BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
DISSE QUE FAZ
TAXA ANAL
R$70.00
REPETECO
SIM
Tara não se discute.
No dito popular, diz-se que é como bunda… cada um tem a sua. A minha tara, por exemplo, é por mulheres de corpos anabolizados, músculos bem definidos e tesão à flor da pele.
De modo geral, são famintas por sexo. Gostam da putaria e são amantes da boa sacanagem. Os esteróides aumentam o volume de testosterona e a libido aflora de forma a fazê-las insaciáveis.
Evidentemente, é uma dedução minha, sem pretensão professoral ou embasamento científico. O que fundamenta a tese é baseado na experiência de quem admira o sexo com essas mulheres.
Movido por este interesse, investi merecidos R$ 250 em 60 minutos de enrosco com a Pat Ferrari, em sua breve passagem pelo Rio. O interesse era antigo. E dessa vez foi tratado como prioridade.
Pat é uma morena mineira de 40 anos, com 70kg, distribuídos em seus 1,69m. Calada e de olhar desconfiada no início, se entrega na medida em que a confiança no parceiro tempera o ambiente.
Uma “cavala” que ao se ajoelhar na cama para uma sessão de beijos e carícias se entrega ao dizer que se sente uma menina submissa e indefesa a habitar um corpo musculoso. “O que você quer de mim?”, indagou.
Bom… é claro que cada “querer” tem um preço e vai do caixa, do desejo e da disposição de cada um. Naquele momento, podia só desfrutar do sexo furtivo e ter a intimidade que abre o portal, o que já me deixou maravilhado.
O beijo é com entrega, embora não seja dos mais ardorosos. Mas Pat compensa com um bom oral, um banho de língua que banha despudoradamente o saco com olhares devoradores da tigresa. A maestria no beijo grego é de fato um momento à parte.
Deliciei-me no grelo, penetrei-lhe o ânus cheiroso com a língua e fiz o que pude fazer no estágio de excitação em que me encontrava - não era necessariamente o que gostaria de ter feito. Ela é bonita, sensual e safada. Brejeiramente instigante e misteriosamente libertina. Uma personagem interessantíssima.
Quase gozei só de acarinhar aquelas coxas hipertrofiadas, com tapas na bunda arrebitada.
Finalizei com ela de quatro, na cama, rostinho colado ao colchão e pernas arreganhadas para a penetração mais profunda. Fui para o banho e gastei o pouco tempo que me restava num papo sobre nossas fantasias.
Ela adora e me confessou com a naturalidade de fêmea madura que não pode ver um pau enrijecido. Tem vontade de fuder com muitos paus e se sente realizada em casas de swing. Uma tarada divertida em seu jeitinho mineiro de ser.
Pat voltou para Minas na sexta-feira (19), mas retornará no dia 1 de fevereiro para uma outra curta temporada no Rio. Ela ficou hospedada num hotel em Copa, onde entrei sem nenhuma dificuldade, mas não deve repetir a escolha.
Valeu a pena? Valeu. Muito! Mas minha intenção é pilotar essa Ferrari com um pouco mais de ousadia. Enquanto o dia não chega, vou treinando nas auto-escolas cariocas. E estou muito devagar. Um carro merecia mais paixão nas curvas e potência nas retas. Hei de melhorar…