07 de Dezembro de 2023 às 01:22
ISIS BELLE
https://gparena.net/social-feed-user.php?id=18950
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Evento de cerveja no centro do RJ, era óbvio o que ia acontecer: eu ia beber todas, ficar galudo e sair por aí procurando alguém pra resolver minha carência crônica. Mais de 40 anos, a pessoa precisa, no mínimo, saber um pouco sobre si. Pensei em resolver meu problema como quem toma um Engov: uma dose antes, uma depois (se necessário).

Logo lembrei da Isis. Há tempos queria um repeteco, mas a conveniência nos separava. Procurei no Arena a lista de quem estivesse atendendo no feriado para ver se o nome dela aparecia, mas não achei nada. Arrisquei uma mensagem. Ela respondeu quase de imediato. Expliquei minha questão. Estarei no centro em mais ou menos uma hora, ela me respondeu, funciona pra você? Vai ter que funcionar, confirnei.

Meu encontro anterior com a Isis aconteceu em dezembro do ano passado. Quase um ano de distância, mas ela ainda estava viva na minha consciência: baixinha, a pele negra da deusa egípcia, os cabelos pretos e os olhos também de uma escuridão profunda. Lembrava dela atrevida, com o vestido vermelho que escolheu usar porque pedi que não me recebesse nua nem de lingerie (gosto de desembrulhar o presente devagar, soltando a fita, sem rasgar o papel, tirar os laços, ver a surpresa se mostrando aos poucos). Fui recebido como da vez anterior: uma beijo intenso, Isis na ponta dos pés para alcançar minha boca e depois um cheiro no pescoço. Tá perfumado, falou, branco gostoso. Me senti um tablete de Laka.

Fui para o banheiro e quando voltei a Isis estava totalmente nua, deitada de bruços na cama. Admirei seu corpo perfeito, pequeno, mas absurdamente proporcional. A pele negra reluzia. As nádegas eram como dois bombons refletindo a luz do ambiente, implorando para serem mordidos (acho que tô com fome). Ficou me olhando como cara de tarada e perguntou porque eu ainda estava de cueca. Sou tímido, falei. Tímido nada, vem cá, e me puxou para a cama.

Nos beijamos e logo eu já não estava mais vestido. Por cima de mim, colocou um seio próximo à minha boca e me deu para chupar. Ficamos nos esfregando, mas eu tava na vibe da putaria mesmo. Lembrei que tu faz um boquete foda. Me chupa?, perguntei. Ela nem me respondeu. Desceu sobre meu corpo e engoliu meu pau sem a menor cerimônia, de primeira, direto na garganta. A Isis dá aula com a boca, nenhuma novidade, mas estava tão absurdamente gostoso que eu deixei ela se alongar na atividade. Calculei mentalmente, fácil, mais de 10 minutos só de boquete. Tá tão foda que não dá vontade de parar, falei pra ela. Então relaxa, bebê, falou pra mim com aquela voz rouca, logo depois de tirar o pau da boca enquanto ainda fazia pressão para sugá-lo. O som me deixou maluco. Fica quietinho que vou cuidar de você. Eu só obedeci. A Isis tem um jeito muito peculiar durante o sexo oral. Talvez por ser baixinha. Ela se aninha toda entre as pernas do parceiro, ligeiramente de lado, uma das pernas dobrada e a outra esticada. Parece que seu corpo foi feito especialmente para aquele encaixe. Na posição mais tradicional, vê-se, geralmente, o rosto, a cabeça e os cabelos da parceira. Mas da maneira como a Isis se coloca lateralmente, é possível ver todo seu corpo. Pernas, bunda, braços e ombros. E ainda tem os seios, que estão absurdamente próximos ao pau, que ela usa para atiçar ainda mais a brincadeira ao roçar o membro nos mamilos. É um espetáculo visual no primeiro plano e multi-sensorial no segundo.

Depois te tanto boquete, a vontade de penetrá-la ficou no talo. Pego a camisinha que estava na cama e peço que fique de quatro. A foda com a Isis é muito boa, principalmente, porque ela é muito ativa o tempo todo. Algumas meninas se limitam a ficar na posição, mas a Isis interage o tempo inteiro: joga o corpo na direção contrário ao movimento do parceiro, matém contato visual, se toca, aperta o saco, incentiva um sexo mais hard... É para quem tem fôlego e energia. Obviamente, canso depois de um tempo, as gotas de suor pingando sobre as costas nuas da Isis. Deita que você está cansado, ela diz. Agora é comigo. Coisa rara pra mim é gozar com a parceira por cima. Não foi o caso naquele dia. Tanto que Isis se esfregou em mim, tanto que subiu e desceu em meu pau, que aceitar encerrar o jogo ali, mesmo pretendendo ainda comer aquele cuzinho com a mesma vontade da vez anterior. Foi uma gozada monumental. Que gostoso, bebê, falou deitando o corpo sobre mim, ao pé do ouvido.

Retornando do banho, deitei ao lado dela e ficamos nos acariciando. Nem te chupei, comentei. Nem precisa, amor, gozei enquanto você comia de quatro. Seu branquelo gostoso. Conversamos sobre cerveja, sobre vontades acumuladas. Confidenciou estar feliz por eu ter me lembrado dela quando fiquei com tesão. Volta sempre que precisar, não some, você eu atendo sempre.