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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
DISSE QUE FAZ
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Helena Bordon
ou
O dia em que derrotei os chineses
Altamente recomendada pelo confrade Tronche63, de olhos fechados, agendei um enrosco de duas horas e meia com Helena. A confiança na recomendação do amigo rendeu seus frutos. Ela é muito, muito bonita mesmo (sou mega exigente nesse quesito). É elegante e educada, simpática e (não menos importante) gostosa. Seios lindos, naturais proporcionais ao corpo, sem exageros (ou escassez), bundinha arrebitada e pepequinha rosa, toda bonitinha. Just what the Doctor prescribed me !
Helena fez sua rentrée triunfante há cerca de uma semana atrás, após algum tempo off, recuperando-se de uma cirurgia abdominal. Tive o privilégio de ser um dos que a receberam de volta. Ela estava super chique, toda de preto, com um blazer muito estiloso, um decote bem ousado valorizando ainda mais seus seios (dressed to kill). Cabelos bonitos e muito bem tratados. Maquiagem discreta e de bom gosto. Uma bota de couro (tipo Dr Martens) completava seu visual. Em Trafalgar Square, vestida assim, ela estaria super integrada e chique; uma autêntica londrina.
Bombons de primeira linha e doble red (J. Walker Red + RedBull), foram os mimos que a ofereci. Conversamos um pouquinho, e logo logo já estávamos atracados, eu em pé, ela ajoelhada na cama. Muitos carinhos, toques bem sutis, beijos leves, corpos grudados, tudo bem suave. O contraponto é Watson (meu inseparável companheiro), atingindo, desde logo, um grau de rigidez que dificilmente poderia vir a manter nas duas horas seguintes. Helena engrena no meu ritmo, e acho que decide, daí em diante, deixar para mim a iniciativa.
Passado algum tempo nessas preliminares, peço para ela deitar de bruços. Que bundinha linda, arrebitada !! Tentação do caralho !! Resisto. Espalho óleo de castanha doce por todo seu corpo, da nuca à sola de seus pés, iniciando uma massagem relaxante que dura quase meia hora. Às vezes uns beijinhos na nuca, nas mãos, na boca. Helena começa a suspirar.
Sinal dado, sinal compreendido. KY no bumbum e pepeka; massagem na área. Helena demora mais do que o usual para reagir, mas, de repente, parece que o motor pega, e começa a acusar reações. Vupt! Barriguinha pra cima, ataque aos seios. Descendo, aterrizo na pepeka, e lá fico com os dedinhos nervosos & curiosos procurando seus pontos mais sensíveis. Esforços recompensados. Helena acusa, e começa a se mexer de um lado para o outro, com as mãos hora na minha careca, hora acariciando seus próprios seios, hora perdidos – como se estivesse procurando algo na cama.
A essa altura a língua é chamada para reforçar a equipe, enquanto os dedinhos vão explorando regiões mais escondidas. A gemeção começa, o tesão aflora, a pepeka encharca. Acho que Helena goza. Gosto de acreditar nos elogios que balbuciou.
Mas a coisa não parou aí não. Helena resolveu assumir a direção, e, ajoelhada na cama, retribui, atacando Watson com um oral avassalador. Não consegui distinguir sua técnica, mas asseguro que esteve entre as três melhores que meu inseparável companheiro jamais recebeu.
Para evitar uma finalização precoce, partimos para um franguinho, derivando em seguida para um ppmm, e a deliciosa montada de frente, sempre sendo coberto por beijos e retribuindo. Helena é muiiiiito beijoqueira, e sabe variar a intensidade como ninguém (da beijoca carinhosa ao chupão).
Logo após um ligeiro intervalo, não resisto, e volto a homenagear a ppka rosadinha de Helena, dessa vez com o reforço de um porquinho sugador safado (chinês) que havia comprado na Amazon. Ela me diz que nunca havia experimentado. Só sei que o efeito foi avassalador. Helena gemia e se contorcia, com as mãos novamente alternando entre seus seios e o lençol (a essa altura já bem amassado). Quando estava chegando no auge, acredite leitor(a) amigo(a), ela se desfaz do porquinho chinês e autoritariamente puxa minha careca pedindo (melhor, exigindo) língua. Este foi o dia no qual derrotei os chineses. Meu ego foi até o Império Asiático. Assim Helena deve ter gozado mais uma vez, tendo certamente chamado atenção de diversos vizinhos com seus muitos gritos soltos sem qualquer vestígio de censura.
As duas horas e meia agendadas assim passaram como um raio. Para desespero de Watson, essas brincadeiras foram tão boas que acabei me esquecendo do companheiro, este, ávido por protagonizar e espalhar ectoplasma, tal qual os monstrinhos de GhostBusters.
Apesar do nosso tempo agendado já ter sido esgotado, Helena, com dó de Watson, afirmou que não sairíamos sem que eu fosse finalizado. Dito e feito. Sem pressa, ela parte então para a reanimação dele, com aquele oral misterioso, avassalador, e em seguida com uma punheta perfeita, complementada com uma chupação na pressão do saco. Parecia que ela havia engolido meus ovos. Foi minha vez de ir às alturas. Gozei muito.
Em resumo: só tenho elogios a fazer. Não é à toa que Helena coleciona um séquito de adoradores de estirpe. Novamente, meu agradecimento ao confrade Tronche63 por me proporcionar a oportunidade de me juntar a esse seleto time.
