https://gparena.net/social-feed-user.php?id=23942
BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Meu desejo de conhecê-la era antigo, mas alguns relatos aqui me deixavam com receio. Diziam que não gosta de beijar, que é travada, quase não fala... Tudo isso me deixava com um pé atrás. Cheguei até a marcar com ela quando ainda atendia no Largo do Machado, mas amanheci doente e precisei cancelar.
Conheci-a, finalmente, na última festa do Arena. Estava espetacular em um vestido verde colado em seu corpo impecável (chuto a cor, sou daltônico). Os seios tentavam se esconder em um decote em xis, mas tudo o que faziam era chamar minha atenção. Ela estava quietinha em um canto, sozinha. Fui até ela e me apresentei. Disse que era um antigo sonho meu conhecê-la. Ela sorriu, tímida. Fiz elogios ridículos e incessantes. Quando fiquei sem assunto, a chamei para apresentar aos amigos. A festa seguiu e eu perdi a Mel no meio da multidão.
Um encontro com uma antiga paixão aqui do Arena, alguém que, por acasos da vida, não visitava há tempos (equívoco irreparável), colocou a Mel no meu caminho novamente. Enquanto fazia meu cadastro para subir no prédio, a avistei. Ela me reconheceu. Dei um sorriso e um tchau. Ela correspondeu meu aceno discretamente. O recepcionista me chamou e eu me distraí. Quando olhei de volta, ela já havia desaparecido. Subi para encontrar minha outra musa e depois fui almoçar. Durante o almoço, a lembrança da Mel reapareceu na minha cabeça. Logo depois recebo o aviso de que uma reunião do inicio da tarde teria sido cancelada. Não penso duas vezes: mando mensagem para a Mel e pergunto se lembra de mim. Ela diz que sim, vagamente. Sou o Cervejeiro, digo, então ela lembra. Está disponível agora? Estou. Chego aí em meia hora, me recebe? Claro, estou esperando.
Sou recepcionado por ela na porta com um vestido coladinho e um sorriso acolhedor. Roubo um beijo e vamos para o quarto. Coloco minha mochila em um canto e ela me pergunta se quero água, se vou tomar banho. Um banho seria ótimo, respondo, tá calor. Ela concorda. Banho é sempre bom. Ela me leva até o banheiro, que é bem espaçoso e tem um ótimo chuveiro. Tomo meu banho. Depois desodorante, perfume e creme na barba. Escova de dentes, Listerine. Encontro Mel nua na cama, sorrindo. Normalmente eu não gostaria de ver a menina assim já despida, pois gosto de cerimônia de desembrulhar o presente. Entretanto, ela tem um corpo tão espetacular que o fato, em vez de me incomodar, me excitou. Seus cabelos soltos pelo travesseiro e pela cama, seus seios se avolumando pelo tórax e os olhos enigmáticos na minha direção formaram uma imagem que dificilmente esquecerei. Fotografei-a mentalmente, fiz cópias destas das fotos, coloquei-as num quadro, num altar em sua homenagem. Tudo superlativo, hiperbólico, exagerado...
A boca da Mel não me ofereceu qualquer resistência, em contrapartida à minha desconfiança. Seus lábios são encorpados e macios. Correspondeu às investidas sem qualquer tipo de recusa. Pelo contrário: nos beijamos com bastante vigor. Apertei levemente seu rosto durante um beijo, o que a levou a abrir os olhos. Olhei para ela, o ato interrompido, e deixei escapar dos meus lábios o elogio mais ridículo que pude pensar: você é gata d+. Ela sorriu, voltou a fechar os olhos e a me beijar. Desci por seu corpo, lambi seu pescoço, seus seios e, atento, pude sentir os sinais discretos de quem se abria para uma intimidade crescente. Passei a língua por sua barriga perfeita e fui explorar seu sexo com a minha boca. Encontrei-a tímida num primeiro momento, as pernas um tanto resistentes. Gentilmente e de maneira sutil, escrevi um bilhete usando meus lábios e língua. Na caligrafia improvisada, pedia que se soltasse, que ficasse à vontade com minhas investidas. Ela cedeu e logo não havia mais vestígio de qualquer relutância. Suas mãos vieram à minha cabeça e pude sentir seus dedos alisando meus cabelos. Qualquer desconfiança, tanto da minha parte quanto da dela, estavam superadas a partir dali. A Mel se entregou, escorreu seu prazer na minha boca e se desprendeu das amarras quando o orgasmo veio. Gemeu e, indômita, empurrou minha cabeça quando ficou sensível. Olhei para seu rosto e estava transformado. O sorriso tímido e às vezes desconfioso dava lugar a uma expressão indecorosa. Mel me puxou para cima e voltou a me beijar. Seu semblante denotava alguma espécie de surpresa com o que havia acontecido.
Ordenou que eu me deitasse depois que se recuperou. Eu obedeci e ela veio me beijar, mas logo desceu até meu pau e começou um espetáculo que era tanto tátil quanto visual. Eu poderia tê-la ajudado com os cabelos, mas vê-la recolher fios de tempos em tempos, sempre que a atrapalhavam adicionou uma variável interessante à equação. Como eu já estava muito excitado, pedi que pegasse o preservativo e começamos com ela por cima de mim. O encaixe foi perfeito, com muita entrega de ambas as partes. Os seios perfeitos balançando conforme o movimento dos nosso corpos foram um deleite. Pedi que ela ficasse de quatro e mais uma vez nos encaixamos como se fôssemos um só. Aproveitei para puxar seus cabelos, apertar sua cintura e sua nuca. A expressão no rosto e nos olhos da Mel me incentivavam a ir cada vez mais forte. Senti que estava perto de gozar e pedi para trocarmos para o PPMM, pois queria gozar olhando em seus olhos. Começamos devagar, mas o tesão de fez acelerar. Peguei suas pernas e tentei colocar em meus ombros. Indomável, ela apoiou a sola dos pés em meu peito. A compressão que senti no meu pau foi indescritível. Sequer precisei fazer muita força: explodi em Mel, em tesao e paixão momentânea.
Deitados lado a lado, confessei meu receio em marcar aquele encontro, o que me fez, adiá-lo muito mais que gostaria. Seu beijo é muito gostoso, falei, estou surpreso. Ah, tu leu os relatos, né?, ela quis saber. Li, respondi, tive que medo que não fosse me beijar, que fosse fria. Ela suspirou e me falou de sua insatisfação com clientes que não querem tomar banho, que não escovam os dentes, que não são comunicativos e etc. Querem que eu seja simpática, mas não dão um sorriso, comentou, nem um bom dia. Aí fica difícil, né? Entendi o lado dela, conversamos um pouco sobre estas questões e pude notar o quanto ela é decidida e de personalidade forte. Via de mão dupla, ela foi bem sincera comigo: entrega exatamente o que recebe. Depois ficou me fazendo carinho enquanto conversámos e me ofereceu uma massagem, mostrando-se preocupada pois o óleo tinha cheiro e poderia complicar os casados. Sorri e comentei que não era nada que outro banho não resolvesse. A interação nos deu oportunidade para conversarmos ainda mais. Terminado nosso tempo, fui até o banho e depois me despedi. Vê se volta, comentou na porta. Volto, claro, respondi.
Gostei demais da Mel. Ela tem um conjunto físico muito raro e que mexe muito comigo. Encaixamos bem, tivemos uma química que foi crescendo ao longo do encontro e que culminou numa relação extremamente prazeirosa. Realmente ela não é das meninas mais falantes e nem sorri a toa. Ela entrega um jogo se sutilezas e se descortina aos poucos. Vende caro o sorriso e a simpatia, mas pra mim o desafio apenas tornou o jogo mais prazeroso quando vi que finalmente estava à vontade. Falamos sobre questões cotidianas, que revelaram um pouco mais de sua personalidade: arisca, decidida e indomável. Mel é como um território de difícil acesso, mata fechada. Exige certo espírito aventureiro para que se encontre finalmente um oásis de beleza desconcertante. O sexo foi de alta qualidade, muito gostoso e no fim ainda ganhei uma massagem. Se houvesse esta categoria, diria que o encontro foi extremamente positivo e o repeteco é certo.
