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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
DISSE QUE FAZ
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
A cheirosa protagonista desse TD, é a irrequieta e safadinha YVY.
Este novo encontro com essa princesa, deu-se digamos, de um modo um tanto atípico. Ele se deu no mesmo dia em que eu já havia tido um enrosco com a BRUNINHA, ou seja, encontrar a formosíssima YVY estava completamente fora dos meus planos. Assim que saí do primeiro enrosco, encontrei dois grandes colegas, Barbosa e Eddie Adams, e nós então ficamos resenhando no tradicional Bar do Zezé.
Com o avançar da hora, e com receio de perder a hora da última composição disponível do Metrô, nos despedimos, e cada um tomou o seu rumo para casa. Chegando na estação, estava lá na plataforma já um tanto cansado, quando me deparo com um stories postado pela Yvy, sobre qualquer coisa que ela tenha feito no decorrer do dia.
Puxo papo com ela, e a YVY sempre muito gentil e atenciosa, dá prosseguimento em nossa conversação. Dado que o stories tinha um teor sensual, eu teço elogios às suas virtudes não-espirituais. Ficamos naquela conversa maliciosa, um provocando o outro, quando ela pergunta se eu não gostaria de ir até o seu local para pormos tais provocações em prática. Confesso que um misto de sentimentos, que iam do hesitante até a recalcitração tomaram conta de mim, pois eu já estava sugado, mas sempre considero o chamado da Yvy não um pedido, mas sim, uma intimação. Aceitei o convite.
Para os que porventura ainda não saibam, YVY faz seus atendimentos no 184 da BL, lá no Largo do Machado. Seu local é limpo e organizado, e possui tudo aquilo que é necessário e digno para um bom atendimento. Importante salientar que ela realiza ali também atendimentos de natureza não sexual.
Toco a campainha de sua porta, e a princesa já me recebe usando apenas e tão somente, uma minúscula calcinha cuja cor era de um tom meio coral. Ela me puxa para dentro, e já me recebe com um caloroso beijo na boca, acompanhado de uma apalpada no meu pau. Respondo essa recepção trazendo a Yvy para bem mais perto de mim, segurando e apertando bem suas nádegas com as minhas mãos ásperas e calejadas. Depois dessa recepção de boas-vindas, ela me oferece um banho, que aceito com muito gosto. Ela diz que enquanto eu banhasse, iria arrumar a alcova onde iríamos praticar o coito.
Atentem-se a essa detalhe, que é importante: O local da YVY, tem dois quartos. Num deles, possui maca, no outro tem-se uma cama. Fomos, primeiramente, para o que possui maca, porque é nele que está o ar-condicionado.
Chego no quarto trajando apenas a toalha que a YVY havia me dado, e ela estava acabando de colocar um grosso e macio colchão bem ao lado da maca. Eu abraço a cheirosa por trás, e enquanto beijo seu pescoço e prendo seus cabelos com uma de minhas mãos, peço desculpas por chegar naquela hora já no fim do seu expediente. Com a outra mão, volto a apertar sua bundinha gostosa. Ela se vira, e voltamos a nos beijar. A cheirosa primeiro puxa minha toalha, em seguida, eu a viro de costas mais uma vez, e puxo a calcinha com certo ímpeto, de modo que ela também ficasse nua. YVY como uma boa cabritinha lúbrica que é, já fica de joelhos, e engole a minha piroca com muita voracidade.
Depois de ser muito, muito mamado mesmo, eu preocupado com a posição em que ela se encontrava, aviso que vou me deitar para que ela continue a felação numa posição mais confortável. Enquanto a YVY traga e suga a minha pica, vou massageando o seu cuzinho com meus dedos.
A YVY continua a me mamar por muito mais tempo, o que me leva a fazer a seguinte ponderação: "Coração, como você aprecia mamar uma piroca, hein!", no que ela me responde de chofre, "E buceta também!".
O boquete estava sublime, mas entendi que o putaria deveria seguir o seu curso. Gentilmente, peço licença a ela, coloco ela de quatro, e começo eu a lamber sua xotinha e o seu cuzinho. Poucos minutos depois, faço menção dela pegar o preservativo, pois era o momento de penetrá-la.
Ela volta a ficar de quatro, e eu coloco a pica na sua bucetinha, e quando ela se encaixa totalmente, começo a macetá-la. Fico ali macetando a YVY por uns bons minutos, e ouvir o gemidinho dela, parcialmente abafado pelo fato dela estar mordendo o travesseiro, muito me excitou, o que me fez ficar com receio de gozar naquele momento, o que eu ainda não queria. Assim sendo, pego a YVY pela mão, e levo ela para o outro quarto que possui uma cama.
A YVY mais uma vez, empina safadamente sua bundinha, para que eu volte a fodê-la. Ficamos nessa meteção por um bom tempo, e aí, como segurei a gozada por mais tempo do que deveria, e também já não sou mais um menino (aquele era o meu segundo enrosco), eu começo a sentir o meu pau ficando claudicante, e as minhas costas começaram a doer. Eu então disse a YVY: "Minha rica, não aguento mais. Ou eu gozo agora, ou não vou conseguir gozar mais hoje."
Tiro o pau da xotinha da YVY, e retiro o preservativo também. Me deito na cama, e a YVY se deita em minha frente, e diz: "Relaxa Grisalinho, vou trabalhar sua pica até você gozar.".
Ela volta a mamar a minha piroca e o meu saco, além de me punhetar com muito zelo e dedicação. Meu pau que estava naquela situação de "meio barro, meio tijolo", volta a ficar duro novamente. O boquete e a punheta da YVY estavam tão gostosos, que eu já estava me sentindo bem levadiço. Quando percebi que a sensação de êxtase estava chegando no seu clímax, tomei as rédeas da minha pica, e comecei a punhetar rápido e com força, e avisei a YVY que iria gozar. Assim que o gozo vem, a sessão é finalizada.
Ficamos nus, na cama, conversando até que eu me recuperasse um pouco. Em seguida, vou tomar um novo banho, me visto, e faço o devido pagamento para a princesa.
Daí vamos até a cozinha, tinha algumas bebidas na geladeira, como mate e refrigerante, mas eu peço apenas água mesmo. Conversamos mais, até que ela me conduz a até a porta, onde nos despedimos e vou embora.
Caríssimos, possuo grande afeição pela YVY porque ela é uma profissional genuinamente dedicada, ou seja, ela faz tudo o que está ao seu alcance para que a gente saia feliz de seu atendimento. Todos os elogios que fizer, serão poucos para essa lindeza. Eu amo sucumbir aos seus encantos.
Relato encerrado, confrades. Abraços singelos e cordiais para todos!