BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
DISSE QUE FAZ
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Nuvens cinzas pairavam entediadas sob um céu desbotado e apático, até que o Sol lançou seus raios como espadas flamejantes de um guerreiro determinado a romper barricadas. As lâminas de fogo atravessaram os flutuantes paquidermes cor de chumbo e fizeram imperar imensos rasgos do azul celestial. A tarde era quente.
Eu estava trabalhando confortavelmente em meu escritório quando o WhatsApp apitou o alerta de mensagem...
— Cadê você, sumido? — era a Pérola lembrando-se deste velho escriba e se fazendo lembrar, uma lição que todas as antigepês deveriam anotar no caderno de receitas.
Fiquei feliz com o contato, travamos um breve diálogo e combinei de visitá-la no mesmo dia. Fazia muitas semanas desde a última vez em que vi a morena do Méier.
Desembarquei na Rua Constança Barbosa pontualmente, pois sou dono de uma pontualidade de britânico exilado nestes trópicos de manadas obtusas. Enviei mensagem avisando sobre a minha chegada e me dirigi para a portaria. Identifico-me, o porteiro liga para a sala e subo após a liberação. Tudo tranquilo.
Entro no elevador com duas gordinhas que conversavam sobre um programa de dieta que só permite se alimentar com pepino e carne de soja, se mostravam entusiasmadas com o desafio. Alcanço o meu andar, desembarco e olho tomado de compaixão para as gordinhas, talvez pela última vez, caso elas realmente se arrisquem em uma dieta diária à base de pepino e carne de soja.
Toco a campainha da sala, uma recepcionista me recebe e me acomoda em uma das alcovas. Ela me informa que a Pérola viria logo me encontrar. Tanto tempo sem vê-la me gerou uma agradável expectativa. Correm uns poucos minutos e Pérola entra no quarto, me abraça e me beija com a língua oferecida. Emoldurada por uma microscópica lingerie azul, exibia o seu corpão gostoso, bronzeado e ornado por minúsculas marcas de biquíni. Pérola é tão gostosa que chega a ser uma falta de educação.
Conversamos, namoramos e percebi que nossa sintonia está muito mais ajustada... Peço que ela se deite, deslizo a língua até o clitóris em alto relevo e inicio as lambidas que fazem a menina estremecer. Com a região úmida, saquei o meu aparelhinho de eletrochoque e prossegui na tortura. Pérola se contorcia, gemia alto, pedia clemência, mas não foi capaz de conter o orgasmo. Gozou em meio a fortes espasmos.
A garota se recompôs, veio por cima de mim e abocanhou o meu combalido pênis. Chupou com vontade, engolindo, babando, lambendo meu saco, me masturbando. Comecei a sentir as ondas vulcânicas cutucarem a glande. De repente, Pérola parou de chupar, preparou o terreno e montou no castigado Pikachu — o breve. Quicou, quicou muito, esfregou, rebolou. Ela cavalgando, eu apertando os seus pequenos seios duros, seios que ela se abaixava para entregar à minha boca salivante.
Mudamos de posição, Pérola fica de quatro, se empina e vislumbro aquele tobogã sexual diante da minha fome. Penetro, soco, dou uns tapas nas nádegas. Pérola geme muito. Eu não ia gozar. Deito-me e ela me chupa novamente, incansável, e consegue aparar toda a minha seiva em sua boca.
Fica difícil fazer o afeiçoado forista captar, por esta condensada descrição, a foda espetacular que vivi com Pérola hoje. Entrega total, entrega absoluta. Uma dessas raras vezes em que me senti como se estivesse com uma namorada fogosa. Cheguei a pensar em dobrar o período, mas preferi ficar com o gostinho de quero mais.
Pagamento feito, ganho as ruas do acalorado Meier. Decidi andar a esmo, apesar do calor. O céu da tarde começava a rascunhar o princípio da noite. Sincronizei os meus aparelhos auditivos com o meu celular e selecionei uma das minhas batidas preferidas.
HOLLOW MAN
No meio da minha caminhada, avistei uma dessas joias perdidas na cidade: “Doce da Amore — O melhor joelho do Méier”. Que maravilha. Como um gaúcho velho como eu não serve para tomar chá com torradas, entrei no estabelecimento, pedi um joelho e uma lata de Antártica. A primeira mordida, o primeiro gole... Foi como se eu estivesse cometendo o pecado original.

Terminei o lanche e voltei a caminhar, agora a procura de um táxi. Passei por uma rua onde ficava uma das melhores Termas do Rio, a Termas 2001. Senti uma boa nostalgia. Então, me lembrei que estava perambulando pela terra do lendário Saulo — o sagaz. Terra de João Nogueira — o mito. Méier, onde já existiu a Termas 2001, onde hoje habita a doce Pérola.
Carimba que é Top!