28 de Janeiro de 2024 às 17:57
MARIA LUIZA
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

NãO

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM



Uma maratona com Malu

Maria Luiza agora é garota VIP. A partir de amanhã passa também a atender no seu novo espaço, no RB 156. Com esse binário simultâneo, e considerando os “apetrechamentos” estéticos / comportamentais dela, é provável que a demanda por seu atendimento aumente, e as janelas de sua agenda para mim comecem a escassear. Com isso em mente resolvi me antecipar aos concorrentes, e agendar uma maratona de seis horas com ela no final da semana que passou.

Valeu muito a pena. Pensei que não fosse possível, mas Malu conseguiu evoluir ainda mais nesses dois meses, desde que nos conhecemos. Desta vez ela literalmente me virou pelo avesso.

Separo a maratona em dois capítulos. No primeiro as coisas transcorreram de uma forma, diria, tradicional. Na segunda, entramos juntos em “modo tara”, e a maratona transcorreu sem qualquer controle, nos levando, os dois, à exaustão.

Capítulo 1 – O reencontro

É sempre bom rever Malu. Dá a impressão de que não nos víamos há semanas. Ela chega no alto de seus 1,76cm, altiva, bem blasée (seu estilo), vestida de forma casual, simples e de bom gosto. Maquiagem zero. Mesmo assim, não tem como não chamar atenção. Malu simplesmente chega ... chegando. A menina é bonita e esbanja atitude; não é para qualquer bobalhão.

Olhos nos olhos, encarada, sorrisos. Parece uma troca de sinais codificados entre nós. Um abraço muiiiiito apertado, cheiradas profundas nos cangotes. Suspiros de ambas as partes. Os carinhos iniciais, como sempre são bem sutis, os toques são suaves.
Sem qualquer razão para justificar pressa, assim ficamos por bastante tempo. Os beijos começam a se tornar mais frequentes ... e quentes. Malu beija de todo jeito. Dança conforme a música, desde as bitoquinhas e lambidas aos chupões, dependendo do clima e da ocasião (e da higiene, é claro).

Ainda vestidos, o ambiente se torna quente demais; as roupas começam a ser dispensadas. Cada peça retirada revela uma beleza específica de Malu. Seu corpo é repleto de curvas (e sabores): peitinhos pequenos com bicos pontudos (extremamente sensíveis), bumbum único, esplendido, generoso, um verdadeiro monumento. Uma pena que seja somente para fins ornamentais. Não há santo, ou estratégia, que a demova.

A essa altura ainda estamos na sarração (e meu pau já doendo), mas devido à enorme margem de tempo ainda disponível, adio as investidas mais radicais (que seria o natural) e opto pela tradicional massagem sensitive, de forma a levar Malu a um ponto extremo de relaxamento.
Faço isso com um creme profissional de massagem inodoro (RAAVI, à base de água) espalhado por todo seu corpo de bruços, passando (propositalmente) às margens de suas zonas mais erógenas. Uso somente as pontas dos dedos em toques super suaves. Penumbra, beijinhos em suas mãos, bochechas e olhos, e uma musiquinha indiana, completam o enredo. Por pouco ela não dorme (sorrindo).

É o momento de sair do ambiente indiano e entrar no tailandês, desta vez usando KY espalhado generosamente do bumbum à alta vagina, o que, por si só, já provoca tremeliques super sensuais em Malu. Foda é olhar aquela raba de respeito, mexendo, e manter a pose sem atacá-la. A massagem agora passa a contemplar também toda essa área, sem, entretanto, se afastar das demais. Carinhos e beijos ainda continuam complementando a massagem.

As reações de Malu começam a ficar mais evidentes. Fecha os olhos e geme baixinho, franze o cenho, geme e se contorce assim que passo a acariciar seus pontos mais sensíveis. Na medida em que me concentro em suas regiões erógenas, mais fortemente ela reage e balbucia palavras incompreensíveis. Suas mãos começam, desordenadamente, a procurar algo perdido na cama. Nada encontra. Sem qualquer sombra de dúvida, essa é a hora da entrada em ação da língua.

Malu então entra no estágio de pré gozo, virando fortemente sua cabeça para um lado e para o outro, e segurando a vontade de gritar. Cenho franzido ao extremo. Não resiste por muito tempo e grita “VOU GOZARRR”. Treme muito da cabeça aos pés, por alguns segundos e, em seguida, parece que desmaia. Só sei que não desfaleceu porque continua me fazendo carinhos, sem parar. Suas palavras, balbuciadas, continuam sendo incompreensíveis (será que Malu é russa?).

Aos poucos, bem despacito, os carinhos de Malu se estendem, e os seus beijos passam a cobrir meu corpo inteiro. Nesse ponto ela decide me presentear com uma massagem lingam, técnica esta que vem aprimorando recentemente. Meu corpo responde imediatamente, com contrações abdominais repetidas e incontroláveis, me levando às fronteiras do gozo. O ataque oral complementou a investida, me fazendo ir ao Nirvana, deixando nos lençóis milhões de herdeiros e herdeiras. A essa altura já havíamos consumido umas três horas, a metade do tempo agendado.

Capítulo 2 – O tesão incontrolável

Após a pausa inevitável, recomeçamos o enrosco, exatamente como fizemos no Capítulo 1. Só que aí, passados uns 15’, o tesão suplantou de longe a razão. Ofegantes, perdemos o controle. Tentamos o chuveiro frio para amenizar; mas o efeito foi inverso. A chuveirada em casal só serviu para esquentar ainda mais as coisas. Acabamos transando de pé, com Malu espremida contra a parede do box. Bateu a chamada “tesão de bode”, em nós dois. Muito bom quando isso acontece simultaneamente.

Saímos do box, e, ainda molhados, nos jogamos sobre a cama sem desgrudar um do outro; partimos para um 69 guloso, quando um pouco do mel de Malu chegou a gotejar sobre meu rosto, ao mesmo tempo em que ela atacava sem piedade meu pau y las pelotas (como chamam los hermanos), chupando-os “na pressão”. Apesar de não chegar ao orgasmo, tive sensações deliciosas.

Em seguida, com o pau novamente em alerta, ensaiamos um ppmm (adoro). Foi a vez da Malu receber o suor que o esforço me fazia produzir. Carinhosamente, vez por outra, ela me enxugava a fronte. A essa altura eu já tinha perdido a noção de qualquer coisa, me sentindo meio atordoado por conta do esforço prolongado. Estava evidente que Malu me havia feito passar dos meus limites. Caí em mim e pedi arrego. Assumi o papel de um Sultão e pedi a Malu que me montasse de frente assumindo a responsa pelos esforços daquele momento em diante. Ela fez isso com um empenho louco .... parecia endemoniada me comendo assim, sem que eu pudesse compreender o que a fez entrar no “modo tarada”. E assim continuou covardemente aplicando técnicas de pompoarismo .... até que gozou intensamente (acho eu), após o que repousou seu corpo todo suado sobre o meu. Assim ficamos, imóveis, por muito tempo, estatelados.

Após o merecido descanso, nova ducha, muita água, e, novamente uns sarros suficientes para que eu saísse da situação de meia bomba em que estava, e me fazer voltar ao estado de alerta amarelo. Percebendo o renascer do Phoenix, Malu decide me finalizar, me punhetando, chupando forte e alternadamente minhas bolas e me acariciando carinhosamente no peitoral. Às vezes subia, e me lambia a boca e orelhas. Nitidamente, sem que eu ainda viesse a entender, religou o modo tarada. Não demorou muito para que eu me desprendesse do pouco de ectoplasma que ainda restava após o desfecho do primeiro Capitulo.

Maria Luiza, amorzinho. Espero que você alcance muito sucesso nessa sua nova fase. Você reúne todos os predicados para vencer na vida. Que esta etapa, de Garota VIP, agora atendendo em um local próprio (e condizente), constitua um degrau importante para que você venha a tornar realidade todos os seus sonhos.

nota: a publicação das fotos foi devidamente autorizada pela modelo.