17 de Dezembro de 2023 às 17:50
MEL
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

NãO

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Eu namorava as fotos e vídeos da Mel há algum tempo. Inegavelmente é um dos corpos mais bonitos que já apareceram por aqui. Seus lábios são espessos, chamativos, mas sem os exageros de procedimentos estéticos. Seus olhos são vivos, atentos, profundos. Ela tem um rosto de princesinha, flor da idade irradiando da pele morena e dos poros. Os cabelos são um espetáculo a parte, desafiam a ditadura dos lisos: volumosos, bem cuidados e com cachos abundantes. A barriga é um deleite de beijar, magrinha, mas sem musculatura aparente, languidez pura. Pernas, coxas e bumbum, tudo em equilíbrio e emanando voluptuosidade. Por fim, seus seios: são primorosos: volume, peso, formato e maciez em estado puro. Se há perfeição no mudo, os seios da Mel seriam um parâmetro irrepreensível. Não consigo pensar em um único defeito nela. A natureza foi muito generosa, colocou tudo que tinha de melhor num só lugar e com 3 letrinhas: Mel.

Meu desejo de conhecê-la era antigo, mas alguns relatos aqui me deixavam com receio. Diziam que não gosta de beijar, que é travada, quase não fala... Tudo isso me deixava com um pé atrás. Cheguei até a marcar com ela quando ainda atendia no Largo do Machado, mas amanheci doente e precisei cancelar.

Conheci-a, finalmente, na última festa do Arena. Estava espetacular em um vestido verde colado em seu corpo impecável (chuto a cor, sou daltônico). Os seios tentavam se esconder em um decote em xis, mas tudo o que faziam era chamar minha atenção. Ela estava quietinha em um canto, sozinha. Fui até ela e me apresentei. Disse que era um antigo sonho meu conhecê-la. Ela sorriu, tímida. Fiz elogios ridículos e incessantes. Quando fiquei sem assunto, a chamei para apresentar aos amigos. A festa seguiu e eu perdi a Mel no meio da multidão.

Um encontro com uma antiga paixão aqui do Arena, alguém que, por acasos da vida, não visitava há tempos (equívoco irreparável), colocou a Mel no meu caminho novamente. Enquanto fazia meu cadastro para subir no prédio, a avistei. Ela me reconheceu. Dei um sorriso e um tchau. Ela correspondeu meu aceno discretamente. O recepcionista me chamou e eu me distraí. Quando olhei de volta, ela já havia desaparecido. Subi para encontrar minha outra musa e depois fui almoçar. Durante o almoço, a lembrança da Mel reapareceu na minha cabeça. Logo depois recebo o aviso de que uma reunião do inicio da tarde teria sido cancelada. Não penso duas vezes: mando mensagem para a Mel e pergunto se lembra de mim. Ela diz que sim, vagamente. Sou o Cervejeiro, digo, então ela lembra. Está disponível agora? Estou. Chego aí em meia hora, me recebe? Claro, estou esperando.

Sou recepcionado por ela na porta com um vestido coladinho e um sorriso acolhedor. Roubo um beijo e vamos para o quarto. Coloco minha mochila em um canto e ela me pergunta se quero água, se vou tomar banho. Um banho seria ótimo, respondo, tá calor. Ela concorda. Banho é sempre bom. Ela me leva até o banheiro, que é bem espaçoso e tem um ótimo chuveiro. Tomo meu banho. Depois desodorante, perfume e creme na barba. Escova de dentes, Listerine. Encontro Mel nua na cama, sorrindo. Normalmente eu não gostaria de ver a menina assim já despida, pois gosto de cerimônia de  desembrulhar o presente. Entretanto, ela tem um corpo tão espetacular que o fato, em vez de me incomodar, me excitou. Seus cabelos soltos pelo travesseiro e pela cama, seus seios se avolumando pelo tórax e os olhos enigmáticos na minha direção formaram uma imagem que dificilmente esquecerei. Fotografei-a mentalmente, fiz cópias destas das fotos, coloquei-as num quadro, num altar em sua homenagem. Tudo superlativo, hiperbólico, exagerado...

A boca da Mel não me ofereceu qualquer resistência, em contrapartida à minha desconfiança. Seus lábios são encorpados e macios. Correspondeu às investidas sem qualquer tipo de recusa. Pelo contrário: nos beijamos com bastante vigor. Apertei levemente seu rosto durante um beijo, o que a levou a abrir os olhos. Olhei para ela, o ato interrompido, e deixei escapar dos meus lábios o elogio mais ridículo que pude pensar: você é gata d+. Ela sorriu, voltou a fechar os olhos e a me beijar. Desci por seu corpo, lambi seu pescoço, seus seios e, atento, pude sentir os sinais discretos de quem se abria para uma intimidade crescente. Passei a língua por sua barriga perfeita e fui explorar seu sexo com a minha boca. Encontrei-a tímida num primeiro momento, as pernas um tanto resistentes. Gentilmente e de maneira sutil, escrevi um bilhete usando meus lábios e língua. Na caligrafia improvisada, pedia que se soltasse, que ficasse à vontade com minhas investidas. Ela cedeu e logo não havia mais vestígio de qualquer relutância. Suas mãos vieram à minha cabeça e pude sentir seus dedos alisando meus cabelos. Qualquer desconfiança, tanto da minha parte quanto da dela, estavam superadas a partir dali. A Mel se entregou, escorreu seu prazer na minha boca e se desprendeu das amarras quando o orgasmo veio. Gemeu e, indômita, empurrou minha cabeça quando ficou sensível. Olhei para seu rosto e estava transformado. O sorriso tímido e às vezes desconfioso dava lugar a uma expressão indecorosa. Mel me puxou para cima e voltou a me beijar. Seu semblante denotava alguma espécie de surpresa com o que havia acontecido.

Ordenou que eu me deitasse depois que se recuperou. Eu obedeci e ela veio me beijar, mas logo desceu até meu pau e começou um espetáculo que era tanto tátil quanto visual. Eu poderia tê-la ajudado com os cabelos, mas vê-la recolher fios de tempos em tempos, sempre que a atrapalhavam adicionou uma variável interessante à equação. Como eu já estava muito excitado, pedi que pegasse o preservativo e começamos com ela por cima de mim. O encaixe foi perfeito, com muita entrega de ambas as partes. Os seios perfeitos balançando conforme o movimento dos nosso corpos foram um deleite. Pedi que ela ficasse de quatro e mais uma vez nos encaixamos como se fôssemos um só. Aproveitei para puxar seus cabelos, apertar sua cintura e sua nuca. A expressão no rosto e nos olhos da Mel me incentivavam a ir cada vez mais forte. Senti que estava perto de gozar e pedi para trocarmos para o PPMM, pois queria gozar olhando em seus olhos. Começamos devagar, mas o tesão de fez acelerar. Peguei suas pernas e tentei colocar em meus ombros. Indomável, ela apoiou a sola dos pés em meu peito. A compressão que senti no meu pau foi indescritível. Sequer precisei fazer muita força: explodi em Mel, em tesao e paixão momentânea.

Deitados lado a lado, confessei meu receio em marcar aquele encontro, o que me fez, adiá-lo muito mais que gostaria. Seu beijo é muito gostoso, falei, estou surpreso. Ah, tu leu os relatos, né?, ela quis saber. Li, respondi, tive que medo que não fosse me beijar, que fosse fria. Ela suspirou e me falou de sua insatisfação com clientes que não querem tomar banho, que não escovam os dentes, que não são comunicativos e etc. Querem que eu seja simpática, mas não dão um sorriso, comentou, nem um bom dia. Aí fica difícil, né? Entendi o lado dela, conversamos um pouco sobre estas questões e pude notar o quanto ela é decidida e de personalidade forte. Via de mão dupla, ela foi bem sincera comigo: entrega exatamente o que recebe. Depois ficou me fazendo carinho enquanto conversámos e me ofereceu uma massagem, mostrando-se preocupada pois o óleo tinha cheiro e poderia complicar os casados. Sorri e comentei que não era nada que outro banho não resolvesse. A interação nos deu oportunidade para conversarmos ainda mais. Terminado nosso tempo, fui até o banho e depois me despedi. Vê se volta, comentou na porta. Volto, claro, respondi.

Gostei demais da Mel. Ela tem um conjunto físico muito raro e que mexe muito comigo. Encaixamos bem, tivemos uma química que foi crescendo ao longo do encontro e que culminou numa relação extremamente prazeirosa. Realmente ela não é das meninas mais falantes e nem sorri a toa. Ela entrega um jogo se sutilezas e se descortina aos poucos. Vende caro o sorriso e a simpatia, mas pra mim o desafio apenas tornou o jogo mais prazeroso quando vi que finalmente estava à vontade.  Falamos sobre questões cotidianas, que revelaram um pouco mais de sua personalidade: arisca, decidida e indomável. Mel é como um território de difícil acesso, mata fechada. Exige certo espírito aventureiro para que se encontre finalmente um oásis de beleza desconcertante. O sexo foi de alta qualidade, muito gostoso e no fim ainda ganhei uma massagem. Se houvesse esta categoria, diria que o encontro foi extremamente positivo e o repeteco é certo.