19 de fevereiro de 2024 às 11:23
THALITA VIEIRA
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

NãO SEI

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Marcamos no Hotel Megara. Um dia antes, trocamos pro Condor, mas acabamos no Cartago. Antes, nos encontramos no Norteshopping. A gente toma um café pra trocar uma idea e quebrar o gelo, prometi pelo WhatsApp.

Ela chegou de vestido preto. Baixinha, corpinho delgado, leve proeminência na altura dos seios e nas nádegas. Bom sinal. Tinha os olhos curiosos, um pouco aflita, provavelmente por ser nosso primeiro encontro. Abriu um sorriso ao me reconhecer. Beijos nas bochechas em cumprimento. Te prometi um café, mas tá um calor... Tá demais, ela comentou. Prefere um sorvete, ou quer ir direto pro hotel? Vamos direto, ela sorriu. Um ar de atrevimento atravessou seu rosto. Peguei na sua cintura e a direcionei para as escadas rolantes. Meu carro tá logo aqui em cima, expliquei.

Você tá tão cheiroso, comentou assim que entrou no carro. O perfume era uma armadilha, uma cartão de visitas. Eu tava cheiroso, mas tenho meus truques: uma borrifada no banco banco do carona, na altura do apoio de cabeça, um artifício pra atiçar os sentidos. O vestido curto da Thalita subiu quando ela sentou, revelou as coxas. Aqui posso te cumprimentar melhor, falei colocando a mão em sua perna. Depois a puxei para um beijo, uma boca gostosa, naturalmente consistente. A língua fez boa presença também, quis jogo, se insinuando contra a minha. Beijo de quem quer mostrar serviço ou vontade, coisa rara.

A Talita tem uma voz muito delicada. Fala baixinho, com charme, namoradinha que se faz de tímida, mas que porta um sorriso desfaçado. Queria um pouco de água, ela pediu assim entramos no quarto. Fui até a antesala e peguei uma garrafa no frigobar. Quando voltei ela estava sentada a cama, as pernas cruzadas mostrando as coxas joviais. Bebeu direto no gargalo. Desleixada – ou como quem mandava um recado – deixou uma gota deslizar pela boca até alcançar o queixo e escorrer, sumindo sobre o vestido. Limpou o queixo, o rosto e sorriu. Vou tomar um banho, falei, desejando prová-la o quanto antes. Me dá um beijo primeiro, ela pediu.

O banho não aconteceu. O beijo nos incendiou e ficou complicado me desvencilhar daquele abraço à frente da cama. Em pouco tempo ela estava sem o vestido, os seios pressionados contra meu peito e depois, se comprazendo em minha boca. Gosto de mulheres de todos os tipos, de todas as idades. Jovem, o corpo da Thalita tem as benesses daquilo que está razoavelmente intocado pelo tempo. Os seios firmes, medianos para a proporção de seu corpo, parecem zombar da gravidade. Sua bunda é macia, colágeno puro mantendo a diarquia dividida entre a firmeza e a elasticidade. Sem exageros de academia, sem procedimentos estéticos. Natureza e só. Tentei mais uma vez escapar para o banho, mas ela subiu em meu colo e seguiu me beijando. Ambos sem roupa, ela direcionou a boca ao meu pau. Ali a menina Thalita desapareceu e surgiu uma mulher voraz. Eu segurava firme em seus cabelos cacheados enquanto ela parecia que ia me deglutir. Forçava meu pau em sua garganta, babava, cuspia, retirava para recuperar o fôlego e voltava a desparecer com ele.

Gozei a primeira vez em estocadas profundas, as pernas da Thalita em meu ombro para favocer a penetração. Seu sexo oferecia boa resistência, acomodava meu pau e o pressionava durante os movimentos. Caí ao seu lado depois de gozar, dando certa distância para que ela respirasse. Ela se aproximou, colou o corpo em mim, apoiando a cabeça entre meu ombro e o pescoço enquanto acariciava meu peito. Depois levantou o rosto na minha direção e disse com a voz melosa: não sei pra que você queria tomar banho, cheiroso desse jeito.

Fui para o chuveiros depois de um tempo naquelas carícias. Normalmente tomo meus banhos a sós, mas ela fez questão de ir junto. Aproveitamos para conversar e rir de algumas bobagens. Em certo momento, quis ensaboar meu pau e me beijar de novo. A pegação começou ali mesmo, mas migramos para a cama. Depois de me chupar, montou sobre mim e cavalgou sem pressa. Aproveitei para observá-la através dos espelhos do quarto, os cabelos cacheados e curtos embalados pelos movimentos dos corpos. Gostei também dos olhos da Thalita, que me marcavam sem perder um segundo de atenção. Alternamos várias posições e já estava prestes a entregar o gozo, quando ela me pediu: quer dar leite na minha boca? Irrecusável. Sentei na cama e fiquei admirando a Thalita se empenhando para tirar o máximo do meu prazer enquanto eu acariciava seus cabelos. Quando gozei ela manteve o movimento com os lábios até que eu ficasse sensível demais e a interrompesse. Engoliu meu gozo sem qualquer hesitação e depois veio se aninhar ao meu corpo.

Deixei-a de volta no shopping, onde era mais fácil e menos expositivo pedir um Uber. Nos despedimos com um beijo nos lábios e uma promessa de marcarmos uma novo encontro.

Jovem, bonita, espirituosa e namoradeira. Seios pequenos, mas lindos. Bundinha arrebitada e lábios de causar inveja por aí (que ela sabe usar magnificamente). A Thalita tem tudo para ser uma estrela por aqui, mas ela é da região dos lagos e não está sempre disponível na capital. Quem está tentando, sem retorno, vale a insistência. Foram duas horas intensas e sem desperdício de tempo. Gostei principalmente da postura ativa dela, que não desgruda do parceiro em nenhum momento. Não está ali apenas para participar, está para propor o jogo. Jovem com atitude de leoa. Até nos momentos em que papeávamos, ela estava disposta à sacanagem ou ao carinho, com as mãos atrevidas e sempre em ação. Repeteco certo.