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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Thalita Vieira,
Lolita - de Nabocov é um livro que conta a história da paixão de um discreto professor europeu de meia-idade, por uma sapeca pré-adolescente americana.
Li Lolita aos 14. Ficava excitadíssimo. A imagem que então fazia dela, bate exatamente com a Thalita, a reencarnação da Lolita - de Nabocov.
Pequena, toda dengosa, com um rosto e cabelo de bonequinha, uma boca pra lá de sensual, corpinho natural todo certinho, peitinhos lindos, voz de criancinha e uma elasticidade corporal de circo. Essa é Thalita, aos seus 19 aninhos. Um doce de coco.
Contrastando com sua pouca idade, seu atendimento é impecável. Parece ter nascido para agradar homens. Uma pequena gueixa. Muito provavelmente foi aprendiz de alguém bem profissional.
Nesse nosso segundo encontro, chegou com certo ar de timidez (acho que estava preocupada com o atraso), que logo sumiu, quando percebeu que eu não toquei no assunto. Logo após os beijinhos de boas-vindas (eu já de toalha), se deita na cama, vestida do jeito que chegou (civil), bem a meu gosto. Convite compreendido, e então, deitados, começamos o namoro.
Sem que se passassem cinco minutinhos, Thalita já me pergunta sobre a massagem. Não fala duas vezes, e vapt vupt, roupinhas lançadas aos céus; ninfeta peladinha de bruços na cama, pronta para o abate. Não consigo afastar meu olhar daquela bundinha toda perfeitinha e durinha.
Penso na revisão do carro, no IPTU, IPVA e demais contas a pagar, e assim logro começar a massagem exclusivamente por suas mãos, braços, costas e pernas, passando ao largo daquele pedaço de mau caminho, redondinho, espivitado. Mas a tentação é grande e logo logo já estou dedilhando a região do pecado, da rachinha do bumbum à alta ppka. Thalita reage com vigor, gemendo pra cacete e empinando aquela bundinha pra tudo que é lado. Tentação demais. Liguei o “foda-se” e caí de língua.
Diferentemente do primeiro encontro, dessa vez Thalita não gozou logo; ficou sempre no estado limítrofe, de ´pré-gozo, mas não chegava lá. Provavelmente (pensei eu) pode ter saído há pouco de outro atendimento.
Nada perguntei, e partimos então para a metelança, com ela montada. Thalita é formidável nessa posição. Bem apertadinha, alterna com maestria variações no entorno do tema, assim como a pressão e o ritmo. Isso sem falar da elasticidade tanto para, alternadamente, beijar muito, e para oferecer seus peitinhos ao “mamante”.
Fizemos um intervalo para hidratação, rapidamente interrompido pela ninfeta, que, de joelhos ao lado da cama, ataca com vontade Watson (meu companheiro de sempre). Thalita também chupa com maestria. Sua boca é ímpar, muito tesuda; tem o design desejado por nove entre dez modelos femininos. Como se não bastasse ainda faz aquela carinha de menor abandonada “pedindo leitinho”. Sei que é bem lugar comum (a frase), mas, como somos muito bobos mesmo, acaba dando um puta tesão. Só não gozei porque prefiro sempre guardar para um grand finale.
O round seguinte foi na base do ppmm, franguinho, lótus, salada de alface, Standard oil, forget my friend. (de Canção Pra Inglês Ver - Lamartine Babo).
Mas, siririqueira como é, Thalita logo emendou uma siririca daquelas, ao mesmo tempo em que me beijava com o maior fogo, usando sua outra mão para me punhetar. Não tive outra opção a não ser a de me entregar às manobras diabólicas da ninfeta; e assim, rapidamente, gozamos juntos numa sinfonia de longas expressões impublicáveis pois Thalita emendou um oral que se estendeu bem além da explosão de ectoplasma, e que me fez ver estrelinhas.
Ainda deu tempo de dar uma boa relaxada na hidro, fazer uns carinhos mais, e colocar em dia a conversa. Tudo muito agradável.
Nota: a publicação das fotos foi autorizada pela ninfeta.
