22 de Dezembro de 2023 às 10:29
SASHA
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$50.00

REPETECO

SIM

Ela figurou por muito tempo na minha lista, categoria "Sempre quis, nunca marquei". Ficava fascinado com suas fotos, um corpo muito exuberante que me despertava bastante atenção sempre que aparecia no Arena Social. Fui cativado, principalmente, pela beleza exótica de seu rosto: a airosidade evidente, os olhos marcantes e uma expressão quase sempre presunçosa que riscava uma fagulha em mim. Sasha sempre esteve nas minhas intenções, mas jamais se concretizou. Eis que vejo uma nova foto dela, vestida de colegial. Peguei o telefone, conversamos um pouco e marcamos o encontro. No fim da conversa, pedi: pode me receber com a roupa de colegial da foto? Claro, ela respondeu, pode deixar.

Vou até a Sasha cheio de expectativas. Já me decepcionei antes, fotos que não representavam a realidade, não seria novidade, mas eu não queria que acontecesse justamente com ela. Tentava controlar a ansiedade, mas não conseguia. Um raio atravessava meu corpo sempre que lembrava das fotos. Cheguei ao endereço (Rio Branco 156), fiz o cadastro e subi. Fui recepcionado por ela na porta. Estava de vestido branco, colado no corpo, as curvas bem pronunciadas, mas era um vestido discreto. Poderia facilmente sair à rua com ele. Chamaria atenção, atrairia olhares, mas não havia nada de indecoroso em sua roupa. Achei-a mais alta do que havia me contado pelo WhatsApp, mas era minha imaginação me iludindo. Logo ouvi o barulho do salto no piso e, após acompanhar em detalhes o movimento das suas pernas, cheguei a seus pés. Fiquei imaginando como conseguia se equilibrar. Foi bastante instigante observá-la caminhar pelos corredores à minha frente até chegarmos à sala. Ela é exatamente o que as fotos mostram: bonita, charmosa e altamente afrodisíaca. Não há uma única edição em seus anúncios. Ela é aquele mulher vistosa porque a natureza quis.

Uma breve conversa, banho e retorno à sala, ela sempre me acompanhando. Ainda estava com o vestido branco e por mais que estivesse espetacular, fiquei um pouco decepcionado, pois esperava vê-la com a fantasia de colegial. Imaginei que tivesse esquecido da nossa conversa. Entendo: muitos clientes, muitos pedidos, muitas caras novas. Não dava pra lembrar de todo mundo. Você me dá um minuto?, ela perguntou, acabando com minhas divagações. Claro, respondi. Não vale rir heim, ela sorriu. Rir, por que? Vou lá colocar a roupa que você me pediu. Vai ficar espetacular, tenho certeza, não vai ter como rir. Então tá, ela mirou profundamente em meus olhos, desconfiada. Já volto.

Fiquei feliz por ela ter lembrado do meu pedido, mas eu não fazia ideia do que me esperava. Ela retornou exatamente como nas fotos: o sutiã preto sobre os lindos seios e a saia xadrez com uma abertura dos lados, laços implorando para serem puxados. Estava de salto alto também. A fantasia mostrava mais que escondia, como deve ser. Tudo perfeito, tudo dicotômico: a vontade de vê-la daquela forma era proporcional à vontade de despí-la imediatamente. Repito aqui as palavras de Deus a Satanás no conto A Igreja do Diabo, de Machado de Assis: que queres tu, meu pobre Diabo? É a eterna contradição humana.

Enquanto eu a admirava, me olha desconfiada, um tanto tímida, talvez. Está linda, falei. Não tá ridículo?, quis saber. Não, está espetacular, respondi, vem aqui me dar um beijo. Nossas bocas se encontraram e conheci um dos primeiros talentos da Sasha que se revelariam ao longo daquela hora. Seu beijo é envolvente, acalentador, mas muito excitante. Nos agarramos de pé, mas logo ela quis ir para a cama. Agora você vai descobrir minha altura, falou sorrindo. Tirou o salto e desceu alguns andares.

Fomos para a cama e a diferença de altura desapareceu. Nos beijamos novamente, mas quis logo provar os seios da Sasha. Removi o top e suguei um de seus mamilos. Ela correspondeu com um gemido enquanto acariciava meu pau sobre a cueca. Me despi e ela ficou me punhetando enquanto nos beijávamos e eu explorava seu corpo. Meu pau era uma rocha em suas mãos. Ela me pediu que deitasse e começou um boquete absurdo. Meu pau latejava em seu lábios, pulsava violentamente enquanto ela se esforçava para alojar tudo em sua garganta. Ainda havia o complemento visual: Sasha observava cada reação minha com aqueles olhos tão característicos, ajeitava o cabelo, alguns fios colados na saliva que lubrificava meu pau. Tudo muito excitante, tudo praticamente implorando para que eu terminasse ali. Puxei a Sasha para mim, roubei um beijo e ordenei que deitasse. Ela estava tão gostosa que foi uma pena precisar tirar sua roupa para poder chupá-la.

Ela fez um jogo duro comigo antes de gozar. Gemia, tremia as pernas sutilmente, se contorcia, mas o orgasmo não vinha. Alternei técnicas, pressão, posição e nada. Chegava muito perto e regredia. Confesso que quase desisti. Só não parei porque cada "quase" me instigava a prosseguir. Finalmente o orgasmo veio, a vagina pulsando em meus lábios, Sasha desesperada para afastar minha boca. Fui beijá-la e ela não reagiu. Respeitei seu tempo e depois de alguns momentos ela finalmente abriu os olhos. Estava com ambas as mãos sobre a virilha, como se protegesse seu sexo. Passou a mão pelos cabelos e suspirou como se voltasse à vida. Desculpa, falou abrindo os olhos mais do que o normal, você me deixou muito sensível. Sem problemas, respondi. O importante é que conseguimos. Me deu trabalho heim? Sim, mas eu estava me desconcentrando. O que fiz de errado?, perguntei. Você? Nada! Ouviu o barulho no corredor? Não, respondi, estava concentrado. Barulho de salto, ela disse, tem alguém com um salto pesado pra lá e pra cá. Isso tava me atrapalhando. Ah, verdade, comentei. Ouvi sim, uma ou duas vezes.

Talvez tenham sido os saltos de alguma menina que fiquei curioso para conhecer. Talvez ela estivesse pensando em algum namorado misterioso enquanto eu a chupava com vontade. Talvez não quisesse gozar logo nas primeiras horas do dia (algumas meninas já me confessaram que seguram o orgasmo quando é cedo, pois acaba com a vontade delas com os próximos clientes). O importante é que ela havia, finalmente, entregue seu prazer na minha boca. Deitei novamente e ela, de maneira muito ágil, me colocou pronto para penetrá-la. Veio por cima após colocar a camisinha. Sentava com vontade, mas brilhou mesmo quando se esfregava. Podia sentir meu pau inteiro dentro dela, roçando contra as paredes da sua vagina, pressionando até o limite, querendo ultrapassar o fundo. Depois pedi que ela ficasse de quatro, quando pude observar seu rosto pelo espelho e admirar em detalhes sua bunda absolutamente perfeita. Variei as estocadas em velocidade e pressão. Fomos para o papai-mamãe, mas comecei a suar excessivamente apesar do ar condicionado. Algumas gotas caíram em eu rosto e, preocupado, pedi desculpas. Não se preocupe, meu bem, ela falou limpando meu suor, está gostoso. Mesmo assim trocamos de posição e voltamos com ela de quatro. Quando senti meu tesão no ápice, joguei gentilmente o peso do meu corpo sobre o dela, forçando que deitasse de bruços na cama. Meu pau era comprimido absurdamente dentro dela. Não demorou muito e eu me entreguei, um orgasmo forte, demorado, pulsante e exatamente como eu imaginava que seria.

Fizemos uma resenha de leve na cama e e ela me deixou à vontade para descansar. Posso afirmar: a expressão levemente arrogante nas fotos da Sasha é apenas fachada. Talvez faça parte de seu charme, o tipo de coisa que pode afastar uma parcela das pessoas, mas serve de combustível pra mim, aumentando meu interesse. Pessoalmente não há qualquer vestígio destas impressões. Sasha é simpática, carinhosa e gentil. Foi muito educada e amorosa comigo. Sensual ao extremo, me ofereceu um sexo que vai ficar ecoando nos meus pensamentos. No final, ao nos despedirmos, ainda comentou: poxa, nem fizemos completo. Verdade, comentei, não deu tempo. Pena. Pena mesmo.

Por que não dizer? Sasha é apaixonante e vai me obrigar a uma série de repetecos. Escapou fácil da categoria "Nunca Marquei" e sobe ao pódio como "Melhores do Ano".