11 de fevereiro de 2024 às 00:04
GABI TORRES
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

NãO SEI

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Olá rapaziada amiga do GPzismo... Um salve a todos!

A musa que protagoniza esse relato, é a solícita e ardente, GABI TORRES! Reverência

Essa TDzada é recentíssima. Ela ocorreu na sexta (09/02). Como os confrades mais próximos de mim sabem, estou padecendo com uma Cervicalgia chatíssima, que tem me imposto uma certa limitação na minha mobilidade, e por isso, compareci a resenha ocorrida no dia anterior ao TD, sem nenhum tipo de interesse, digamos, não espiritual. O fato de eu estar sofrendo com esse incômodo, tem feito com que eu evite um pouco as chamegadas, mas a consequência disso é que o acúmulo de humores, faça com que eu fique naquela situação de indolência, típica de quem precisa extravasar com alguma cheirosa.

Dia seguinte ao da resenha, na parte da manhã, estou eu verificando os stories do meu Zap, e me deparo com uma postagem um tanto inspiradora: Era minha queridíssima amiga, Gabi, usando uma fantasia de enfermeira erótica. Tal imagem me levou a entrar em contato com ela, e lhe fizesse um dramático pedido de socorro, que se deu mais ou menos, em tais termos:

Olá Gabi, bom dia. Tudo bem contigo? Então, você sabe que esse coroa calejado aqui, está padecendo de dores excruciantes no pescoço, e preciso de uma mão carinhosa que me proporcione alguns afagos. Por caridade, você teria disponibilidade hoje?

Claro Grisa, eu jamais deixaria um bom amigo na mão. É só você me dizer o horário e o local.

O local seria o Lips. Mas o horário, não tem como eu dizer exatamente. Vou tomar banho, me arrumar, e no meu deslocamento vou te dando o feedback de onde estou. Mas fique tranquila, logo estarei lá, e te avisarei.

Fechado Grisa, te aguardo.

Assim que cheguei no Lips, fiz os acertos necessários, e passei o número da suíte para Gabi. Enquanto ela não chegava, eu já deixei o ambiente no esquema, ligando ar-condicionado, hidro, etc. Coisa de 10 minutos, Gabi chegou no recinto.

Nos cumprimentamos amistosamente, e ela pediu que eu aguardasse uns minutos, pois ela iria tomar um banho. Quando saiu do banheiro, ela saiu como uma espécie de Eva negra, completamente nua. A serpente do pecado que estava dentro da minha sunga, já deu logo uma aprumada.

Ela na cama, me pergunta: "Então meu querido, me diga onde está doendo, para eu fazer uma massagem". Eu que nesse momento estava apenas de sunga, subo na cama, vou em direção a ela, boto a pica pra fora e sem nada dizer, já faço ela engolir minha mamadeira de carne. Puta que o pariu, a Gabi me aplicou uma mamada com tamanha voracidade, que a sua boca parecia uma bomba de sucção tragando minha rola. Enquanto ela engolia meu pau, lembro de ter elogiado o empenho e o esmero com que ela estava ali exercendo seu ofício. Ela piscou para mim, agradecendo tal reconhecimento.

Para poupá-la um pouco da posição em que ela se encontrava, eu me deito na cama, mas peço para ela mamar mais. Enquanto ela ainda me mamava, eu ficava percorrendo suas nádegas e sua bucetinha com a minha mão áspera e calejada pelo tempo. E tome a Gabi engolindo minha rola, cuspindo nela, voltando a chupar e mascando o meu saco depilado.

Embora situação um tanto prazerosa, comecei a ficar com receio de queimar a largada naquela posição. Me levantei sem cerimônia, arrastei a Gabi pelas pernas para a beirada da cama, e comecei a chupar a sua bucetona, que estava super melada. Depois de chupar e lamber a bucetinha de frente, coloquei a safada de quatro, e trabalhei a xotinha e o botãozinho apertado dela com a língua. Cada vez que a minha língua quente e áspera invadia aquele cuzinho, a putinha não gemia, mas urrava. Trabalhei ela ali, até que ela gozou a primeira vez. Sem deixar ela se restabelecer, pedi que ela pegasse a camisinha, pois minha pica estava latejando, e eu queria, aliás, queria não, eu necessitava fodê-la imediatamente.

Ela voltou a mamar minha pica, colocou o preservativo no meu pau, e virou aquela bunda gostosa mais uma vez em minha direção. Plantei a pica naquela xota melada, e comecei a macetá-la com garra. Depois de macetá-la por uns bons minutos, ela goza pela segunda vez. Ela cai na cama, deitada, e eu, retiro o preservativo da pica para fazer ela mamar meu pau. Enquanto ela mama, eu vou massageando a bucetinha dela com uma das minhas mãos. Assim que ela se recupera, peço outra camisinha, pois quem iria buscar o gozo agora era eu.

Volto a plantar a pica naquela xota maravilhosa. Fico a suar como um porco em cima dela, e a Gabi com aquele rabão empinado, mordendo o travesseiro e gemendo bem gostosinho. Quando sinto que estou chegando perto de gozar, digo a ela: "Gabi, segura a rajada!". Dou estocadas aceleradas nela, até que ela goza pela terceira vez, e eu a primeira. Tiro o preservativo, e gozo na boquinha da Gabi, que limpa toda a porra do meu pau com a língua.

Ela vai fazer sua higiene, e eu fico na cama, suado pra caralho, descansando. Ela volta, se deita, e começamos a conversar um pouco. Só que no meio dessa conversa, ela fica acariciando a minha rola, que volta a dar sinais de vida. Com isso, começo a beijar o pescoço da Gabi, a mamar o seus seios, e apertar sua bunda rija e macia, enquanto ela me punhetava gostoso. Assim sendo, eu aviso: "Gabi, vou ter que te foder mais. Quem mandou ser uma puta gostosa?"

Ela encapa minha pica, vira aquela rabeta deleitosa em minha direção, e volto a macetá-la. Fiquei metendo por um bom tempo, e enquanto eu perfurava aquela xotinha melada, conversávamos. Falávamos da resenha no Bar do Zezé, do clima quente da cidade, sobre os blocos de Carnaval, etc... Quando sinto que a Gabi iria gozar pela quarta vez (meus amigos, o bom Deus concedeu essa natureza generosa a Gabi, nada tive a ver com isso), aumento a velocidade das estocadas, e a Gabi goza, e cai suada e esfalfada na cama. Aí ela sentencia: "Grisalho, não aguento mais gozar. Me dá leite, quero seu leite na minha boca mais uma vez".

Não sei de onde iria tirar mais seiva, mas me deitei na cama, e comecei a tocar uma punheta. Quando meu braço já estava pegando fogo, avisei a ela que iria gozar novamente. Ela colocou a boquinha no meu pau, e sugou o pouco de seiva que eu ainda detinha. Ela voltou a lamber, de modo que meu pau ficou lustroso. Em seguida a Gabi foi fazer uma nova higiene, enquanto eu, fiquei prostrado na cama todo suado, semi-morto mesmo. Sessão finalizada!

Após essa intensa inteiração sexual, pegamos uma hidro, comemos um tira-gosto, bebemos e conversamos mais. No meio dessa conversação final, eu disse a ela: "Caralho Gabi, tu é uma putinha muito fudelona, hein!" Finalmente nos vestimos, e rua!

Companheiros, não vou dizer que fiquei surpreendido, porque a boa fama da Gabi precedia o encontro. O que posso dizer, é que para os que já possuem uma idade mais avançada como eu, se puderem levar um desfibrilador portátil será bom, porque a Gabi é uma mulher difícil de saciar... Haja fôlego e saúde!

Relato encerrado! Abraços fraternais para todos! Abraço Amor