorro late pra mim e eu tenho certeza que ele está me dando um esporro. Da última vez foi porque deixei ele sem água. Ainda bem que o bicho é mais esperto que eu.

E foi de um esporro de leve que aconteceu meu reencontro com a Monique. Mandei uma mensagem em um dia aleatório perguntando se tinha um horário para a manhã seguinte e obviamente, não tinha. Respondi, ok, deixa mais pra frente. Aí veio a ideia: você sempre tenta marcar em cima, não conseguimos, depois você some. Ando meio enrolado, respondi. Você sempre vinha me ver, rebateu, e do nada, sumiu. Argumentei, mas não teve jeito, rolou um esporro velado, ela sempre muito gentil. Aceitei. Ela estava certa.

Conseguimos marcar um mês depois, graças à flexibilidade e paciência da Monique. Cheguei pontualmente às 12h no Largo do Machado e ela me autorizou a subir. Uma novidade no local, mas que foi tranquila: fecharam a entrada do prédio com grades e o porteiro pergunta para qual sala você vai antes de abrir, mas não pede identificação nem nada. Foi suave.

Toco a campainha e ouço o salto da Monique pelo corredor. Dá aquele frio já barriga. Faz pelo menos uns 6 meses que a gente não se vê. Como estará? Será que continua aquele furacão carinhoso que eu me lembrava? Ela abre a porta, brinca comigo sobre meu sumiço e beija minha boca. Diz que estou cheiroso. Pega minha mão e me conduz pelo corredor, indo à frente. Fico surpreso com sua vestimenta, pois costumava me receber com umas lingeries bem provocantes que colavam em suas curvas. Desta vez estava com uma camiseta comprida, dessas de academia, as pernas de fora, a panturrilha grossa de quem faz bastante exercícios. Usava a camiseta como quem estava de vestido, sem nada por baixo. Gostei. Tenho uma puta tesão em roupa de academia.

M&M's

Ela me ofereceu água, aceitei, pois estava calor. Enquanto saía, tirei a roupa. Fiquei apenas de camisa e cueca. Quer um banho? Quero! Pegou uma toalha e me entregou. Antes de você tomar banho, me dá um beijo. Nossas bocas se encontraram, desta vez , demoradamente. Foi quando lembrei: a Monique tem um dos beijos mais gostosos que já provei. Lembrei de ter mencionado isso em nosso primeiro encontro, que tenho dificuldade de gostar dos beijos das meninas. Mas com ela foi assim, bateu de primeira. Desta vez, estava ainda mais insinuativa, com a língua invadindo minha boca com mais entusiasmo. Não sei se era saudade minha ou se eram lacunas na memória, mas gostei dessa nova versão. A temperatura aumentou e ela tirou minha camisa. Assim não vou conseguir ir para o banho, falei. Ela sequer respondeu, beijou minha boca e continuou me acariciando.

Não teve jeito. Nem banho tomei. Tinha vindo direto de casa, então não me preocupei. Havia intimidade entre nós. Se algo estivesse fora do lugar, ela tinha liberdade para me falar. Passei a mão pelo corpo da Monique enquanto nos beijávamos e confirmei minha suspeita: estava sem calcinha. Ela tirou a pouca roupa e aproveitei para beijar seus seios. Primeiro lentamente, depois passei a sugá-los com um pouco mais de intensidade. Ela respondia às carícias com sussurros e pequenos gemidos. Ela é daquelas que se entrega na pegação, fecha os olhos e se derrete enquanto o parceiro beija seu pescoço, sua nuca, suas coxas, a pele toda. A imagem veio na minha cabeça: Monique Moura, MM's, derrete na sua boca E na sua mão.

Logo pediu que eu deitasse. Beijou minha boca, meu pescoço, meus mamilos, minha barriga e virilha. Foi para meu pau e me lembrou o quanto seu boquete era gostoso. Deixei que ficasse ali o máximo possível. Com o tesão no talo, pedi que pegasse a camisinha. Vou pegar, respondeu, mas antes, me dá mais um beijo. Camisinha posta, ela vem por cima numa voracidade que me impressionou. Cavalgou e sentou à vontade, eu fiquei ali de baixo apenas ajudando na contrapressão, brincando com seus seios, pernas e bunda. Por alguns momentos, apenas admirei a vista. Eu estava me segurando, uma vontade absurda de gozar, tentando me controlar como podia. Até que os gemidos da Monique vão aumentando e percebo que ela vai gozar ali, naquela sentada espetacular. Trocamos depois, e com ela de quatro, pude aproveitar um pouco mais do seu corpo. Enquanto a penetrava, aproveitei para lhe apertar a nuca, as costas. Acariciei seus pés, sua bunda e coxas. Aumentava o ritmo e ela correspondia olhando pra trás. Fico maluco com as mulheres que olham nos olhos. Quando cansei, pedi para Monique se deitar de frente e gozei no PPMM. Uma gozada forte, vigorosa, de quem estava com tesão acumulado ou vontade desmedida.

Deitamos lado a lado trocando carícias e começamos a conversar sobre a vida. Expliquei as razões do meu hiato e rimos juntos de provocações mútuas. Confessei algumas frustrações, arrependimentos e pedi conselhos. O sexo intenso de minutos atrás virou sessão de terapia, coisa que não costumo fazer. Estou conhecendo outro lado seu, ******** (disse meu nome verdadeiro). Não sabia que você era assim. Assim como? Assim, digamos, safadinho. Rimos bastante.

A hora voou durante nosso papo. Quando perguntei pelo relógio, faltavam 15 minutos apenas. Eu nem te chupei, falei pra ela em tom de lamento. Dá tempo, ela me respondeu. Vou tomar um banho rápido. Ela voltou e eu pedi que se deitasse no meio da cama. Não perdi tempo e fui logo me posicionar entre suas pernas. Fiquei surpreso, M&M's derreteram em minha boca muito rápido. Seu gostoso, ela exclamou depois que suas pernas pararam de tremer. Vem cá, beija mais minha boca. Ela me beijou, pegou meu pau, que já estava duro de tão excitando que fiquei ao vê-la gozar e colocou em sua boca. Não demorou muito, pegou a camisinha e me vestiu pro combate. Como você quer gozar, perguntou? Pedi o papai-mamãe e a penetrei com tanta força que gozei absurdamente rápido, algo não costuma acontecer, ainda mais na segunda vez.

Caí ao seu lado, novas carícias, mas logo me levantei e fui pro banho, pois não queria atrapalhar seus horários. Quando voltei ao quarto, ela estava deitada na cama, ainda nua, de bruços. Se eu não tivesse que atender alguém daqui a pouco, eu bem ia dormir, me falou enquanto eu me vestia. Manda ele embora e a gente dorme de conchinha, provoquei.

Nos despedimos na porta com um beijo gostoso. Saí pelo corredor e encontrei um jovem de uns 12 anos no Hall do elevador. Eu devia estar com sorriso bobo no rosto, pois ele ficou me encarando. Se tivesse puxado assunto, teria dito a ele para, depois de crescido, bater na porta pela qual eu tinha saído para provar o melhor M&M's que possivelmente ele vai experimentar em sua vida. Descemos pelo elevador em silêncio enquanto eu sorria.