21 de fevereiro de 2024 às 22:49
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

NãO SEI

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Disclaimer:

Como sempre, para não aborrecer a confraria, deixo em caixa alta “VAMOS AO QUE INTERESSA” para aqueles que quiserem ir direto ao TD e não perder tempo com baboseiras existenciais, crises catárticas e anedotas mal ajambradas (não necessariamente nesta ordem).
Em VAMOS AO QUE INTERESSA”, o confrade leitor tem o relato e pontuação detalhada da menina no campeonato carioca de salvamento matrimonial nos seguintes quesitos oficiais: contato, local, rosto, corpo, pré-fight, fight, pós-fight, repeteco e custo-benefício.
Para aqueles que quiserem continuar, já fica o aviso: você foi avisado! Tente ler à noite e, pode ser que se livre do Rivotril.

PREÂMBULO – DIGRESSÃO FILOSÓFICO-LITERÁRIA.

Meu xará Johnny Gray, em seu fenomenal “Filosofia Felina”, tasca logo nos primeiros parágrafos: “Os gatos são ultrarrealistas e raramente fazem algo que não tenha um objetivo definido ou não produza um prazer imediato (...) Os gatos não precisam de Filosofia. Obedientes à sua natureza, eles se contentam com o que a vida lhes oferece. Nos homens, ao contrário, o descontentamento com a própria natureza parece natural. (...) Grande parte da vida humana é consumida na busca pela felicidade. Entre os gatos, por outro lado, a felicidade é seu estado natural, desde que não haja ameaças imediatas ao seu bem-estar. Essa pode ser a principal razão pela qual muitos de nós amam gatos. Eles possuem como direito inato uma felicidade que os homens normalmente não conseguem alcançar...”
Não me sinto confortável na minha própria pele. O mundo me parece um lugar hostil, e a minha existência, de uma futilidade ululante. Situação diametralmente oposta à do meu gato, criatura graciosa, elegante e independente. Senhor do meu apartamento; demonstra afeto apenas quando lhe dá na telha.

PARADA BRUSCA – ATUALIZAÇÃO NA SITUAÇÃO DA PATROA

Não queria, mas segui os conselhos da Suzana Raed (vide TD de Suzana Raed por mim) e dei um ultimato à patroa: “vai procurar um médico ou vamos nos separar”. Efeito prático nulo. Tudo continua na mesma. Acabei arrumando uma amante no carnaval.
Meus caros confrades, amante é uma segunda patroa. Só que o custo por km rodado é bem maior. Enquanto nossas namoradas de aluguel são, em sua grande maioria, prestadoras de serviço éticas, as amantes querem nada menos que a sua alma. Mal comecei a namorar a amante e já me vi envolto em contas dignas de farras no Barra Vips e ciuminhos, melindres, mal-entendidos por conta de má interpretação textual e algum sexo, em vez de sexo algum. Insônia! Inferno! Rapidamente lembrei-me do excelente custo-benefício das GPs.





UMA METÁFORA FORÇADA – MIMETIZANDO OS FELINOS.

Assim, decidi imitar os gatos, no melhor estilo “fake ‘til you make it”. Tive um momento de clareza: devo me tornar, também, ultrarrealista, e raramente fazer algo que não tenha um objetivo definido ou não produza um prazer imediato. Devo rir de mim mesmo. Gargalhar na cara da tragédia humana. Desapegar de qualquer expectativa de alívio existencial. Tornei-me um discípulo de Epicuro de Samos. Coloquei ambas – a amante e a patroa – na geladeira (vamos ver no que vai dar – agora estou cantando e andando) e resolvi cair nos braços de nossas namoradas, sem o container de culpa que carregava. Agora, citando os Tribalistas, “não sou de ninguém. Sou de todo mundo, e todo mundo é meu também”.

Resolvi começar na 4 x 4 (mas isso vai ficar para outros TDs, visto que peguei umas três meninas diferentes e uma mesma menina umas três vezes – muito boa, não vou sonegar. Assim que der, posto os TDs).

Como os últimos serão os primeiros, o TD que quero relatar é a minha última experiência com a Alice Durant.

VAMOS AO QUE INTERESSA (também conhecido como resposta aos quesitos oficiais):

1- Contato: 9,5. Fácil pelo zap. A menina responde em um intervalo de tempo que dura entre cinco minutos e duas horas, é super simpática no zap, explica tudo direitinho. Chama a gente de apelidos carinhosos como “gato” (para quem leu a digressão filosófica – a maior distinção que um confrade pode receber), “meu gostoso” etc. A galera já fica ligada no 220V!
2- Local: 6. Para mim, que uso meu próprio carro, é fora de mão. Tem que parar no Menezes Cortes. Vuco vuco do centro. Trânsito e confusão. Para quem vai de transporte público é uma maravilha. Metrô, VLT, Riquixá... Fica ali na Nilo Peçanha, 50. Atende em sala comercial. Para os mais tímidos, fiquem tranquilos, não precisa dar carteirada na portaria. Atende sozinha em uma sala comercial com luz fraca e ar-condicionado forte. Não sei como ela aguenta, só de lingerie. Sem luxos. Tem o básico. Chuveiro, toalha (não ensacada – péra, péra... Para de viadagem. Não precisa ser ensacada... Só tem que estar limpinha!).
3- Rosto: um sólido 8. É gata (sem trocadilho). Com uma boa maquilagem vai a 9,5 fácil. Mas não estava maquilada (ou pelo menos não percebi à meia luz). Olhos castanhos, cabelos Chanel (um charme). Não é linda, mas é o tipo da menina que você chegaria fácil na balada (estranhamente, ela me disse que a garotada não chega nela na balada... Deve estar cheio de viado na balada).
4- Corpo: 9,0 Carai... Que mina gostosa, confrades! Me recebeu em uma lingerie rosa escolhida a dedo para valorizar as curvas da gata. Gosto muito do corpinho da Alice. Todo proporcional e natural. Tudo em seu devido lugar. Não tem exageros. Bunda desenhadinha, barriguinha normal de mulher, coxas roliças (ótimas para se colocar a cabeça entre elas) e um bumbum arrebitadinho com marquinha em dia. Meus amigos! É extremamente feminina. Na minha época as meninas eram assim. Hoje em dia estão virando uma criatura diferente (omnia mutantur).
5- Pré-fight: 10. Mano, a mina não tem essas neuras. Sabe que é profissional liberal e fornece um serviço importante à sociedade. Beija muito. Te faz se sentir muito à vontade. Parece aquela ex-namorada sacana que toda hora quer te levar para o motel. Confidenciou-me que adora transar e que não tem um plano definido de aposentadoria (rsrsrsrsrsrss). Essa curte o trampo. Nota 10!
6- Fight. 10. Já me adiantei no item anterior, mas a mina tem uma disposição invejável. Fode em todas as posições, chupa sem capote e sem pudor. Dá umas lambidas no saco que são de arrepiar! Dá o brioco? Não sei. Não perguntei. Não curto muito.
7- Pós-fight. 10. A menina tem a insustentável leveza do ser. É uma gata na acepção filosófica da palavra. É como eu gostaria de ser. Curtimos um papo bem leve, cheio de sacanagem após o sexo. Ela também me pontuou. Tirei um 6. Passei de ano (rsrsrsr). Não viro as meninas ao avesso. Surpresa: já estava indo embora e ainda estávamos conversando sobre sexo. Aí ela me conta como gosta de uns brinquedinhos. Pegou um vibrador e ficou de bruços, usando o brinquedo (uma das minhas posições prediletas). Cara... Foi me dando um tesão... Normalmente não como a menina duas vezes, mas tive de abrir uma exceção. Ficamos ali eu, ela e o vibrador. Puta que pariu! Que experiência maravilhosa! Perdi a noção do tempo. Ela não regulou.
8- Repeteco? Claro! Alice entrou para minha lista de namoradas regulares.
9- Custo-benefício: Perdoem-me os puristas contábeis, mas vou colocar em uma escala de 0 a 10. Nota 9,5

Bucket list: Elisa Félix, Lily, Brenda Baby, Helena.


PS: aguardando a data do encontro do Arena.
PS2: “Quando um sujeito gosta de gatos, sou seu amigo e camarada, não preciso de mais nenhuma informação”. Mark Twain (e jbravo).