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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Sempre tento um ponto de vista particular ao falar das meninas aqui do Arena, principalmente a respeito daquelas que aparecem com maior frequência, para evitar que os relatos fiquem repetitivos e com informações redundantes. Não custa trazer para a mesa algum aspecto novo. No caso da Eva, contudo, vou incorrer pelo caminho do óbvio. Esta mocinha me foi tão bem recomendada pelos amigos que, ao ser recebido por ela, não houve surpresas. Ela é exatamente tudo que me disseram e reiteraram. Se a expectativa é a mãe da decepção, a Eva é o óbvio inesquecível. Seus beijos são deliciosos e seu sorriso emoldura um rostinho de menina, uma combinação perfeita entre a simpatia espontânea e uma ligeira timidez. O corpo da Eva é absoluto em suas proporções, tudo em exata harmonia. Achei seus olhos meigos e expressivos. Ela tem uma mistura rara de fofura e sensualidade: ao mesmo tempo que tive vontade de pegá-la no colo para um cafuné, tive desejos de despí-la prontamente e partir para uma trepada vigorosa. Um pouco de cada era o óbvio e foi o que aconteceu.
Começamos nos beijando bastante após o banho, um encaixe que foi se ajustando conforme nos conhecíamos. Ela deitou sobre mim, beijou meus mamilos e se desfez da minha cueca. O boquete da Eva é delicioso. Achei divertido vê-la lutando com os cabelos para que não atrapalhasse seus movimentos. Tive vontade de terminar ali mesmo, seria divino, mas eu queria Eva por inteiro. Quando estava no limite, trocamos. Pedi que deitasse na cama e provei um fruto que não tinha nada de proibido. Pelo contrário: era convidativo, exuberante e correspondia às minhas investidas. Senti em certo momento que ela estava receosa com meus dedos, então, para deixá-la confortável, deixei que aproveitasse apenas minha língua. Eva foi um doce até na hora de gozar, charmosa e apaixonante.
Pedi o preservativo e ela se posicionou de frente na cama, mas pedi que ficasse de 4. Ela estranhou. Os rapazes preferem deixar esta posição para finalizar. Eu não vou finalizar agora, respondi, fica tranquila, só gosto da posição. Ela se ajeitou e pude admirar um dos aspectos mais bonitos de seu corpo, perfeita em todos os aspectos. Enquanto a penetrava, aproveitei para acariciar seu cuzinho. Ela olhou para trás e me pediu para ter cuidado com as unhas. Nem unha eu tenho, pensei, sou ansioso e roo todas. Não comentei nada. Fui apenas cuidadoso e ela não me impôs nenhum limite. Estava tão gostoso comê-la naquela posição que acabei me demorando ali, alternando entre momentos de puro frenesi e outros de cadência mais controlada. Quando cansei, pedi que viesse por cima. Mais uma vez, Eva me mostrou suas habilidades. Fiquei curtindo o movimento de seu corpo, um espetáculo admirável.
Por algum motivo que desconheço (idade talvez) meu pau deu uma leve amolecida. Eva se prontificou a me auxiliar e fez loucuras com sua boca. Houve uma fagulha de vida no pau, mas eu precisava dele em ponto de bala para o ato seguinte. Pedi a Eva que me beijasse a boca e me masturbei. Meu pau ficou para explodir. Pedi o cuzinho. Ela pegou o gel e se posicionou na beira da cama. Começamos devagar, logicamente. Lembrei de algo que uma menina me disse há algum tempo: tu gosta de comer cu, né, seu safado? Gosto, respondi, mas por que a pergunta? Tu sabe fazer direitinho, começa devagar e conhece a hora certinha de perder o freio. Só quem gosta muito pra ter esse controle.
Segui o roteiro: começamos devagar, deixei ela se sentir confortável e ficar à vontade comigo. É uma posição que exige uma delicadeza inicial e sensibilidade da parte do cara (pelo menos para a maioria). Quando vi que Eva estava bem, fui aumentando a cadência. Ela não reclamou, não questionou. Então me soltei e fui com a vontade que queria até gozar. Estava com as pernas bombas quando terminei.
Se a costela do Adão foi a matéria primordial para a primeira mulher, esta Eva deveria ser o modelo basilar a ser copiado por todas as outras. Eva foi tudo o que eu esperava: bonita, baixinha, simpática e com um corpo perfeito. Entregou a mim exatamente o que fui buscar ao encontrá-la: paz na alma e calor no corpo. Um óbvio inesquecível, fundamental e que exige repeteco atrás de repeteco. Foi um prazer conhecê-la finalmente. Espero que também possa ter deixado algo de mim em suas memórias, pois dificilmente irei esquecer os detalhes daquele encontro.
