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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
DISSE QUE FAZ
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Confesso: eu já tinha desasistido. Depois de algumas mensagens no WhatsApp antes do Natal e um silêncio por parte dela, eu já havia considerado que este encontro não aconteceria. Eis que na semana anterior ao Réveillon, chega uma mensagem dela pedindo desculpas por ter sumido. Tenho horário nesta semana ainda. Vamos marcar?
Combinamos no Hotel Condor, conveniente para ela, ridiculamente perto pra mim. Marcamos 10, adiamos para 10:30, mas ela só chegou perto de 11:30. Tudo combinado e avisado por ela pelo WhatsApp. Quando ela chegou, achei que o encontro seria ruim: me cumprimentou com um beijo no rosto e desandou a falar. Quis saber o que eu fazia da vida, se morava ali perto e etc. No meio do falatório, pedi um beijo e ela virou a bochecha. Dali, achei, definitivamente, que não tinha qualquer chance de acontecer algo de bom naquele dia. Amaldiçoei os espíritos dos desbravadores, mas dei corda, puxei assunto e deixei ela falar à vontade. Por uma curiosidade mórbida, quis ver até onde aquele teatro iria. Descobrimos algumas afinidades, algumas coincidências de trabalho e ela foi muito simpática, mas eu já estava mal humorado, achando papo d+ e nenhuma ação. Estava disposto a dizer a dizer que iria embora e não pagaria pelo programa que não tinha acontecido. No bar eu gosto de conversar, no motel, também, mas depois da foda, ofegante e temporariamente satisfeito. O papo seguiu e ela mudou o rumo da conversa. Disse que foi muito legal podermos conversar antes, que aquilo ajudava muito. Veio me explicar como ela costumava trabalhar, que gostava de conversar para criar uma intimidade, para que o encontro fluísse de maneira mais natural, para que não fosse apenas chegar, tirar a roupa e começar a putaria. Só atendo uma pessoa por dia e bem poucos por mês, disse, às vezes, apenas uma pessoa o mês todo. Não é profissão, é um extra. Não cobro o tempo do papo, sou muito tranquila em relação à isso. Estou aqui pra você e pra mim, não tô marcando tempo. Relaxa que não estou enrolando. Dito isso, veio me beijar na boca, finalmente. Um beijo muito bom, dedicado e gostoso, apimentado pelo piercing em argola que ela tem no lábio inferior. Peguei a mão dela e coloquei em meu pau, sobre a cueca. Ela me acariciou e logo endureci. Então a ajudei a tirar a roupa. Magrinha, bem mais magrinha do que costumo gostar, mas com os atributos no lugar: seios pequenos, mas bem formados, com piercing em ambos os mamilos. A bunda também é pequena, mas macia, protuberante e bem feita. Ela tem 1.70 de altura, o que facilitou o encaixe do beijo. Lambi e suguei seus seios, ela correspondeu com sussurros e com uma punheta promissora. Depois me puxou para perto da cama e, de quatro, veio me chupar. Ali o jogo virou: Antonela chupava, lambia e punhetava com uma voracidade impressionante. Colocava meu pau na garganta e fazia pressão para ir cada vez mais fundo. Golfava, babava o pau todo e ficava me olhando enquanto se recuperava, aproveitando a saliva para me punhetar. Desfrutei de cada segundo daquele boquete transcendental sem me preocupar com qualquer outra coisa. Após um longo tempo, pedi para trocarmos de posição e fui chupar aquela bocetinha pequena. A Antonela se contorceu em minha língua, apertava os seios, puxava meus braços e se acariciava o tempo todo. Deu um certo trabalho, demorou bastante, mas curti cada contração dela. Um pouco antes de gozar, afastou minha cabeça e se protegou. Segundos depois, entendi o porquê: um jato quente escapou de suas pernas, molhando a cama e parte do meu pescoço. Ela se retorceu, riu e suspirou. Que delicia, falei, deitando ao seu lado enquanto ela me beijava.
Depois de um novo boquete para firmar o pau, peço para pegar a camisinha. Você trouxe, ela pergunta. Não, respondo, e você? Também não. Peço pelo telefone e a campainha toca enquanto ela devorava meu pau. Vou para a antesala, pego o pacote em cima da mesa e entrego a ela, que me veste com a boca. Ela vem por cima, senta igual a uma coelhinha safada, mas logo troco para pegá-la de 4. Meto com vontade na magrinha, que se deleita com o pau entrando e saindo. Como ela de bruços e finalnente gozo. Deitamos na cama, ficamos conversando e trocando carícias. Ao notar a cama encharcada, ela se prontifica para trocar o lençol, mas digo para não se preocupar.
Durante o intervalo, conversamos sobre algumas putarias. Ela quer saber qual é a minha posição preferida e eu digo que gosto quando a mulher está de quatro e também que gosto se trepar de pê. Adoro fuder de pé, ela diz, o encaixe fica diferente, gozo horrores. Jura?, pergunto. Sim, ela responde, não sei explicar, mas amo. Digo que vamos aproveitar a altura dela e vamos trepar de pé. Ela cai de boca no meu pau, que rapidamente está pronto para a próxima. Durante o ato, ela tira meu pau da boca, fica me punhetando e pergunta: você só gosta de gozar do jeito normal? Como assim? Não gosta de gozar de outro jeito, tipo, na boca? Gosto pra caralho, digo. Ela sorri e volta a me chupar. Para não terminar ali, puxo ela para fora da cama e digo para treparmos de pé. Ela se apoia na parede, de costas pra mim, pega meu pau e encaixa na boceta. Fico bastante tempo bombeando daquele jeito até que ela goza muito forte, os jatos explodem na minha virilha e no meu pau, alagando o chão. Continuo penetrando forte até que sinto que ela está bem molinha. Trago-a para a cama, coloco de 4 e fico me divertindo ao vê-la praticamente desfalecida, com poucas forças até para se apoiar. Quando me dou por satisfeito, tiro a camisinha, deito na cama e peço para ela me chupar. Ela desperta do transe e começa a brincar com meu pau. Você não queria que eu gozasse na sua boca? Sim, ela responde. Então, faz sua mágica, digo. Ela começa a me chupar muito intensamente. Sinto meu pau cada vez mais fundo em sua garganta até que entrego os pontos. Para que ela entenda que vou gozar, começo a gemer mais forte. Ela trava meu pau na garganta e o gozo vem. Vai tudo direto ali. Ela tem espasmos e uma ânsia de vômito. Tira meu pau da boca e devolve tudo nele. Seus olhos estão lacrimejando. Uma lágrimas escorre deles. Ela volta e me chupar, recolhe toda a porra devolvida com a boca e com a língua. Engole tudo. Logo meu pau está limpo novamente. Há gozo em seus lábios, boca e um pouco no queixo. Ela recolhe com um dos dedos e devolve à boca. Olha para mim e ri. Achei que fosse me avisar, comenta. Achei que fosse perceber pelos meus gemidos, replico. Não tem problema, ela diz, foi até mais gostoso assim. Senti tudinho. Ela pega um copo da cerveja que esquentava na cama e bebe. Vou ao banheiro me limpar e encerramos por ali.
Para usar uma expressão batida, meu encontro com a Antonela foi um carrossel de emoções. Fisicamente, ela não atende às minhas preferências, mas a transa foi excepcional e certamente ela irá agradar quem gosta deste biotipo. A questão do atraso poderia ter sido um problema, mas como eu estava com tempo, foi algo irrelevante. De qualquer forma, ela me disse que não costuma se atrasar. O papo longo no início do encontro também foi algo para o qual eu não estava preparado. Fiquei preocupado e pronto para ir embora, mas de fato foi interessante e ajudou na hora da foda. Talvez fosse interessante ela ter me avisado e preparado o terreno, mas no final deu tudo certo. Foi um encontro atípico, mas que teve momentos espetaculares. A gozada na garganta foi parar no meu Oscar e a trepada de pé foi inesquecível, algo que apenas a Dandara Cruz havia me proporcionado este ano. O saldo final foi muito positivo.
