08 de fevereiro de 2024 às 11:08
ANGEL
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

DISSE QUE FAZ

TAXA ANAL

R$50.00

REPETECO

SIM

Anjos não tem sexo!
Tem sim.
Pode provar?
Posso.

Provei. Uma anja. Cabelos loiros, lisos, os fios finíssimo e macios. Estavam cheirosos também. Este anjo me recebeu de lingerie preta. Um laço em cada lateral da calcinha, outro na frente do decote, os seios grandes querendo escapar. O laço frontal me deu trabalho, fiquei tateando suas costas à procura do fecho, mas não encontrei. Ela afastou meu corpo, pinçou a ponta do tecido com ares de obviedade e deu liberdade à obra prima do cirurgião. Beijei-os experimentando a textura, o sabor e as suas reações. Os bicos, até então tímidos, reagiram, resolveram se apresentar. Beijei-os também. Passei a mão em um dos braços da Angel e senti o arrepio que minha língua havia causado. Bom sinal, havia troca. A mão que ela passava em meu corpo alcançou a cueca, massageou meu pau. Tirei a roupa e, enquanto nos beijávamos, ela ficou acariciando a rola. Depois se abaixou e, de joelhos, beijou a lateral da piroca próxima à virilha. Subiu da base ao topo com a língua e ficou lambendo a parte de baixo da glande. Em seguida lambeu o outro lado todo. Depois manteve o foco na cabeça e na sequência, colocou o pau todo na boa. O boquete foi feito, em grande parte, de olhos fechados, que ela abria de vez em quando para ver minha reação e mantinha o contato visual por um tempo. Gostei dos olhos da Angel, eles tem uma profundidade rara  e denotam curiosidade.



Não direi que cansei do boquete ou tive receio de gozar logo. Não. Eu estava curtindo cada momento com a Angel e ver seu corpo perfeito só me fazia querer explorá-lo de todas as formas possíveis. Pedi que ela deitasse na cama. Fiz uma parada rápida em seus seios e na barriga, mas fui ágil ao levar minha boca para onde a curiosidade sugeria. Estava doido pra provar o sexo da Angie. Um preâmbulo nas coxas, laterais da virilha, grandes lábios e, finalmente, o alvo primário. Comecei devagar, mas o paladar me instigou. Fui mais invasivo. Ela afastou mais as pernas para me ajudar. Fechava e abria os olhos de acordo com as minhas investidas, mordia os lábios e passava a língua por eles. Gozou rápido e tão discretamente que quase não acreditei quando empurrou minha cabeça. Surpreso, perguntei se não estava bom. É que eu já gozei, respondeu, fica sensível. Já?, perguntei, realmente surpreso. Ela acenou com a cabeça e protegou o sexo com as mãos. Olhei para suas coxas e vi que tremiam. Sorri, subi para um beijo e ela veio novamente me chupar.

Angel montou em mim com um arcanjo preparado para um missão divina. Tudo nela era excelso, mas o sagrado, pra mim, exigia pecado. Angie cavalgou ferozmente. Para provocar, parava no meio de oito ou dez repetições aceleradas e deslizava demoradamente pelo pau. Alternava entre movimentos rápidos e outros absurdamente lentos, permitindo que eu sentisse cada centímetro da penetração. Era uma encenação poética e obscena, um pouco de Shakespeare, um tanto de Sartre.

Trocamos de posição quando ela se cansou. Ficamos um tempo no papai-mamãe e então eu cansei também. Coloquei-a de quatro sobre o colchão e a penetrei por trás. Angel reagia às minhas estocadas, às vezes de maneira mais aguda, mas em geral, era comedida e elegante. Olhava discretamente para trás, analisava minha reação e retornava o pescoço à posição original. Quando massageei sua nuca, jogou os cabelos para o lado, me incentivando a prosseguir com a carícia. Puxei Angel para a beira da cama, que era alta e favorecia a penetração. De pé, fora do colchão, com ela ainda de quatro, tive acesso irrestrito ao seu corpo. Minhas mãos flanaram à vontade por suas costas, nuca, nádegas, panturrilhas e pés. Aproveitei para acelerar o movimento dos quadris e puxar seus cabelos. Coloquei-a de frente, em seguida, e aproveitei para acariciar a parte frontal do seu corpo e aplicar um leve enforcamento enquanto apreciava aquele rosto admirável. Depois ergui suas penas, colocando-as em em meu peito e na sequência joguei-as lateralmente, penetrando-a por entre as pernas dobradas.

Gozei com Angel de bruços na cama, após termos trepado de lado, ela com uma perna erguida, próxima ao ventre e a outra estendida ao longo do corpo, enquanto ficava sentado sobre sua coxa. Estava pingando de suor, arfando na tentativa de colocar a respiração em ordem novamente. Batemos um papo rápido enquanto nos recuperávamos. Falamos sobre seu outro trabalho e descobrimos que temos cães da mesma raça. Abri a mochila e dei para ela um bichinho de borracha que havia comprado há poco, para que levasse pro peludo. Ela me mostrou algumas fotos do filho de quatro patas e eu fiz o mesmo.

Por fim, devo agradecer à Anna Trinity, que me mostrou uma foto da Angel e me passou o contato dela. Certa vez, no chat, conversei com o Oscar The Shy sobre algumas meninas. Ele foi certeiro em afirmar que a Angel deveria aparecer aqui muito mais vezes do que acontece. Estava certíssimo. O atendimento dela é impecável, é extremamente bonita e ainda tem o corpo perfeito. Foi um encontro irretocável.