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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
O relato que trago aos prezados, tem como protagonista, a meiga e afetuosa BRENDA BABY.
Como já devem ter percebido os que leem meus relatos, eu sempre começo a narrativa dos encontros, reportando como a beldade entrou em meu radar. No caso da Brenda, começou com algumas participações dela no chat daqui do site. Pouco nos falávamos, geralmente, ela entrava quando eu já estava saindo. Mesmo nessas poucas oportunidades, tais pequenos encontros, aguçaram a minha curiosidade.
A partir daí, após consultar alguns relatos e conversar com alguns confrades, bati o martelo, decidindo de maneira definitiva, entabular um encontro com essa princesa.
Meu primeiro contato com ela, deu-se na semana entre o Natal e o Ano Novo. Apesar de receptiva, ela disse que havia acabado de entrar num pequeno recesso, e que voltaria aos atendimentos após alguns dias. Perguntei-lhe a partir de quando seria conveniente voltar a procurá-la, quando então ela me passou tal informação. Dias depois, novo contato, e aí sim, marcamos dia, hora e local, e claro, conversamos rapidamente sobre o perfil do seu atendimentos. Tudo acertado, marcamos nosso encontro.
Como já deve ser do conhecimento de todos, Brenda não possui local. Sendo assim, dentro de nossa conversa, chegamos a conclusão que seria melhor para ambos, marcamos o encontro no Lips velho de guerra. E assim se sucedeu.
Nossa sessão ocorreu ontem (04/12), quinta-feira. Como de praxe, cheguei antes, para acertar em qual suíte ficaríamos, e assim, passar o número do apartamento para a nereida.
Quando estou lá aguardando a chegada da princesa, ocorreu algo que considerei um bom presságio: Eu estava correndo os canais da televisão, para procurar algum programa para assistir enquanto a gatinha não chegava, eis que quando parei de zapear na TV Católica, a Brenda entra na suíte abruptamente, no exato momento em que um padre rezava uma novena para São Francisco de Assis. Tomei tal fato, não como uma mera coincidência, mas sim, como um sinal de que aquele encontro estava sendo abençoado.
Me apresentei gentilmente a Brenda, que me respondeu com reciprocidade. Ela disse que gostaria de banhar-se, e perguntou se haveria algum problema nisso. Disse que de jeito nenhum, que seria até bom, pois eu estava aguardando um funcionário do hotel que iria abastecer o frigobar a meu pedido. Pedi apenas que antes de qualquer coisa, ela recebesse logo o seu cachê, para que ambos pudéssemos ficar mais a vontade.
Com o frigobar já devidamente abastecido, fico no quarto aguardando a vinda da Brenda. Ela então adentra o quarto usando uma belíssima, e minúscula, lingerie preta. Poucas vezes em minha vida, pude contemplar tamanha beleza. Minha emoção foi tanta, que eu lhe disse: "A fama de sua beleza já havia chegado aos meus ouvidos, mas tudo o que ouvi foi injusto, pois você é muito mais bonita do que me disseram". Como eu já estava sentado na cama, faço um meneio com a cabeça, mostrando que eu gostaria que ela se aproximasse. Ela então, cai em meus braços, e começa a me presentear com uma adorável sequência de beijos molhados e ardentes. Nesse contato inicial, já pude constatar que a Brenda possui um corpo quente e carnudo, além de ter mel em sua boca.
Depois dessa troca de carinhos picantes, sugiro que bebêssemos algo antes de começar a transa. Enquanto bebíamos, conversamos amenidades, e aproveitei também para ficar quase desnudo, ficando apenas de sunga. Assim que acabamos de beber, voltamos a nos beijar mais, e aí, entramos naquele famoso momento pré-cópula, quando aproveito para explorar seu corpo com minhas mãos ásperas e rudes. Começo beijando seu pescocinho, até chegar em seus seios redondos e durinhos, que pareciam querer lançar-se para fora do sutiã que os aprisionavam. Começo também a massagear carinhosamente sua bucetinha, por cima mesmo da calcinha, o que levou a Brenda a dar gemidinhos que muito me excitaram. Depois de um bom tempo nos emaranhando assim, a Brenda me faz uma pergunta, de um modo muito singelo: "Posso chupar seu pau?" Como eu poderia negar um pedido desse, ainda mais feito com tanto carinho? Apenas disse, "mas claro, princesa, meu pau é todo seu." Brenda então fica por cima de mim, começa a percorrer meu torso hirsuto com a boca, e vai descendo, até que tira minha sunga e passa a mamar minha pica com muita vontade.
Fiquei muitos, mas muitos minutos mesmo, observando pelo espelho do teto, com quanta dedicação e prazer a Brenda mamou a minha piroca. Ela engolia até o talo, babava na pica, lambia, chupava, voltava a engolir, e tudo isso massageando o meu saco depilado. Brenda parecia estar em transe enquanto chupava a minha rola. O prazer na mamada era tamanho, que eu comecei a ficar receoso de dar uma gozada ali, antes de aproveitar melhor aquele encontro. Por isso, me ergui, a tomei em meus braços com doçura, e disse que queria retribuir toda aquela amabilidade, chupando a bucetinha dela também. Ela se deita, tira a calcinha e abre bem as pernas, e então me diz: "Vem!".
Senhores, a Brenda possui uma das pepequinhas mais lindas e formosas que eu degustei em toda minha vida. A bucetinha dela parece um moranguinho perfumado e estava meladinha, muito apetitosa, e cuja maciez me lembrava uma donzela me tocando com gentileza. Beijo a cinturinha dela, e quando chego em sua pepequinha, dou-lhe uns beijinhos, além de ficar respirando com um ar quente bem próximo dela. A Brenda começa a gemer, e a suplicar que eu a chupasse. Pego uma de suas mãos, coloco em minha nuca, indicando que ela ajustasse onde exatamente gostaria que eu chupasse. Chupo e lambo tanto aquela bucetinha, que a minha língua fica dormente. Mas valeu a pena, pois a Brenda goza a primeira vez, bem na minha boca.
Enquanto ela está sensível, e um pouco aturdida com a gozada, eu a abraço e fico fazendo carinho em seu rosto, tocando em seus cabelos, esperando ela se restabelecer. Assim que se recupera, ela diz, "E agora, é hora de buscarmos o seu gozo." Peço que ela pegue o preservativo, e assim que encapa meu membro, ela já fica de quatro, colocando suas lindas ancas em minha direção. Introduzo a pica gentilmente, e começo a macetar, primeiro de modo bem cadenciado, depois, quando sinto a excitação da Brenda, começo a aumentar a intensidade das minhas arremetidas. A Brenda é tão delicadinha, que a mais baixa das sentenças que ela proferiu, enquanto levava rola na xotinha, era "Mete seu safadinho, mete que está gostoso". Ora eu arremetia com mais intensidade, ora a Brenda rebolava aquela raba gostosa dela no meu pau. Fiz um esforço sobre-humano para segurar a gozada, pois senti que a Brenda ia gozar outra vez. Quando isso ocorre e ela começa se contorcer de bruços, eu tiro a pica da xota, retiro o meu preservativo, faço ela ficar deitada de frente pra mim, quando eu começo a me punhetar. Finalmente, jorro a seiva quente sobre a cintura da Brenda.
Completamente exausto, deito ao lado da Brenda, que me abraça e me cobre de carinhos até que eu me recupere. Sessão encerrada.
Depois disso, bebemos mais alguma coisa e fomos tomar banho. Enquanto isso conversávamos, até que o tempo contratado findou-se. Peço um Uber para que a Brenda pudesse ir embora, enquanto eu fico um pouco mais, para acertar as contas restantes com o estabelecimento.
Confrades, a primeira conclusão a que chego, é que eu não poderia ter começado no GPzimo em 2024 de melhor forma. A Brenda é doce, amável, delicada e sedutora. Um verdadeiro diamante de 24 quilates que encontrei no meio de tantos cascalhos duros. Para os que apreciam uma transa ao estilo namoradinha, não existe melhor pedida que a Brenda.
Lembro que enquanto conversávamos, mesmo eu sendo pródigo em elogios a Brenda, ela relutava, mostrando um pouco de insegurança quanto ao tamanho da sua beleza. Falei a ela, "consigo enxergar através de suas palavras, e percebo que sua insegurança é sincera. Mas saiba, se tem uma coisa nessa vida com a qual você não deve se afligir, é sobre o quão bonita você é. Foram raras as vezes em que vi mulher tão bela como você, e olha que eu já conheci muitas, muitas mesmo".
Resta-me agora apenas esperar angustiado o dia em que repetacarei com a Brenda, que aliás, faz jus ao nome. Ela é uma baby mesmo.
Relato encerrado, meus caros. Abraços fraternos para todos.