BEIJO
NãO SEI
ORAL
NãO SEI
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Não que a garota estivesse de muletas durante o sexo, mas estava de muletas no cabaré e assim foi até a cabine. Já explico.
Rio 40 Graus
"Rio 40 graus,Cidade maravilha, purgatório da beleza e do caos", assim diz a canção da Fernanda Abreu.
E era a situação da Cidade maravilhosa, o Rio de Janeiro, com mais de 40 graus no termômetro.
E eu resolvi visitar os trashes da Olavo Bilac. São 4 do mesmo lado da praça, praticamente vizinhos um do outro.
O purgatório é um local intermediário onde, me parece, que uma alma ainda pode ser salva.
Assim sendo, de acordo com Fernanda Abreu, os cariocas têm chance de ir para o céu.
E também, o Purgatório é a segunda parte do livro A Divina Comédia de Dante Alighieri, sendo a primeira parte do livro o Inferno e a terceira o Paraíso. Bem, eu queria mesmo visitar os trashes, então o lance era muito calor acima de 40 graus, purgatório e inferninhos. Longe do céu.
Número 9: Esse estabelecimento fica ao nível da praça, logo, sem necessidade de subir escadas. Estava quente, muito quente. Quente para caralho. Tinha ar condicionado, mas sem condições de arrefecer o ambiente. Assim que entrei senti um cheiro estranho. Me acomodei num banco e observei o local. Fumaça subia no balcão. Faziam um churrasquinho na bancada do bar, num grill elétrico. O cheiro da gordura impregnava o ar abafado. Não sei qual a condição para saborear a iguaria. Não perguntei. Mas certamente não seria grátis para os frequentadores do trash, senão todos os mendigos do centro estariam ali enchendo a pança, visto que a entrada é free. Vi uma garota de belo corpo exibindo os seios de tamanho médio, firmes e bicudos. Parecia jovem. Um cara bebia com ela. Esperei um pouco mas o cara não liberava. Resolvi partir por causa do cheiro da gordura. Talvez voltasse para ver a garota de seios de fora.
Número 11: Subi as escadas e vi 4 mulheres estranhas jogadas em suas cadeiras e com celulares à mão. Dei meia volta e desci rapidinho. Não apreciei o local. Me pareceu quente para caralho.
Número 13: Cabaré bastante movimentado, com muitas entradas e saídas de clientes e vários marmanjos bebendo com as garotas que estavam em bom número. Quente para caralho. Ar condicionado sem condição de refrigerar o ambiente escuro e abafado. Observei que uma mulher brilhava, de certa forma. Era negra e gotículas de suor estavam sobre seu corpo. Ela tentava se secar com um pano que frequentemente passava sobre a pele. A parca luz do ambiente conseguia ainda refletir no seu suor resultando num efeito ótico interessante. Difração da luz digna de ser estudada por Isaac Newton.
Número 15: Quente para caralho. Trash que funciona com ventiladores no salão e nas cabines. Foda aquele lugar, quente para caralho. Tem dois andares. Em cima, me sentei e me pus a observar. O janelão para a praça estava aberto e o ar circulava. Menos mal. Vi uma garota que saiu nua de uma cabine e foi se ajeitar. Achei maneira e esperei. Quando ela voltou, ficou com uns caras que bebiam cerveja. Desisti. Desci as escadas para dar uma olhada no térreo, virei à direita. Tinha uma garota sentada bem à entrada. Me virei para observar o ambiente. Mais algumas garotas sentadas e nenhum cliente. Aquela situação chata de entrar no cabaré, não ter cliente algum e as garotas todas olharem diretamente para você, o alvo delas. Fiz inspeção visual rápida, tipo radar de varredura e achei.
Alê
Vi uma moça magra, bronzeada com marcas, belo rosto. Só de biquíni. Barriga chapada com piercing. Seios de médios para pequenos, Lindos seios. Sem sutiã, lógico, para que eu pudesse ver. Estava sentada numa posição estranha. Observei muletas encostadas na mesa onde ela estava. Situação para fazer avaliação rapidamente. Me indaguei: Será deficiente física? Porque estava de muletas? Me atentei para as pernas. Estavam lá: duas cochas, dois joelhos, duas tíbias e dois pés. Não faltava nenhuma parte da moça.
Me aproximei ao seu lado, dei um "oi, tudo bem" e perguntei.
- Desculpe-me perguntar. Porque está de muletas, tudo bem contigo?
Ela disse:
- Tive um acidente de moto, machuquei o pé. Está doendo quando piso. Por isso uso muletas para andar.
- Mas tudo bem contigo?
- Sim, já está melhorando. Fui medicada e está passando.
- E para fazer "as coisas" na cabine? Tudo bem, você consegue fazer?
- Sim, vou até à cabine e lá faço todas as posições, só não dá para por o pé no chão que dói.
Muito legal a Alê. Mesmo com o problema, fez tudo de boa. Penetração vaginal. PPMM e de quatro, a gente tomando cuidado com o pé dela. Quente para caralho na cabine. Ventilador que jogava ar quente em cima. Suei muito. Gostei muito da Alê. Gostaria de ter outro encontro com ela, mas em melhores condições.
Nota da Alê
Dez, nota dez!
