14 de fevereiro de 2024 às 18:00
MARIA LUIZA
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

DISSE QUE FAZ

ANAL

NãO

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM



Malu – Uma nova etapa

Conforme já divulgado pela própria, Maria Luiza agora atende no Centro, mais precisamente no RB 156. O presente relato engloba dois atendimentos que me fez (cada um de três horas) em suas novas instalações há alguns dias atrás.

O privê de Malu

A porta de entrada dá diretamente em um pequeno hall; este desemboca em outro, com acesso a um banheiro completo, uma cozinha, uma área de serviço, e a duas salas independentes, em uma das quais Malu atende. Tudo novinho.

Seu ambiente, conforme já descrito pelo incansável confrade Dionísio (meu herói), é excelente: espaçoso, bonito, refrigerado, limpinho e bem apetrechado. A vista externa é magnífica. A interna também, principalmente se Malu estiver com suas mortais curvas a descoberto.

Para minha alegria, além da indefectível cama, seu cafofo inclui também uma maca robusta, o que me proporciona maior comodidade no exercício que tanto aprecio aplicar.

Os dois enroscos com Malu

Em homenagem a tal aquisição, foi justamente na maca que ficamos praticamente o tempo todo do primeiro encontro nas novas instalações. Ela cumpriu com louvor suas funções. Já o segundo enrosco, se desenrolou 100% na cama (igualmente bastante confortável).

Em ambas as oportunidades massageei e chupei a Malu por mais de uma hora até ela começar a literalmente gotejar (sua produção é intensa), para mais tarde emendar gemidos baixinhos, ter contorções corporais de um lado para o outro (com força), abrindo mais as pernas, tapando a boca para evitar gritos, amassando o lençol com as mãos, esmagando meus dedos com uma pressão absurda do assoalho pélvico (e que assoalho!). Resumo: gozou pra caralho em ambas as oportunidades. Eu poderia simplesmente ter presumido isto, mas a conheço bem, e sei que Malu é péssima interprete, não sabe fingir.

Seguiram-se as penetrações com algumas poucas variantes. Estas constituíram o segundo ato em ambos os atendimentos, com ênfase, como nas vezes anteriores, em sua montada frontal, a minha preferida, para ficar curtindo aquela cara de sofrimento, com o cenho cerrado, que ela faz.

Também brincamos muito de papai e mamãe, do ritmo lento ao frenético (quase gozei, o que é raríssimo, nessa posição).

Na primeira ocasião (inaugural), a finalização foi à base de punheta, com direito a muitos beijos, amassos e chupadas no saco. No enrosco mais recente, tive a ideia de reproduzir uma gozada fabulosa que me marcou muito na adolescência: no banco de trás do carro de amigos, minha namorada de então, (virgem) de bruços, eu com o pau (lambuzado de cuspe) entre suas coxas e bundinha (sem penetração), em menos de um minuto de sarro e esfregação, me esvaí até a reserva. Propus reproduzir a cena, e, para meu encanto, Malu topou.

Após lambuzar abundantemente com óleo de amêndoa doce, meu pau, a bunda e as coxas de Maria Luiza, comecei a reproduzir os movimentos feitos na adolescência, entre as coxas. Com a visão daquela raba absurda, mais uma vez, não deu outra: novamente, em menos de um minuto, voltei a ser o ejaculador precoce dos 16, e dei uma puta gozada, espalhando ectoplasma por toda a linda paisagem, tão proibida quanto desejada.

Vou parando por aqui. A redação desses relatos me deixa excitado demais. Recorda é viver!