03 de Dezembro de 2023 às 14:28
SUZANA RAED
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

NãO

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Repeteco com Suzana porque a primeira vez, apesar de intensa, passou voando, além de ter sido necessário dividir minha atenção entre ela e sua prima Helena Rossi (Helena, jamais esquecerei este presente). Foi uma experiência incrível, mas a Suzana é uma mulher tão intensa e voluptuosa que eu sabia: preciso de um encontro a sós com ela, dedicação exclusiva.

Minha suspeita não estava, minimamente, equivocada. O segundo encontro com a Suzana foi ainda mais fervoroso, moldado a orgasmos estrondosos e consecutivos. Que me desculpem os que gostam de desafios, mas a Suzana é uma mulher fácil no melhor sentido da palavra, pois exige muito pouco do seu parceiro para irromper em orgasmos poderosos. Como um violão afinadíssimo, distribui os melhores acordes a quem souber manusear. Foi como gozou a primeira, a segunda, a terceira, a quarta, a quinta e todas as outras vezes em notas irrepreensiveis:

Sol - em minha boca, o primeiro orgasmo, um sol maior que eclodiu depois que língua e dedos, em sintonia, bailaram com o sexo de Suzana.

Dó - realmente não houve dó. Com Suzana de quatro diante do espelho, penetrei com toda a força que tive até que ela suplicou: não para não que eu vou gozar.

Re - caído ao seu lado, com ela de bruços, após ambos terem gozado praticamente juntos, não resisti ao ver suas coxas e bunda expostas, indefesa. Joguei meu rosto contra elas. Lambi nádegas, pernas buceta e cuzinho. Deixa eu ir me lavar, tô toda melada, disse quando a penetrei com a ponta da língua. Não deixei. Com ela encharcada, dedilhei Suzana até um novo orgasmo enquanto ela me punhetava com vigor.

Mi - o novo orgasmo veio na sequência. Com Suzana por cima, me dediquei apenas a observá-la pelo espelho, seu corpo em movimentos cadenciados e logo em seguida acelerados, até que ela largasse seu peso sobre mim enquanto tremia levemente.

Fá - o fá veio depois do espumante, depois da banheira, onde conversamos bastante. Ela me levantou com um boquete irreparável. Aqui há de se ressaltar sua habilidade em combinar boca e punho com ritmo, cadência e sincronia. A vontade de gozar veio logo, mas tive tanto tesão em penetrar Suzana que pulamos para o missionário, que rapidamente se transformou na mulher de Indra, favorecendo a profundidade das estocadas. Desta vez eu gozo antes dela, mas como ela me diz que também está próxima, em vez de reduzir a velocidade após o orgasmo, continuo pressionando meu pau contra seu ventre até que ela alcança o ápice. Quando terminamos, meu pau estava tão sensível que não pude nem mesmo remover o preservativo de imediato.

Lá - não houve lá tão diferente do que alcançamos nas outras notas. Foi mais do mesmo, do jeito que há de ser: colérico, acelerado e muito prazeroso. Boca, mãos, peitos, coxas, pau, bunda e mais uma vez Suzana liberado seu prazer em uma nota afinadíssima.

Si - ocorreu apenas na prorrogação. Apesar do longo tempo juntos e cansados, perguntei a Suzana se dava tempo de namorar mais um pouco. Claro que dá, ela me respondeu. Mas antes vou tomar um banho. Ela retornou e nos agarramos. Gozamos, desta vez, sincronizados, com ela de bruços, uma das posições que mais gosto, pois da pra sentir o sexo com mais intensidade. Suzana gritou, eu gritei. Caí sobre seu corpo e foi aquilo. Não havia forças para mais nada.

Sexo bom é assim: intenso, vigoroso, levemente sujo e que deixa ambos sem qualquer força para reagir. Suzana é uma máquina e tudo que eu desejo é ser um Barão industrial para tê-la à disposição sempre que julgar necessário.