10 de fevereiro de 2024 às 20:21
LOREN ANDRADE
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Loren, a onça dengosa. Antecedentes

Os primeiros relatos sobre a Loren no Arena datam do início de 2021, quando ela então labutava em uma conhecida casa de massagem. Li todos os que foram publicados até o presente. Em sua grande maioria, destacam a voracidade e desempenho de Loren em satisfazer seus clientes, de A a Z. “Loren - A Incansável”. Dentre seus vários atributos, sem falar da beleza ímpar e corpo irretocável, esta é a adjetivação mais frequentemente encontrada em seus relatos.

De agosto do ano passado até o presente, tivemos mais de uma dúzia de encontros, nenhum deles com duração inferior a duas horas. Na maior parte dos relatos que então publiquei, tenho dado ênfase aos mesmos atributos abundantemente destacados pelos demais confrades agraciados pelos favores de Loren. Pois é aqui que mudo o tom.

Já havia percebido esse aspecto que agora passo a enfatizar. Depois de recordar (um rewind) e refletir, cheguei à seguinte conclusão: dentre todas as mulheres com quem transei, Loren é aquela que mais intensamente correspondeu aos meus carinhos.

O prazer que ela demonstra ao ser afagada, acariciada, cheirada, lambida, elogiada, filmada com olhos de admiração, supera sua expressão do gozo. É o seu lado felino se expressando em todo seu potencial.

O relato

Loren chega (como sempre) toda feliz no Serrano, falando pelos cotovelos, cheia de novas histórias (a vida de Loren é intensa; cada dia acontece algo). Ficamos na mesma suíte que reservamos da última vez. A grande novidade é a nova tatoo que ostenta na panturrilha (e que panturrilha!). Uma mulher onça, a cara dela, linda, linda. Não fotografei; o tatoo ainda está na fase de “maturação”.

A meu contragosto, pois gosto dela suada, Loren decide por uma chuveirada rápida. Eu a seco com duas toalhas. Logo logo faz cara de dengo, sorriso no canto dos lábios (pensando besteira), e, ronronando, começa a pedir carinho. Ainda de pé, a isso me dedico por um tempão, pois não tem coisa que me agrade mais do que agradar quem goste de ser agradada. Loren vai derretendo, derretendo, e acabamos indo para a cama.

Dessa vez não teve massagem corporal. Deitados, continuamos nos carinhos mútuos; a onça cada vez menos onça e cada vez mais gatinha dengosa, retribuindo em reações sutis meu empenho em lhe dar prazer.

Adoro essas preliminares. Adoro essa complexidade feminina. Cada mulher, quando não representa, em dias diferentes reage de forma diferente aos mesmos estímulos.

Dessa vez, também, não teve anal; não tivemos tempo (foram “só” quatro horas), nem vontade. Somente as preliminares se estenderam por quase uma hora. O restante do tempo foi concentrado em: (1) massagem, beijos, lambidas, chupadas na ppka, virilha e vizinhanças; (2) montada de frente, hora esfregando seu clitóris no meu pau, hora me currando, me cobrindo de beijos, gotas de suor e palavras de carinho, me olhando com cara de sofrimento e cenho franzido, me fazendo respirar seu ar e respirando o meu; e, (3) brincadeiras diversas, tipo ppmm, franguinho, pinceladas, etc.

Alternamos essas situações algumas vezes, até que meu inseparável companheiro clamou por clemência, solicitando protagonismo maior. Loren lhe concedeu a graça, lançando mão de todos os seus recursos (e são muitos) para então fazê-lo esvair até a última gota. Não fui discreto ao sentir tanto prazer.

Depois, um descanso merecido para ambos. Em seguida uma hidro, acompanhada de beefeeter, três especiarias, redbull e muuuuuito gelo. Relaxamento total, acompanhado de um papo gostoso sobre as novidades.

Mas, o que fica mesmo gravada fortemente, é a lembrança das doces palavras, carinhos, expressões e demais gestos de retribuição de afeto dessa onça gatinha dengosa carente, Loren - A Única.